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Posts Tagged ‘Suisse’

Quer viajar e não sabe pra onde vai? Já “conhece  tudo”?

Será que  conhece?

Apresento-lhe uma  obra prima da natureza!

O Lago Tom é um lago de montanha localizado no Vale Piora , no cantão de Ticino, na Suíça.

Está Localizado na margem direita do vale a 2022 m de altitude, com uma área de 0,13 km². As suas margens são compostos por areias brancas de calcário. Este lago recolhe as águas que descem das Montanhas Taneda.

Foto: Wikipédia

Lindo! Parece um coração. Poderíamos  chamá-lo de  Lago do Amor!

E aí,  ficou com vontade de vê-lo de perto?

Até  o próximo informe sobre onde encontrar  motivos  para viajar! rsrs.

Você  conhece algum lugar especial que deseja compartilhar?

Conta pra gente!!!

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Esse post  é dedicado aos amantes de trenzinhos, ferromodelismo, maquinistas e afins! Aliás  tem um aqui em casa, rsrs.

Pois bem, vou começar exibindo os trens que trouxe da Europa, de presente para o maridão. Eles foram adquiridos  na ” Feira das Velharias de Viena” , que acontece na rua Rechet Wienzeile (em frente ao prédio onde estava hospedada).

Essa feira  realiza-se semanalmente, aos sábados, próximo ao  Naschmarkt (Mercado das Guloseimas). É bom ir cedo, pois as raridades são logo vendidas e desarmam-se as bancas. Quem gosta de comprar coisas valiosas por precinhos em conta está no lugar certo. Tem objetos antigos e atuais misturados com kitsch e com objetos sem valor.

OBB-1042.504

Manobreira -Austriaca

Detalhe, as duas estão funcionando! Depois de pechinchar bastante consegui levar também um pratinho pra minha coleção, com um bom desconto. As locomotivas sairam por 25 e 20 euros, respectivamente, e o pratinho antigo ficou por 5 euros (com 3 de desconto). Andei pela feira toda e só achei locomotivas bem mais caras. Ah, o pratinho, não é lindo? É antiguidade!

Agora, quem gosta de trem vai ficar doido com esses que vou mostrar! Eles me levaram para todas as cidades que visitei. Muito lindos, confortáveis e rápidos! Eu que não entendo nada de trem fiquei admirada pelos “trenzinhos”. Olha só os modelinhos…

Esse é da OBB – Fui para Innsbruck  saindo de Viena, nessa beleza, por apenas 58,30 euros (ida) e mais 58,30 para a volta, com direito a descer em Salzburg para visitar a cidade e depois seguir para Viena com o mesmo bilhete (que tem validade de trinta dias). E eu que pensava em comprar ticktes para os techos Viena-Innsbruck-Salzburg-Viena. Nada como ter uma amiga que fala alemão. No guichê da OBB (maior empresa ferroviária da Austria) fui informada que bastava comprar ida e volta Viena-Inn  e que podia conhecer Salzburg, na ida ou na volta, com o mesmo  bilhete. Como meu tempo era curto,  dormi em Inn e no dia seguinte fui para Salzburg e de lá para Viena. São 4 horas de viagem de Viena até Innsbruck. Salzburg fica no meio do caminho, duas horas de viagem até Viena.

Interior do trem. Parece um avião, com ar condicionado, a tela informa a velocidade do trem,  as estações, a  hora prevista de chegada, tem vagão gourmet no trem. A estrada de ferro é muito sinuosa, percorre vales, atravessa túneis mas em alguns trechos alcança 202 km/h. Não é o trem bala, mas dá pro gasto. rs

Olha quantos vagões tem o trenzinho!

Passei por esse no caminho. Opa, quase não dava para fotografar!

Estação de Trem em Basel (Suiça).

Não dá pra mostrar todo numa foto só, eles são enormes! E de quebra vou mostrar também as estações por onde passei.

Estação  em Salzburg.

Olha que lindooo!

Estação em Basel.

Estação em Colmar (França).

Estação em Strasbourg (França).

Interior da Estação em Strasbourg.

Está escrito: “A proximidade não depende da distância”.

Como viram, esse post só é pouco para mostrar as locomotivas, os lindos vagões e  os pátios cheios de composições. E ainda tem o metro, os bondes … Aguardem o próximo.

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Os  primeiros dias foram de frio apesar do verão, na região da Basileia.  O tempo demorou para esquentar e comecei a sentir ressecamento e rachaduras nos pés. Ainda bem que levei algumas peças de roupa para frio e creme hidratante. Aos poucos o tempo melhorou e saímos para passear nas cidades de Muttenz e Basel. Consegui encontrar um adaptador para  o computador, mas falta um para a máquina fotográfica.

O transporte na Suíça é fantástico! Sempre chega  na hora prevista afixada no ponto, do ônibus ou do trem. O ticket pode ser comprado no próprio ponto, na máquina, que agora aceita tanto franco  quanto euro. Se alguém for pego no transporte sem o ticket paga multa na hora.

Andamos pelo centro da cidade de Muttenz  para umas comprinhas básicas: chocolates suíços. No dia seguinte fomos a Basel e fui rever o Rio Reno.

Lá estava o barquinho atravessando o Reno preso por um cabo, sendo levado pela correnteza para o outro lado do rio.

Os chafarizes são um espetáculo à parte. Cada um mais bonito que outro. Cheio de detalhes, com uma ou mais bicas,  tanto servem com ornamento  decorativo,  como para saciar a sede e também, manter a umidade do ar.

Andando pelas ruas encontramos o famoso Hotel dos Três Reis (Les Trois Rois) o mais famoso hotel da cidade. Situado às margens do Reno, é bem recomendado por aqueles que desejam luxo e eficiência.

Próximo ao hotel está a Ponte das Bandeiras, que liga  Basel Grande a Basel Pequena.

Essas figuras na parede do prédio chamam atenção, mas nem todos observam quando passam. Uma está dando língua!

Existia uma rivalidade entre as duas Basileias. A figura representa o Rei de Basel Grande dando língua ( “Lällekönig”) a Basel Pequena, que retribui a ofensa celebrando uma festa de carnaval conhecida como Vogel Gryff  (Pássaro Grifo), onde figuras carnavalescas tradicionais dançam de costas para a ponte das Bandeiras.

Image (34)

Tem mais post sobre a Suíça. Apareça no Gina Psi.

Retornei ontem da viagem e ainda não me adaptei ao fuso horário local. O sono chegou e como diz uma amiga viajante, do Blog Mala de Rodinha e Nécessaire , a “reentrada” é sempre difícil, na rotina, no trabalho… No próximo post tem mais aventuras pelas ” Zoropas”!

Bye

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Aqui estou, curtindo o verão europeu. Ou melhor, o frio verão ! A temperatura aqui ainda não esquentou, rsrs. Passei uns dias em Muttenz, região da Basiléia. Meu computador está sem adaptador.Cometi um pecado mortal- esqueci o adaptador e aqui eles custam uma  pequena fortuna, rsrs.

Viajando rumo a Europa.

A chegada foi muito festiva, matando as saudades de  todos. Logo saímos para passear.

Basel – Vista da Ponte das Bandeiras

Fui a uma festa de aniversário e este grupo tocava música folclórica, da região da Basiléia, para animar a festa.

Ir à Suíça e não fazer umas comprinhas de chocolates suíços é um pecado, rs. Delícia! Levei para a família toda.

Voltei a Basel para mais um tour.

Agora  vou fazer um bate e volta até Viena.  Prometo tirar muitas fotos  para colocar no blog.  A cidade é linda!

Até breve!

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Chegou finalmente a hora de conhecer as geleiras. Eu e minha prima, companheira de viagem, seguimos em direção aos Alpes. Percorremos a autoestrada em direção a Grimsel Pass.

A vista é deslumbrante quando chegamos ao vale e avistamos, no alto, as montanhas cobertas de neve. Não resisti e parei para fotografar.

Passamos por várias cidadezinhas e depois começamos a subir a montanha até uns 2.168 metros.

Alpes Suíços

Estrada sinuosa

Alpes suíços no verão

Alguns picos ainda estavam cobertos de neve apesar de estarmos no verão. A estrada, muito sinuosa e estreita, é um espetáculo à parte. Demos muitas voltas até chegar no alto da montanha.

Atravessamos  montanhas por túneis imensos.

Para logo deslumbrar paisagens belíssimas! Nessa paradinha tinha um mirante que dava para ver a neve, dos picos mais elevados, descongelando e formando quedas d’água.

Paramos para apreciar a vista e eu tive o meu primeiro “contato imediato” com o gelo alpino!

Alpes – parada para explorar a montanha

Subi numa pequena elevação para tirar fotos e, na descida…. plaft! Escorreguei até embaixo! Pena que dessa parte não tenho foto. Foi muito hilário! Curti bastante e fiquei com os fundilhos gelados! Andar no gelo não é fácil como parece! Primeira lição.

Lá do alto dá para ver os picos de várias montanhas, inclusive a que meu primo escalou e colocou uma cruz de madeira bem no alto. De onde eu estava não dava para ver a cruz, mas a vi em fotos. A cruz está fincada do lado esquerdo da foto, no alto da montanha. Na base da cruz de madeira, tem um livro guardado para registro do nome de quem conseguir escalar essa montanha. O nome do primo já está lá, juntamente com o do amigo que o ajudou a levar as toras de madeira para formar a cruz.

Seguindo adiante chegamos ao mirante de Sustenpass.

Sustenpass

Só para ter uma ideia da altura das montanhas: 2.000 metros, a maioria acima de  3.000  e  4.000 metros! Quando olhamos lá embaixo o vale de onde começamos a subida é que temos  noção da coisa!Agora já estamos há mais de 2.500 metros de altura. E olha a geleira (glacier) aí!

Postal

Da  pra se sentir quase no topo do mundo! rsrs

A aventura ainda estava começando. Encontramos muitas surpresas pelo caminho, como um pequeno engarrafamento na montanha!! Carros enfileirados, motoristas encostados nos seus respectivos automóveis, esperando… O que? – pensei.

Ah! Logo a frente um grupo de homens estavam “limpando” a montanha!! Essas coisas só acontecem aqui? Pois é, eles retiravam as pedras soltas, que rolavam montanha abaixo, para que não caíssem nos carros que passavam. É que com a alternância do frio e calor, as rochas se partem e rolam morro abaixo. Para evitar acidentes os “garis” (não sei com se chamam lá) retiram essas pedras soltas e depois limpam a estrada. Essas pessoas maravilhosas correm risco ao subir nesses paredões para executar esse trabalho. São muito corajosos!

Aqueles pontinhos alaranjados são os limpadores. Dá pra ver algumas pedras no meio da pista. Resta esticar as pernas, beber uma aguinha e esperar. Pronto, após alguns minutos recomeçamos a subida rumo a Furka!

Seguindo o caminho passamos por uma represa, uma hidrelétrica e o Parque das Marmotas.

Visitamos também uma capela  feita de pedras, no alto da montanha.

Capela de Pedra

Essa capela é muito bonita por dentro, os vitrais deixam passar a luz do Sol para o  interior. No alto da montanha os visitantes tem a oportunidade de parar, contemplar, refletir e agradecer a Deus pelo belíssimo  presente que a natureza nos deu.

Lá em cima uma visão incrível! Sem a neve para cobri-las as montanhas parecem despidas. O calor do verão derrete uma boa parte da neve, mas ainda podemos ver lagos parcialmente congelados.

De lá seguimos por outra estrada para Furkapass. Descendo a montanha, passamos por um lago semi-congelado e um restaurante. Paramos para esticar as pernas e fotografar algumas flores  típicas dos Alpes.

Estacionamento

Subimos essa ladeirinha para procurar  as flores dos Alpes, só encontradas nessa região, claro! São lindas e delicadas, encravadas na rocha, aparecem na primavera e verão para alegrar a paisagem.

Não encontramos a “flor dos Alpes” mais famosa: a Edelvais ou Edelweis  (Leontopodium alpinum), conhecida como “pé-de-leão”. Essa flor foi usada como título numa canção do filme A Noviça Rebelde (The Sound of Music), como um símbolo da pátria, na época da invasão nazista. É uma planta protegida por lei.

Simbolismo:

  • Surge nas moedas de euro austríacas (0,02 €)
  • É a flor nacional da Áustria e Suíça
  • Os generais suíços exibem edelvais em vez de estrelas para assinalar o seu estatuto
  • É considerada o “supremo talismã do amor”
  • Palavra alemã que significa “branco nobre”.
Edelweis - foto Wikipédia)

Edelweis – foto Wikipédia)

Existem muitas lendas relacionadas à flor: numa delas, por exemplo, a flor nasceu das lágrimas de uma jovem virgem.

Dizem as lendas da Áustria ser uma prova de amor quando o rapaz sobe os Alpes para buscar a linda flor para sua amada, pois é um percurso muito perigoso e somente com muito amor para se arriscar dessa maneira. (Fonte: Wikipédia)

Encontramos também uma casa que estava enterrada no gelo. Com o verão parte do gelo derreteu e a casa apareceu!

Chegando em Furkapass, compramos os bilhetes para visitar a geleira. Então entrei literalmente numa fria, ou melhor, numa gelada!!! É uma emoção enorme andar dentro de um túnel de gelo, ouvindo a água derretida escorrer montanha  abaixo formando uma cachoeira. O assoalho é feito de tiras de madeira e as paredes tem iluminação. O ambiente, que  fica azulado por causa da água congelada,  é pior que um freezer! Saí de lá com o rosto todo vermelho. Foi emocionante! Vejam nesse postal como começou a construção da geleira.

Furka – Geleira

Glacier du Rhône

Percorremos os arredores e um centro comercial para turistas comprarem lembrancinhas. Ganhei da minha prima um cristal de rocha.  Depois seguimos viagem. Mas antes deixei minha assinatura no gelo para  ser encoberta pela neve do próximo inverno. Na minha blusa estava escrito “Salvador-Bahia” e vários pontos turísticos da cidade estavam estampados na frente. Muitos  olhavam para a camiseta  com curiosidade .

Paramos para almoçar num lindo chalé.  A comida estava uma delícia! Uma macarronada com molho de queijo e doce de maçã (para colocar na comida se quiser, experimentei e gostei!) . Para beber, chá gelado.

Restaurante – Chalé

De lá percorremos outra montanha e descemos para o Lago dos Quatro Cantões, que em alemão chama-se    “Vierwaldstättersee”, ou seja,  Lago dos Quatro Cantões Florestais. Esse lago  tem 38 quilômetros de extensão  e está situado 433 metros acima do nível do mar. Seus mais de 113 km quadrados têm uma profundidade de 214 metros no local mais fundo. É possível circular de carro em volta do lago,  no caminho tem muitos túneis e curvas. Em volta do lago, próximo a Gersau, estão alguns dos montes mais visitados: o Monte Pilatus e o Monte Rigi. Aliás falando em túneis, encontrei um com extensão de 3,2 km, outro de 9 km e até maiores.

Essa é a vista do Lago dos Quatro Cantões, da janela do nosso quarto no hotel. Linda!

Encontram-se muitos hotéis e restaurantes à beira do lago. Passeamos no local, com muitas  flores e jardins bem cuidados. A cidade de Gersau  é passagem obrigatória para quem vai ao Monte Rigi. Num desses  hotéis passamos a noite (Krone ou Hotel da Coroa). Estilo chalé,  aconchegante e muito organizado. Depois de saborear um delicioso jantar admirando o pôr do Sol em Gersau, cidadezinha agradável às margens do lago, fomos descansar. Nada como uma boa noite  de sono para repor as energias.

Ao amanhecer rumamos para Lucerna,  passando por Brunnen, Vitznau, Weggis, Greppen, Altdorf, Flüelen, Sisikon e Tellskapelle (a capela do lendário Guilherme Tell).

Foto: Wikipédia

Foto: Wikipédia

Considerado um herói nacional,  Guilherme Tell é tido como um herói bem sucedido que atirou uma flecha, com uma besta, numa maçã que estava na cabeça de seu filho. Porém ele é apenas um arquétipo que aparece em vários mitos  da cultura germânica. O nome desse herói aparece ligado a libertação da Suíça do império Habsburgo da  Áustria.

No caminho para Lucerna passamos pela Capela da Rainha. Essa capela foi  construída a beira do Lago Luzern, na cidade suíça de Küssnacht perto do local onde a rainha Astrid da Bélgica faleceu devido a  um acidente de carro.

Capela da Rainha

Em breve  contarei minhas aventuras em Lucerna.

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