Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘Trem’

Um dia que os adultos voltam à infância. É assim no  Woodbine Centre. Atrações que encantam as crianças, os pais e os avós. Quem não gosta de sonhar com um mundo de fantasia?

Todos os dias, na última hora da noite, o ingresso é metade do preço.

Lelê adorou rodopiar nas xícaras.

O choque de carrinhos só para os maiores e acompanhados de um responsável. Eles estipulam pela altura  das crianças, quem pode e quem não pode participar de alguns brinquedos.

Os trilhos percorrem toda  a área do parque. O trem passa por ponte, cascata e cancelas  que são acionadas na passagem do comboio, com sininho, luzes e tudo mais.

O parque foi projetado para representar uma aldeia da virada do século.

A estação de chegada do trem.

Vôo de avião

É um dos mais procurados pela criançada.

Chegada do trem depois de circular todo o parque e passar num túnel.

Este belíssimo  carrossel  (uma antiga Looff  1911)  foi todo  restaurado e completou 100 anos em 2011. É realmente lindo e durante a noite com as luzes acessas  mostra todo o seu esplendor.

Os ingressos  (ou o passaporte) podem ser comprados na bilheteria  do parque. 

As lojas do shopping são outro atrativo do Woodbine para quem quer ir às compras: eletrônicos, vestuário e muito mais. Vale a pena conferir.

Mapa do shopping,  com a  localização das grandes lojas e do Fantasy Fair.

Essa é uma boa opção de  lazer e compras,  fora do circuito turístico.

Até breve!

Anúncios

Read Full Post »

A Union Station é o término de seis linhas de superfície (dois bondes, que estão entre as mais movimentadas da cidade, e quatro de ônibus). Embora a estação disponha de um terminal servindo tais linhas de superfície, este terminal não é integrado. Passageiros desejando transferir-se entre linhas de superfície e o metrô precisam de um transfer.

A Union Station é também o término dos trens da GO Transit, bem como um centro de operações da Via Rail, que fazem da Union Station o centro de transporte mais movimentado do Canadá, mais movimentado inclusive do que o Aeroporto Internacional de Toronto, e uma das estações ferroviárias mais movimentadas da América do Norte. Diversas companhias ferroviárias possuem sua sede na estação.

A construção da Union Station, pela Canadian Pacific Railway   e pela Grand Trunk Railway, data de 1913, tendo sido inaugurada em 6 de agosto de 1927. É administrada atualmente pela prefeitura de Toronto, e é uma famosa atração turística da cidade. (Fonte: Wikipédia)

Entrada da estação destacando o teto e as colunas.

A Estação está passando  por um processo de revitalização que levará  mais alguns anos e quando terminar  os usuários terão mais conforto e segurança. Veja a proposta  de como ficará alguns  novos espaços da  Union Station:

Fotos da revitalização: http://www.toronto.ca/union_station/

Em frente a Estação está o imponente  Fairmont Royal York Hotel.

Segui a Front Street  até o cruzamento da  Simcoe St.  para visitar o Roy Thomson Hall. No trajeto  muitos escritórios, lojas, restaurantes, hotéis,  várias curiosidades como essa escultura e outras que veremos no próximo post.

Read Full Post »

Para quem viaja com criança esse passeio é maravilhoso! Para quem já foi criança, também. Rsrs!!

Apesar do lugar ser lindo, as atividades são direcionadas  mais para crianças e adolescentes. Mas  isso não impede quem deseja conhecer o lugar, fazer uma caminhada na  ilha para desestressar, visitar um farol antigo em Hanlan’s Point – Gilbraltar Lighthouse (datado de 1808). Ou simplesmente alugar uma bike e sair  desbravando a natureza, rsrs.

Vejam algumas das atrações do Centreville Park:

FERRIS WHEEL

Muitas lanchonetes vendendo hot-dog, pizza, sanduíches diversos, sucos e refrigerantes.

Parece uma mini-cidade.

Trilhas para longas caminhadas beirando os canais.

Passeio em carros antigos.

ANTIQUE CARS

“Saugreen Lumber Mill on our LOG FLUME RIDE” , como eles chamam por lá.

Esse tem muita emoção!

SKY RIDE

ANTIQUE CAROUSEL

KIDDIE BOAT

Depois de andar muito, que tal descansar numa cadeirinha dessa?!

ROCKIN’ FERRY RIDE

CENTREVILLE TRAIN

No próximo post tem mais!!

Até  breve.

Read Full Post »

Você deve estar  se perguntando  que título estranho é esse!

Um dos nossos programas, dedicado a netinha, aconteceu nesse final de semana.

A filhota encontrou um guia com várias dicas do que fazer em Toronto  (Today’s Parent). Aqui tem umas revistinhas indicando as atrações que acontecem em cada mês do ano: festivais, concertos, exposições, etc. Ela encontrou o anúncio de uma cidadezinha onde podíamos passear de “Tchu, tchu”.

Sabe aquele apito do trem? Pois é disso que estou falando. Lê chama o trem de “Tchu, tchu”  por causa do apito. Mas não é qualquer trem, desses novinhos… Falo de um trem antigo!

Embarque  comigo!! Essa é uma viagem que toda a família vai gostar!!!

Esse trem  circulava há muito tempo e agora transporta turistas num trecho de  linha, pois  o restante dos trilhos foram retirados. A viagem de Tottenham – Beeton dura uns 50 minutos (ida e volta). O condutor, um senhor muito gentil, vai contando a história dessa linha e do trem, fazendo comentários engraçados: “Atenção Senhores passageiros viajaremos a uma velocidade espantosa de 10 km por hora”!  Ele começa dizendo: “All Aboard”!


Então,  começa uma emocionante viagem através do vale cênico Beeton Creek, a bordo do trem da Sul Simcoe Railway.

O trem de 1920, todo restaurado, desliza sobre os trilhos de uma branchline centenária. Era conectado antigamente com Hamilton Barrie e Collingwood.

Enquanto a locomotiva vintage desliza suavemente, aproveite para ver a paisagem: rio, campos, pinheiros, fazendas… E escute o som que o trem faz nos trilhos!

 

Nem precisa dizer que ela ficou encantada com o trem, digo, o “Tchu,tchu” (e nós também).

E não faltaram os bilhetes, devidamente perfurados pelo comissário!

Na saída tentei fotografar um outro vagão, mas a foto não saiu boa.

Quadro no vagão de passageiros.

Onde fica tudo isso?

Numa cidade chamada Tottenham   situada no Condado de Simcoe, Ontário.

As excursões partem da estação ferroviária no centro de Tottenham,  20 km a oeste da Rodovia 400 na R0dovia 9, a 50 minutos a  norte de Toronto. Perto dali há camping, área para trailer, restaurantes e lojas.

Pátio da estação com algumas relíqueas!

Hora da despedida

Não vamos esquecer essas imagens  e esse dia maravilhoso.

Perto da cidade estava acontecendo uma exposição de carros antigos, num camping, à beira do rio. Lê aproveitou para tomar um banho. Friiiooo!

Esses são alguns exemplares dos colecionadores! Lindossss!!!

E para animar a festa, um grupo musical tocava músicas country, rock e  outras.  Adivinha quem caiu na dança?

Foi um dia bem legal e ficará na lembrança.

Dedicado ao Vovô !

Até o próximo post!!

Read Full Post »

É verdade! A cidade do Porto  não é conhecida apenas pelo vinho, mas também pelo número de pontes.

A necessidade de haver uma travessia permanente entre as duas margens do Douro para circulação de pessoas e mercadorias, levou à construção da Ponte das Barcas em 1806, anteriormente a travessia do rio fazia-se com recursos a barcos, jangadas, barcaças ou batelões. A partir daí foram inauguradas muitas outras pontes: Ponte Luís I em 1886, Ponte Maria Pia entre  1876 e 1877, Ponte de São João em 1991, a Ponte Arrábida, a Ponte do Freixo,  a  Ponte do Infante, em homenagem ao Infante D. Henrique e que é a mais recente  ligando  Porto a Vila Nova de Gaia.

Essa foto espetacular  emprestada do site http://www.portoxxi.com dá uma idéia de como funciona a coisa por lá. Tem ponte  ferroviária,  rodoviária,  para metro… o que não falta é como chegar ao outro lado. E quem desejar pode ir de barco, rsrs.

Primeiro vê-se a Ponte D. Luís I, a segunda é a nova Ponte do Infante, e a terceira é a Ponte D. Maria Pia.

No caminho de volta para Lisboa passei pela Ponte do Feixo.

Vista da cidade do Porto: casario  e o Rio Douro ao fundo.

Novo  ângulo da Igreja e Torre dos Clérigos.

Enquanto esperava o trem para Lisboa, na Estação de Campanhã,  pude observar o Estádio do Dragão, ao fundo (aquele prédio branco).

A estação é bastante movimentada. Enquanto esperava o meu trem, passaram  “composições” de vários tipos e tamanhos.

Minha inseparável  malinha e a sacolinha made in Switzerland.

Depois de andar, subir e descer ladeiras  numa insanidade total, tirando milhões de fotos (nem todas saíram boas,rsrs), arrastando a malinha, chegou a hora de partir. Nada melhor que uma viagem tranquila num trem confortável (sozinha  na cabine) para relaxar e curtir a paisagem da janela do trem. Três horas até Lisboa parando em algumas estações.

Estação de Coimbra – deu uma vontade louca de descer do trem para conhecer a  cidade, mas consegui me controlar. Fica para a próxima viagem.

Aeroporto da cidade do Porto.

Esse é o Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Foi inaugurado em 1945. Este moderno aeroporto tem testemunhado um grande aumento de passageiros e voos, estando também os seus destinos  aumentando cada vez mais, principalmente a nível europeu graças às várias companhias low cost, com destaque para a Ryanair. (Wikipédia)

Viajei de Porto para Paris pela Easy Jet (depois fui para Madrid e retornei a Porto). Mas essa aventura conto depois. A Easy Jet  é considerada a segunda maior companhia de aviação em Portugal.

Próximo post: Queluz!

Read Full Post »

A Praça do Comércio é uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). Também conhecida como Terreiro do Paço está situada na Baixa de Lisboa junto ao rio Tejo.

Ao norte, a praça é centrada por um impressionante arco que conduz à Rua Augusta, uma das principais áreas de comércio pedestre da baixa de Lisboa. O arco está decorado com estátuas de personalidades históricas, como Vasco da Gama (marinheiro português) e Marquês do Pombal (responsável pela reconstrução de Lisboa depois do grande terremoto).

No centro da praça  encontra-se a estátua do Rei José I ,  rei de Portugal na época do terremoto de 1755,

O Rei D. Manuel I mudou a sua residência do Castelo de São Jorge para esta praça em 1511. Com o terremoto de 1755 foram destruídos vários prédios incluindo o palácio real (Paço da Ribeira) e sua  biblioteca de  70 mil volumes. A praça foi reconstruída pelo Marquês de Pombal. Os prédios com arcadas que circundam a praça abrigam departamentos do governo e alguns restaurantes. Há também o famoso café  “Martinho da Arcada”, o  mais antigo e o preferido de Fernando Pessoa. Recebeu parsonalidades ilustres como Bocage, Fernando Pessoa e Amália.

A praça foi,  no passado, a principal entrada marítima da cidade e ainda hoje pode-se ver a escadaria em mármore que sai do Rio Tejo em direção à Praça do Comércio.

Típico bonde lisboeta passando  na Praça do Comércio ou Terreiro do Paço.

Numa das saídas desse labirinto peculiar deparamos com a Catedral ou Sé de Lisboa, um imponente edifício, com aspecto de fortaleza, que une, sem estridências, os estilos românico e gótico. Começou a ser construída em meados do Séc. XII, depois que as tropas de D. Afonso Henrique expulsaram os árabes da cidade. Também foi restaurada após o terremoto.

Um singela portada sustenta uma rosácea ladeada por duas torres poderosas. No seu interior ressalta-se a capela gótica de Bartolomeu Joanes, os sepulcros do rei D. Afonso IV e de sua esposa, no altar-mor, e o claustro que conserva a magia medieval, apesar de muito danificado pelos sismos.

Em Lisboa os bondes são apelidados em função de sua cor amarela. Aliás, eles são chamados de eléctricos. Movimenta-se sobre carris (trilhos) e geralmente estão instalados na parte mais antiga das cidades.

A linha 28 faz um percurso turístico passando pelas  zonas mais antigas da cidade.

Nos  dias  atuais, por razões de economia de energia  e de preservação do meio ambiente, vem sendo sucedido pelo Veículo  Leve sobre Trilhos  (VLT), cuja utilização se encontra em expansão em várias cidades do mundo. Os eléctricos têm grandes vantagens com relação aos ônibus, entre as quais a menor poluição, tanto sonora quanto atmosférica.

Fonte: Wikipédia

Entrada da Catedral de Lisboa.

Vejam belas fotos da Catedral de Lisboa dedicada a Sta Maria Maior no site http://www.guiadacidade.pt/portugal/poi/14017/11/se-de-lisboa.

Azulejos nos casarios do bairro de Alfama.

Lisboa foi invadida pelos sarracenos no ano de 1714. O bairro Alfama,  testemunho dessa dominação,  leva o prefixo   “al”  no nome e na distribuição das ruas como um labirinto.

Visitar Alfama é visitar a arquitetura, os sons e os odores da Lisboa antiga. Este é um dos bairros mais típicos de Lisboa. Nas suas estreitas e sinuosas ruas encontrará o tesouro escondido de Alfama e nas suas íngremes escadas poderá respirar a alma de Lisboa.

Em Alfama, ainda é possível ver vestígios das ocupações Romana e Árabe, duas das civilizações mais dominantes no passado de Lisboa. As ruas estreitas, resultado da cultura Muçulmana, guiam-se por leis individualistas em que os espaços públicos não são importantes. Estas ruas são uma marca do Corão, onde pouco valor é dado às fachadas em detrimento do interior das casas, que é muito mais valorizado.

Miradouro de Santa Luzia
Localização: Rua do Limoeiro
Linha de Bonde: 28, a partir da Baixa.
Este terraço é um dos locais mais procurados de Alfama. De lá se tem uma ótima vista da região, chegando até o Rio Tejo. Ainda no local, vale à pena visitar a Igreja de Santa Luzia, a Cúpula de Santa Engrácia, a Igreja de Santo Estevão e as duas Torres Brancas de São Miguel.

Alfama foi em tempos lar de delinquentes, desafortunados ou ingratos e, devido à sua proximidade com o mar, foi também casa de muitos marinheiros.

Reconstruída pela população local depois do terramoto de 1755, Alfama correu o risco de ser demolida, o que felizmente não aconteceu uma vez que esta zona da cidade foi considerada um livro de história viva, onde o passado se mistura com o presente…

Fonte: http://www.strawberryworld-lisbon.com

E depois dessa longa caminhada, que tal experimentar um delicioso bacalhau com natas?

Aqui vai a receita para quem  desejar se deliciar com essa iguaria portuguesa, e algumas curiosidades  matemáticas:

Bacalhau com natas

Ingredientes:

4 postas de bacalhau demolhado
6 dl leite (decilitro) => 1 dl = 100 ml, logo, 6 dl =600 ml
2 c. sopa farinha
1 cebola cortada em rodelas
1 kg batatas
azeite
2 dl natas (200 ml)
noz moscada
queijo ralado
sal q.b. (quanto baste ou a seu critério)
Pimenta q.b.
bacalhau com natas Bacalhau com Natas
Preparação:

Coza as postas de bacalhau em leite.
Corte a cebola em rodelas bem finas e refogue em azeite até estarem moles e transparentes.
Escorra o bacalhau e desfaça-o em lascas e junte à cebolada. Deixe refogar lentamente. Polvilhe com farinha, mexa e regue com o leite coado, onde cozeu antes o bacalhau. Deixe engrossar, mexendo de vez em quando.
Descasque e corte as batatas em cubos e frite em óleo não quente, de forma a deixá-las mais cozidas que fritas.
Escorra as batatas e junte-as ao bacalhau. Tempere com sal, pimenta e noz-moscada.
Deite tudo num tabuleiro untado de ir ao forno, espalhe por cima as natas e polvilhe com queijo ralado. Leve ao forno até estar gratinado. Pode servir com uma salada fresca de alface e tomate.
Fonte: Wikipédia de Receitas
Confesso que não resisti. Saboreei  um delicioso  bacalhau com natas num aconchegante restaurante, próximo à  Sé de Lisboa.
Depois fui conhecer o Castelo São Jorge e me surpreendi com uma visão fantástica de Lisboa, lá do alto da colina. Esse é assunto para o próximo post.
Até.

Read Full Post »

No interior da Fortaleza mais algumas preciosidades que não poderíam passar sem uma bela foto!

Essa parte do museu é de arrepiar! Por motivo de segurança as armas, lanças e os objetos usados para tortura ou castigos estão cercados por um vidro grosso e percebi cameras espalhadas pela sala.

No canto, perto da janela, uma cadeira onde não gostaria de sentar!

Terminada a visita desci pelo funicular e na saída fui surpreendida pelo movimento  dessa escultura. Aliás parece um parque das águas. Tudo ali girava em torno da água. Até o bebedor só funcionava quando a pessoa se posicionava em frente dele e pisava no lugar correto. Então saía  água da torneira. Quando retirava o pé a água parava de jorrar. Ótimo para  economizar água, rs.

Do lado de fora, seguindo para a Abadia de São Pedro encontrei essa Roda d’ água e uma imagem. Desconheço a história dessa imagem. Quem souber pode me esclarecer… Será São Ruperto ou algum camponês?

Relógio do Sol, próximo a Abadia de São Pedro.

Abadia de São Pedro – o interior é considerado uma preciosidade do estilo rococó. Nessa abadia Mozart apresentou a sua missa em dó menor. O cemitério de São Pedro é conhecido como o mais belo jardim de Deus do mundo.

Foto by Colorama.

Continuei andando pela Franziskanergasse até a  Max-Reinhardt-Platz.

Como a foto original  saiu desfocada, aqui está uma foto da grande Casa de Espetáculos, no Bairro dos Festivais.

No interior da   Casa de Espetáculos projetada pelo arquiteto Clemens Holzmeister,  com  seus 2.177  lugares, os espectadores podem apreciar os festivais de músicas. O preço dos ingressos e onde comprá-los já comentei em outro post.

Seguindo pela Hofstallgasse, o coração do Bairro dos Festivais,  chega-se a Fonte dos Cavalos e ao túnel (Neutor) que vai para Altstadt.

Fonte dos Cavalos – onde, antigamente, os cavalos matavam a sede.

Igreja Colegial – também chamada de Igreja da Universidade,  porque o arcebispo Johann, duque de Thun, mandou Fischer  von Erlach construir a igreja para a universidade.  A igreja, de três naves, tem um interior muito bonito.

Na Universitäts-platz, em frente a igreja,  acontecia uma feira  com inúmeras barracas  de  comidas típicas à lembrancinhas da cidade.

No caminho para a estação de trem de Salzburg…

… interessante a varanda desse prédio! Não, não era a C&A!

No trem da OBB, com uma gabine só pra mim! Que maravilha! Agora é só apreciar a paisagem…

De volta a Viena, finalmente minhas perninhas vão ter um pequeno descanço.

Até o próximo post.

Read Full Post »

Older Posts »