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Posts Tagged ‘Portugal’

Quero agradecer a todos os visitantes do Ginapsi e, em  especial, aos portugueses que ocupam a primeira colocação em número de visitantes a  este  blog.

Eu amo Portugal  e fico muito contente que meus posts sejam tão bem recebidos por lá. Sempre desejei conhecer a terra do meu avô materno,  o Sr. José Antônio Rodrigues Júnior, carpinteiro, natural de Ilhavo-Aveiro. Por isso fui conhecer as  terras lusitanas.

O post mais visitado é o Zoológico de Lisboa. Em quase todos os países por onde andei  fiz questão de visitar o Zoo. Tenho um apego pelos animais e gosto de saber quando eles são bem tratados.

O teleférico do Zoo de Lisboa proporciona uma visão espetacular de toda a área.

Foto: Tuválkin @ Flickr

Espero que este blog, além de  distrair, sirva para trazer informações úteis aos viajantes e incentivem outras pessoas a viajar. Com uma renda curta, muito planejamento  e cia low  cost, me aventuro pelo mundo. Viajar é bom demais!

Até mais …

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Quando viajei para Lisboa fui convidada  a conhecer Évora, uma cidade que se destaca  pela sua história, arquitetura, universidade, artesanato e belas paisagens.

O mapa destaca o roteiro da parte antiga da  cidade.

Mapa: portugal-hotels.com

Na Praça do Giraldo os prédios e suas arcadas são testemunho do passado. Abrigam tanto da chuva quanto do Sol, encontram-se algumas lojas, cafés onde se pode saborear as queijadinhas de Évora, como o Café Arcada. Nessa praça desembocam 8 ruas.

Évora é a Capital do Alantejo. Possui um Centro Histórico bem preservado, com casario branco,  ruaelas estreitas, as arcadas em estilo árabe e as muralhas medievais e românicas são um convite para o visitante.

A cidade é aconchegante e alegre. A Universidade de Évora atrai jovens  de várias partes e uma infinidade de licenciaturas. Arquitetura, Arquitetura Paisagista, Artes Visuais, Física, Química, História, Educação, Engenharia (Mecatrônica, Civil, Química, Energias Renováveis, Agrícola, Alimentar), Sociologia, Medicina Veterinária, entre outras.

Claustros da Universidade de Évora.

Foto: http://clientes.netvisao.pt

O centro da cidade foi declarado  Patrimônio Mundial pela UNESCO, em 1986.

Os principais pontos de interesse em Évora são: o Templo Romano, a Sé Catedral, a Igreja de São Francisco e a Capela dos Ossos, o Palácio de D. Manuel, o Convento dos Lóios, a Praça do Giraldo, as Muralhas  antigas, mas o turista vai  descobrir que Évora tem muito mais. Andando pelas ruas estreitas deslumbram-se casários, praças, fontes e jardins fantásticos.

Palácio D. Manuel ou Paço Real de São Francisco – foi construído no Séc XVI  pela dinastia de Avis, em estilo gótico-manuelino-mujedar e da renascença.

Arqueduto

Palácio das Cinco Quinas ou Palácio da Casa de Cadaval

A cidade está situada numa planície a uma distancia de cerca de 130 km de Lisboa.

Catedral ou Sé de Évora- em estilo romano gótico, com três naves.

A cidade foi habitada no tempo dos romanos, tendo sido chamada Liberalitas Julia, e deste período restam inúmeros vestígios dos quais se destaca o templo romano conhecido por ”Templo de Diana”.

Capela dos Ossos, na Igreja de São Francisco .

Igreja de S. Francisco –  com arquitetura gótico-manuelina, foi  construída entre 1480 e 1510.

Ano Internacional do Planeta Terra

Ermida São Brás – fundada em 1483 pelo rei D. João II e o bispo de Évora D. Garcia de Menezes.

Fonte: http://clientes.netvisao.pt

 

Essa é Évora! Que encanta a quem a visita. Visite os post sobre esssa jóia do período medieval.

Até breve.

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Um dos mais lindos palácio que já conheci!

Palácio de Monserrate, em Sintra – Portugal.

Copie  e cole em outra aba.

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A cidade de Sintra ergue-se sobre um pequeno maciço da serra que tem o mesmo nome da povoação. Foi  no passado antiga residência de verão de reis e nobres portugueses. Em 1995 foi declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

A paisagem é deslumbrante  e realça a personalidade e o encanto da vila elogiada por personalidades como Camões e Lord Byron.

O Palácio da Pena é  considerado obra-cume do romantismo português. A obra foi encomendada  pelo monarca D. Fernando II, por volta do Séc. XIX, ao arquiteto alemão Ludwig von Eschwege. Juntamente com o mosteiro jerônimo levantado no mesmo lugar, o conjunto é uma mistura de vários estilos: oriental, egípcio, gótico, manuelino e renascentista.

Vista do portão de entrada.

Nos anos 90, o palácio foi alvo de uma significativa restauração e a maior alteração é visível ao longe: a sua pintura em côr-de-rosa e amarelo. Apesar de ter chocado os habitantes de Sintra, habituados a verem-no ‘vestido’ de cinzento, estas eram, na realidade, as cores originais do Palácio da Pena!

Vista do portão interior do castelo.

A arte se manifesta no palácio  por todos os canto: na Sala Árabe, na Sala Indiana, no Salão Nobre, na Sala de Saxe e na Sala dos Veados.

Estruturalmente o Palácio da Pena divide-se em quatro áreas principais:

  • A couraça e muralhas  envolventes (que serviram para consolidar a implantação da construção), com duas portas, uma das quais provida de ponte levadiça;
  • O corpo, restaurado na íntegra, do Convento antigo, ligeiramente em ângulo, no topo da colina, completamente ameado e com a Torre do Relógio;
  • O Pátio dos Arcos frente à capela, com a sua parede de arcos mouriscos;
  • A zona palaciana  propriamente dita com o seu baluarte cilíndrico de grande porte, com um interior decorado em estilo cathédrale, segundo preceitos em voga e motivando intervenções decorativas importantes ao nível do mobiliário e ornamentação em geral.

Fonte: Wikipédia

Tritão representando  a alegoria da Criação do Mundo.

Contornando o castelo podemos apreciar uma vista panorâmica dos arredores.

Ruínas do Castelo dos Mouros.

Subida numa espécie de bonde, até o alto, para quem não quiser fazer a longa caminhada.

O Palácio e o Parque foram idealizados e concretizados como um todo. Do Palácio, o visitante avista um manto de arvoredo que ocupa mais de 200 hectares, constituindo assim o Parque da Pena. Este parque tem percursos e passeios lindíssimos, com inúmeras construções de jardins lá existentes.

São pontes e grutas, bancos de jardim, pérgulas e fontes. Pequenas casas onde se alojavam guardas e demais criadagem. Estufas e viveiros com camélias, rododendros, rosas, de cepas  invulgares e muito raras. Esculturas, como o guerreiro  que se avista do Palácio, como a querer dizer que está ali para o proteger e guardar. Os lagos  próximos da saída para o Castelo dos Mouros  são igualmente pitorescos e aprazíveis, envolvidos por um imenso tubo de fetos arbóreos.

Todo o parque da Pena é hoje considerado o parque da Europa, com o mais rico e invulgar conjunto de espécies arbóreas, já inexistentes em muitos outros países e continentes donde são originárias. (Fonte: Wikipédia)

Como chegar lá:

Estrada da Pena, 2710-609 Sintra
Horário: 16 Set -30 Junho 10.00 – 17.30 / 01Julho – 15 Set 10.00 – 19.00
Ultima entrada 1 hora antes do fecho
Aberto todos os dias do ano, com exceção dos dias de Natal e Ano Novo
Preço por Bilhete: (Parque incluído) 7 €.
Lisboa Card: Gratuito

Fonte: portugalvirtual.pt

Aguardem o  próximo post sobre Sintra. Até!

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Post Card de Lisboa.

Sempre sonhei em visitar a terra do meu avô materno: Ilhavo, próximo a Aveiro, norte de Portugal. A oportunidade surgiu quando minha sobrinha estava estudando  em Lisboa e convidou-me para passar uns dias por lá.

De Lisboa  aproveitei para conhecer  os arredores. Já publiquei  minha visita a Évora,  um dos post mais visitado. Grata pela visita.

Desta fez não deu para  ir a Ilhavo, pois o tempo foi muito curto e tirei uns dias para visitar Paris e Madrid (assunto para depois). Quando vi o preço das cia low coast saindo do Porto, endoideci! Quem resistiria a Paris por apenas 10 euros?(não tinha mais  passagem de 4,99 euros). E de Madrid  a Porto por 4,99 euros?

O vôo pela TAP para Lisboa foi ótimo e o serviço de bordo também.

Quando cheguei em Lisboa  providenciei logo um mapa da cidade e outro do metro. Também é essencial um cartão para o transporte  (metro, autocarro -“ônibus” ou comboio).

http://www.metrolisboa.pt/default.aspx?tabid=79

Comecei  visitando o bairro do Belém, aliás a nossa história tem tudo a ver com esse bairro.

Mosteiro dos Jerônimos

Igreja: gratuito. Claustros e dependências: € 4.5; Jovens (15 a 25 anos) e reformados: € 2.25, Portadores do Cartão Jovem: € 1.8, crianças até aos 14 anos: gratuito. Domingos e Feriados até às 14h00: gratuito. www.mosteirojeronimos.pt

http://www.guiadacidade.pt

* Não sei o que deu na máquina para as fotos ficarem tortas. Não sei se foi a máquina ou a fotógrafa (rsrs). Felizmente agora tenho uma digital de melhor qualidade, falta tomar umas aulas de fotografia!

Praça em frente ao Mosteiro.

Portal do Mosteiro.

Sepultura de Vasco da Gama situada no interior do Mosteiro.

Como chegar ao Mosteiro:

Localização: Praça do Império
Linha de Ônibus: 28, 43, 49 e 51
Linha de Bonde: 15
Horário: 3ª a Domingo das 10h às 17h

Centro Cultural de Belém

Rio Tejo

Do alto dá pra ter uma vista fantástica de toda a  área.O Planisfério visto do alto e a Rosa dos Ventos em mosaico.

Vista da cidade e do bairro do Belém.

Padrão dos Descobrimentos – de onde partiram as caravelas para as Índias e o Brasil.

Rio Tejo, ao fundo a Ponte Vasco da Gama e a torre com o Cristo Redentor, no alto da colina.

Minha estadia em  Lisboa foi cheia de emoção.  Fiquei encantada com a cidade. Me senti em casa!

Acompanhe essa linda viagem nos próximos posts.

Até lá.

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Chegou o dia de fazer o caminho inverso. Seguia para a terra do meu avô materno, navegando pelos “ares” para descobrir o Velho Mundo! Essa viagem foi dedicada a mamãe, que tanto desejou conhecer a terra natal do Vovô e que não teve oportunidade.

Lisboa, a Terra do Fado, realmente é muito formosa e cheia de encantos!! Dos Mouros aos Lusitanos, em cada canto a história está presente. Me senti em casa, tão íntima fiquei da cidade. Já contei a minha aventura na cidade de Évora e agora vamos passear por Lisboa.

Vista da cidade e do Rio Tejo

Cidade  situada na foz do Rio Tejo, Lisboa foi construída em torno de sete colinas. Podemos ver ao fundo, à esquerda, a estátua de  Cristo Rei, de 28 metros de altura, sustentada por um pedestal de 82 metros. Foi inaugurada  em 1959 e de lá tem-se uma ampla visão da cidade.

Atravessando o estuário está   a Ponte 25 de Abril (1966), construída pela  mesma empresa que levantou a ponte Golden Gate e  a Bay Bridge de São Francisco-EUA, daí a semelhança arquitetônica entre elas. Essa ponte tem 2,5 km de extensão e uma altura de 60 metros.

Vista a partir do Castelo São Jorge

Cidade hospitaleira, Lisboa tem sua fundação datada de 800 a.C. pelo Fenício Alis Ubbo ou Olissipo, donde se atribui o nome. Posteriormente foi ocupada pelos Romanos, por tribos de  Vândalos e também invadida pelos sarracenos (1714).

O nome do bairro Alfama (prefixo árabe  “al”) e a disposição das ruas como um labirinto é testemunho da passagem desse povo pela península.

Vista da igreja de São Vicente de Fora, no bairro de Alfama. Conta-se que com a chegada dos Maometanos, esse bairro, antes rico em fontes de água quente, recebeu o nome de “al. hamma” , vocábulo árabe que significa “águas termais” . Para quem quer ouvir o fado, nada melhor do que ir a uma das antigas tavernas de pescadores espalhadas pelo bairro.

Próxima às igrejas de S. Vicente de Fora e de Santa Engrácia acontece a popular Feira da Ladra, todas as terças-feiras e sábados.

Passeando pelo bairro encontramos a Catedral de Lisboa ou Sé. A igreja tem um aspecto de fortaleza, reunindo os estilos românico e gótico. Foi restaurada após os terremotos de 1385 e de 1755. No seu interior está o sepulcro do rei D. Afonso IV e da sua esposa, além de uma linda capela gótica.

Catedral

No coração da cidade de Lisboa está a famosa Praça do Rossio, no bairro conhecido como  A Baixa. O nome oficial da praça é D. Pedro IV, primeiro rei constitucional. As lojas, os cafés e as floriculturas fazem parte desse lugar que convida as pessoas a um passeio e um momento de contemplação. Também nessa praça, do lado oposto, está a Estação do Rossio em estilo neomanuelino.

Estação do Rossio

Praça D. Pedro IV

Praça  D. Pedro IV

Praça D. Pedro IV

O Teatro Nacional D.Maria II faz parte desse cenário, em estilo neoclássico, foi sede da Santa Inquisição no passado.

Teatro

Estação do Rossio

Lisboa- Estação do Rossio ao fundo

Praça D. Pedro IV

Estátua de D. Pedro IV

Praça D. Pedro IV

Hard Rock Cafe

Logo adiante encontramos a Praça da Figueira, com a estátua de D. João I, o primeiro monarca da dinastia de Avis.

Praça da Figueira – D. João I

Praça da Figueira

Praça da Figueira

No próximo post vamos passear na Praça do Comércio.

Até lá.

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Nas minhas andanças por Évora encontrei construções erguidas pelos romanos há cerca de 1800 anos, como a “Porta do Talho do Mouro” hoje chamada de Porta de D.Isabel. Essa era uma das principais portas da cidade situada nas muralhas que os romanos construíram para proteger  Évora: a Cerca Velha. Junto à porta nota-se um empedrado que servia de estrada para os romanos. Em meados do Séc XII tropas árabes venceram a resistência dessa muralha e tomaram a cidade.

Num outro ponto do passeio conheci a Igreja de S. Francisco construída há  mais de 500 anos. Na entrada da igreja pode-se ver a esfera armilar, emblema do rei D. Manoel,  e símbolo da expansão portuguesa na época dos descobrimentos. Nessa igreja os reis portugueses e a sua família assistiam à missa quando visitavam Évora. Ao lado da igreja, no claustro,  foi construído um palácio, os Paços Reais. Lá passaram temporadas e realizaram cerimônias importantes como o casamento do príncipe Afonso, filho de D. João II, e uma princesa espanhola. Por alí passou também Vasco da Gama para receber o cargo de comandante da frota que partiu para as Índias.

Continuando o passeio pelas ruas estreitas da antiga Évora encontrei a Igreja da Graça. Nomes como o arquiteto Miguel de Arruda e o célebre escultor francês Nicolau de Chanterene deixaram suas marcas nesse importante monumento renascentista. Na entrada, acima da porta, estão 4 estátuas chamadas “meninos da Graça” e carregam às costas as quatro partes do mundo representando os lugares onde os portugueses chegaram. O rei D. João III mandou escrever, à imitação dos antigos romanos, o título de Pai da Pátria.

As Muralhas de Évora

Até o próximo post.

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