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Posts Tagged ‘Trilhos’

Você deve estar  se perguntando  que título estranho é esse!

Um dos nossos programas, dedicado a netinha, aconteceu nesse final de semana.

A filhota encontrou um guia com várias dicas do que fazer em Toronto  (Today’s Parent). Aqui tem umas revistinhas indicando as atrações que acontecem em cada mês do ano: festivais, concertos, exposições, etc. Ela encontrou o anúncio de uma cidadezinha onde podíamos passear de “Tchu, tchu”.

Sabe aquele apito do trem? Pois é disso que estou falando. Lê chama o trem de “Tchu, tchu”  por causa do apito. Mas não é qualquer trem, desses novinhos… Falo de um trem antigo!

Embarque  comigo!! Essa é uma viagem que toda a família vai gostar!!!

Esse trem  circulava há muito tempo e agora transporta turistas num trecho de  linha, pois  o restante dos trilhos foram retirados. A viagem de Tottenham – Beeton dura uns 50 minutos (ida e volta). O condutor, um senhor muito gentil, vai contando a história dessa linha e do trem, fazendo comentários engraçados: “Atenção Senhores passageiros viajaremos a uma velocidade espantosa de 10 km por hora”!  Ele começa dizendo: “All Aboard”!


Então,  começa uma emocionante viagem através do vale cênico Beeton Creek, a bordo do trem da Sul Simcoe Railway.

O trem de 1920, todo restaurado, desliza sobre os trilhos de uma branchline centenária. Era conectado antigamente com Hamilton Barrie e Collingwood.

Enquanto a locomotiva vintage desliza suavemente, aproveite para ver a paisagem: rio, campos, pinheiros, fazendas… E escute o som que o trem faz nos trilhos!

 

Nem precisa dizer que ela ficou encantada com o trem, digo, o “Tchu,tchu” (e nós também).

E não faltaram os bilhetes, devidamente perfurados pelo comissário!

Na saída tentei fotografar um outro vagão, mas a foto não saiu boa.

Quadro no vagão de passageiros.

Onde fica tudo isso?

Numa cidade chamada Tottenham   situada no Condado de Simcoe, Ontário.

As excursões partem da estação ferroviária no centro de Tottenham,  20 km a oeste da Rodovia 400 na R0dovia 9, a 50 minutos a  norte de Toronto. Perto dali há camping, área para trailer, restaurantes e lojas.

Pátio da estação com algumas relíqueas!

Hora da despedida

Não vamos esquecer essas imagens  e esse dia maravilhoso.

Perto da cidade estava acontecendo uma exposição de carros antigos, num camping, à beira do rio. Lê aproveitou para tomar um banho. Friiiooo!

Esses são alguns exemplares dos colecionadores! Lindossss!!!

E para animar a festa, um grupo musical tocava músicas country, rock e  outras.  Adivinha quem caiu na dança?

Foi um dia bem legal e ficará na lembrança.

Dedicado ao Vovô !

Até o próximo post!!

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A Praça do Comércio é uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). Também conhecida como Terreiro do Paço está situada na Baixa de Lisboa junto ao rio Tejo.

Ao norte, a praça é centrada por um impressionante arco que conduz à Rua Augusta, uma das principais áreas de comércio pedestre da baixa de Lisboa. O arco está decorado com estátuas de personalidades históricas, como Vasco da Gama (marinheiro português) e Marquês do Pombal (responsável pela reconstrução de Lisboa depois do grande terremoto).

No centro da praça  encontra-se a estátua do Rei José I ,  rei de Portugal na época do terremoto de 1755,

O Rei D. Manuel I mudou a sua residência do Castelo de São Jorge para esta praça em 1511. Com o terremoto de 1755 foram destruídos vários prédios incluindo o palácio real (Paço da Ribeira) e sua  biblioteca de  70 mil volumes. A praça foi reconstruída pelo Marquês de Pombal. Os prédios com arcadas que circundam a praça abrigam departamentos do governo e alguns restaurantes. Há também o famoso café  “Martinho da Arcada”, o  mais antigo e o preferido de Fernando Pessoa. Recebeu parsonalidades ilustres como Bocage, Fernando Pessoa e Amália.

A praça foi,  no passado, a principal entrada marítima da cidade e ainda hoje pode-se ver a escadaria em mármore que sai do Rio Tejo em direção à Praça do Comércio.

Típico bonde lisboeta passando  na Praça do Comércio ou Terreiro do Paço.

Numa das saídas desse labirinto peculiar deparamos com a Catedral ou Sé de Lisboa, um imponente edifício, com aspecto de fortaleza, que une, sem estridências, os estilos românico e gótico. Começou a ser construída em meados do Séc. XII, depois que as tropas de D. Afonso Henrique expulsaram os árabes da cidade. Também foi restaurada após o terremoto.

Um singela portada sustenta uma rosácea ladeada por duas torres poderosas. No seu interior ressalta-se a capela gótica de Bartolomeu Joanes, os sepulcros do rei D. Afonso IV e de sua esposa, no altar-mor, e o claustro que conserva a magia medieval, apesar de muito danificado pelos sismos.

Em Lisboa os bondes são apelidados em função de sua cor amarela. Aliás, eles são chamados de eléctricos. Movimenta-se sobre carris (trilhos) e geralmente estão instalados na parte mais antiga das cidades.

A linha 28 faz um percurso turístico passando pelas  zonas mais antigas da cidade.

Nos  dias  atuais, por razões de economia de energia  e de preservação do meio ambiente, vem sendo sucedido pelo Veículo  Leve sobre Trilhos  (VLT), cuja utilização se encontra em expansão em várias cidades do mundo. Os eléctricos têm grandes vantagens com relação aos ônibus, entre as quais a menor poluição, tanto sonora quanto atmosférica.

Fonte: Wikipédia

Entrada da Catedral de Lisboa.

Vejam belas fotos da Catedral de Lisboa dedicada a Sta Maria Maior no site http://www.guiadacidade.pt/portugal/poi/14017/11/se-de-lisboa.

Azulejos nos casarios do bairro de Alfama.

Lisboa foi invadida pelos sarracenos no ano de 1714. O bairro Alfama,  testemunho dessa dominação,  leva o prefixo   “al”  no nome e na distribuição das ruas como um labirinto.

Visitar Alfama é visitar a arquitetura, os sons e os odores da Lisboa antiga. Este é um dos bairros mais típicos de Lisboa. Nas suas estreitas e sinuosas ruas encontrará o tesouro escondido de Alfama e nas suas íngremes escadas poderá respirar a alma de Lisboa.

Em Alfama, ainda é possível ver vestígios das ocupações Romana e Árabe, duas das civilizações mais dominantes no passado de Lisboa. As ruas estreitas, resultado da cultura Muçulmana, guiam-se por leis individualistas em que os espaços públicos não são importantes. Estas ruas são uma marca do Corão, onde pouco valor é dado às fachadas em detrimento do interior das casas, que é muito mais valorizado.

Miradouro de Santa Luzia
Localização: Rua do Limoeiro
Linha de Bonde: 28, a partir da Baixa.
Este terraço é um dos locais mais procurados de Alfama. De lá se tem uma ótima vista da região, chegando até o Rio Tejo. Ainda no local, vale à pena visitar a Igreja de Santa Luzia, a Cúpula de Santa Engrácia, a Igreja de Santo Estevão e as duas Torres Brancas de São Miguel.

Alfama foi em tempos lar de delinquentes, desafortunados ou ingratos e, devido à sua proximidade com o mar, foi também casa de muitos marinheiros.

Reconstruída pela população local depois do terramoto de 1755, Alfama correu o risco de ser demolida, o que felizmente não aconteceu uma vez que esta zona da cidade foi considerada um livro de história viva, onde o passado se mistura com o presente…

Fonte: http://www.strawberryworld-lisbon.com

E depois dessa longa caminhada, que tal experimentar um delicioso bacalhau com natas?

Aqui vai a receita para quem  desejar se deliciar com essa iguaria portuguesa, e algumas curiosidades  matemáticas:

Bacalhau com natas

Ingredientes:

4 postas de bacalhau demolhado
6 dl leite (decilitro) => 1 dl = 100 ml, logo, 6 dl =600 ml
2 c. sopa farinha
1 cebola cortada em rodelas
1 kg batatas
azeite
2 dl natas (200 ml)
noz moscada
queijo ralado
sal q.b. (quanto baste ou a seu critério)
Pimenta q.b.
bacalhau com natas Bacalhau com Natas
Preparação:

Coza as postas de bacalhau em leite.
Corte a cebola em rodelas bem finas e refogue em azeite até estarem moles e transparentes.
Escorra o bacalhau e desfaça-o em lascas e junte à cebolada. Deixe refogar lentamente. Polvilhe com farinha, mexa e regue com o leite coado, onde cozeu antes o bacalhau. Deixe engrossar, mexendo de vez em quando.
Descasque e corte as batatas em cubos e frite em óleo não quente, de forma a deixá-las mais cozidas que fritas.
Escorra as batatas e junte-as ao bacalhau. Tempere com sal, pimenta e noz-moscada.
Deite tudo num tabuleiro untado de ir ao forno, espalhe por cima as natas e polvilhe com queijo ralado. Leve ao forno até estar gratinado. Pode servir com uma salada fresca de alface e tomate.
Fonte: Wikipédia de Receitas
Confesso que não resisti. Saboreei  um delicioso  bacalhau com natas num aconchegante restaurante, próximo à  Sé de Lisboa.
Depois fui conhecer o Castelo São Jorge e me surpreendi com uma visão fantástica de Lisboa, lá do alto da colina. Esse é assunto para o próximo post.
Até.

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Dando continuidade ao post sobre viagens de trens e transporte na Europa vamos aos “trenzinhos” !

São tantos que nem dá pra contar.

Rumo a Strasbourg.

No caminho mais vagões parados.

Durante a viagem para Strasbourg , na região da Alsácia- França,  pode-se ver  castelos no alto dos  morros.

Admirando a paisagem da janela, lá está outro castelo.

Muitos trens…

Mais vagões e locomotivas.

Transporte em Strasbourg…

Esse é super moderno!

Estação em Innsbruck -Áustria.

Transporte em Innsbruck. Bonitão esse!

Estação  em Innsbruck. Ao fundo dá pra ver o “Trampolim Olímpico” (Olympic Ski Jump) no  Estádio Bergisel.

Seguindo para Innsbruck a paisagem é maravilhosa. Áreas com muitas plantações, túneis longos e campos com enormes ventiladores (energia eólica).

Saí de Viena às 7:20 hs e passei por St. Pölten Hauptbanhnhof (HBF) às 8:04 hs. A chegada em Linz estava prevista para 8:54 hs. O trem é pontual e só pára por uns 3 minutos para pegar passageiro. O fiscal passa para carimbar o bilhete logo depois da saída e depois que passou  por Salzburg ele passou outra vez. É bom estar com o bilhete à mão e o passaporte também, porque a polícia pode  aparecer e pedir pra conferir. Aconteceu comigo  quando ia de Basel para Strasburg e graças a minha prima que falou com eles em francês, não aconteceu nada de grave. Eu tinha esquecido o passaporte. Erro gravíssimo! Eles foram para outro vagão e ficaram de voltar enquanto eu procurava o passaporte na bolsa. Graças a Deus o trem era muito grande e chegamos  na estação antes deles voltarem, ufa!!! Que mico!

Vários trens passavam seguindo para outras cidades. O movimento era intenso na linha. Alguns vagões passavam com madeiras. Havia  algumas indústrias também. Nos trechos em obras ou que só tinha uma linha o trem parava e dava passagem para outro trem passar. Às vezes mudava de linha. Anotei tudo o que aconteceu durante a viagem para não esquecer e também ajudar a passar o tempo, afinal foram 4 hs de viagem sentada, mas  a paisagem compensou.

Mais vagões estacionados.

Durante a viagem para Innsbruck passou um trem transportando várias carretas.  Nunca vi tanta  carreta  junta!

Cidadezinha ao lado da linha de trem, com proteção acústica.

Viena – Trem atravessando a região do Prater, próximo  ao rio Danúbio.

Trem em Basel (Suíça)

Basel

Basel

Metro – Viena.

Metro – Viena, Estação Stadtpark.

Metro – Viena.

Viena.

Bonde – Viena.

Trem passando no centro da cidade de Viena.

Estação mais antiga de Viena.

Foi uma experiência maravilhosa! Todo mundo já sabe que a Europa toda é bem servida de transporte, principalmente de trens. São pontuais, confortáveis e se a viagem for longa pode-se optar pelo vagão dormitório. É melhor que passar a noite  num banco com passageiro do lado e não poder esticar as pernas.

Viagem de volta  Salzburg – Viena. Nessa cabine  há 3 poltronas de cada lado.

No post sobre cada cidade explicarei com detalhes o valor dos transportes. Consulte o site da OBB, Raileurope, Eurail, Swissinfo para  saber mais informações sobre trens na Europa.

Até!

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Esse post  é dedicado aos amantes de trenzinhos, ferromodelismo, maquinistas e afins! Aliás  tem um aqui em casa, rsrs.

Pois bem, vou começar exibindo os trens que trouxe da Europa, de presente para o maridão. Eles foram adquiridos  na ” Feira das Velharias de Viena” , que acontece na rua Rechet Wienzeile (em frente ao prédio onde estava hospedada).

Essa feira  realiza-se semanalmente, aos sábados, próximo ao  Naschmarkt (Mercado das Guloseimas). É bom ir cedo, pois as raridades são logo vendidas e desarmam-se as bancas. Quem gosta de comprar coisas valiosas por precinhos em conta está no lugar certo. Tem objetos antigos e atuais misturados com kitsch e com objetos sem valor.

OBB-1042.504

Manobreira -Austriaca

Detalhe, as duas estão funcionando! Depois de pechinchar bastante consegui levar também um pratinho pra minha coleção, com um bom desconto. As locomotivas sairam por 25 e 20 euros, respectivamente, e o pratinho antigo ficou por 5 euros (com 3 de desconto). Andei pela feira toda e só achei locomotivas bem mais caras. Ah, o pratinho, não é lindo? É antiguidade!

Agora, quem gosta de trem vai ficar doido com esses que vou mostrar! Eles me levaram para todas as cidades que visitei. Muito lindos, confortáveis e rápidos! Eu que não entendo nada de trem fiquei admirada pelos “trenzinhos”. Olha só os modelinhos…

Esse é da OBB – Fui para Innsbruck  saindo de Viena, nessa beleza, por apenas 58,30 euros (ida) e mais 58,30 para a volta, com direito a descer em Salzburg para visitar a cidade e depois seguir para Viena com o mesmo bilhete (que tem validade de trinta dias). E eu que pensava em comprar ticktes para os techos Viena-Innsbruck-Salzburg-Viena. Nada como ter uma amiga que fala alemão. No guichê da OBB (maior empresa ferroviária da Austria) fui informada que bastava comprar ida e volta Viena-Inn  e que podia conhecer Salzburg, na ida ou na volta, com o mesmo  bilhete. Como meu tempo era curto,  dormi em Inn e no dia seguinte fui para Salzburg e de lá para Viena. São 4 horas de viagem de Viena até Innsbruck. Salzburg fica no meio do caminho, duas horas de viagem até Viena.

Interior do trem. Parece um avião, com ar condicionado, a tela informa a velocidade do trem,  as estações, a  hora prevista de chegada, tem vagão gourmet no trem. A estrada de ferro é muito sinuosa, percorre vales, atravessa túneis mas em alguns trechos alcança 202 km/h. Não é o trem bala, mas dá pro gasto. rs

Olha quantos vagões tem o trenzinho!

Passei por esse no caminho. Opa, quase não dava para fotografar!

Estação de Trem em Basel (Suiça).

Não dá pra mostrar todo numa foto só, eles são enormes! E de quebra vou mostrar também as estações por onde passei.

Estação  em Salzburg.

Olha que lindooo!

Estação em Basel.

Estação em Colmar (França).

Estação em Strasbourg (França).

Interior da Estação em Strasbourg.

Está escrito: “A proximidade não depende da distância”.

Como viram, esse post só é pouco para mostrar as locomotivas, os lindos vagões e  os pátios cheios de composições. E ainda tem o metro, os bondes … Aguardem o próximo.

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