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Posts Tagged ‘Pinturas’

Passear pelas ruas estreitas da  Velha Quebec é voltar no tempo!

Tanta  história, lutas…

Tudo retratado em imensos painéis pintados nas paredes de  prédios antigos.

Nos encantamos com o enorme painel que retrata cenas do cotidiano, do passado e do presente, dos habitantes da cidade.

Foto: Livi Souza.

Personalidades importantes  fazem parte dessa pintura localizada na  Place Royale:  Jacques Cartier, François de Montmorency-Laval, Samuel de Champlain,  Louis-Joseph Papineau, François-Xavier Garneau,  Jean Talon, Comte de Frontenac, Louis Jolliet, Felix Leclerc,  Lord Dufferin, e  outros.

O Mural tem cinco andares, numa estrutura tridimensional, e retrata  pessoas importantes da história do Quebec, como podemos ver nessa lista a seguir:

A intenção ilusionista dessas pinturas   corresponde à  tradição do trompe l’oeil no Canadá. As estátuas espalhadas pela cidade e as pinturas reforçam bem  a  consciência histórica e a identidade cultural dos seus habitantes.

Esse outro mural  fica no final da rua Petit Champlain

Foto: estoria.net

Foto: estorias.net

Localizado a 102 Rue du Petit-Champlain, na parede do prédio de propriedade da Cooperativa dos Artesãos e Comerciantes  do  Quartier Petit Champlain.

Foto: estorias.net

Foto by jamiesno.

Este mural mostra as origens do bairro Cap-Blanc, os bombardeios em 1759, incêndios, desabamentos e outros desastres que se abateram sobre Quartier Petit Champlain ao longo dos anos, bem como a força e a coragem daqueles que construíram, viveram, desenvolveram e soprou nova vida para esta parte da cidade de Quebec.

Foto: estorias.net

Existem outros murais que ocupam espaços vazios, paredes, pontes ou muros.

O Hotel – Dieu de Quebec , hospital universitário, foi aberto em 1639  por  iniciativa da Duquesa d’Aiguillon, com o  apoio de frades. É possível observar  nesses murais, médicos e enfermeiros.

Foto: estorias.net

Foto: estorias.net

Arredores da  Place Royale

Até o próximo post sobre  Quebec City.

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Uma dica para quem pretende ir ou  está viajando pela Europa!!

Este cemitério localizado em Sapanta- Romênia, próximo da fronteira com a Ucrânia, é  bastante original!  Chama-se  Cimitirului Vesel ou Cemitério Feliz !

Fotos: turismland.ro

As tumbas  coloridas descrevem, de forma original e poética, as pessoas que estão enterradas lá  e cenas de suas vidas.

As imagens retratam como é a vida cotidiana de seus protagonistas: um homem num trator, uma mulher tecendo um tapete… Também é possivel ver a evolução dos meios de transporte: montarias , carros…

Os moradores da cidade participam da pintura escolhendo as cores utilizadas. As cores têm  diferentes significados: um fundo azul brilhante com a palavra “Sapanta bleu” significa esperança e liberdade. A amarela representa a fertilidade; a verde significa a vida; a vermelha  representa a paixão; e a que é preta indica uma morte prematura ou inesperada.

Esse curioso costume iniciou com um morador chamado Stan Ioan Patras, que talhou  a primeira peça com estas características, no ano de 1935. Chegou a fazer mais de 800 peças, até que veio a falecer no ano de 1977.

Um aprendiz de Patras, chamado Dumitru Pop, continua essa tradição.

Atualmente o cemitério é uma atração turística e um  museu a céu aberto! Além de ser fonte de renda para a cidade.

Entre os monumentos funerários mais visitados da Europa, esse  ocupa o  primeiro lugar e o segundo do mundo, perdendo apenas para o Vale dos Reis, no Egito.

Esse vale  uma viagem, pois não?!

Realmente maravilhoso o trabalho desse artesão! Quanta coisa bonita está para ser descoberta nesse  mundo!

E você,  visitaria  um cemitério como esse?

No próximo post tem mais Canadá. Até lá!

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Assim que chegamos a Buenos Aires fomos conhecer a área próxima ao hotel, providenciar um mapa da cidade, localizar a estação do Subte (metrô) e no dia seguinte fizemos um tour pela cidade, que fazia parte do pacote. O restante dos dias ficaram por nossa conta! Uma semana inteirinha para conhecer Buenos Aires!

Sinceramente, ainda pretendo voltar porque sempre fica algum lugar que não deu tempo de ver ou gostaríamos de rever!

E foi num restaurante, na Florida, que encontramos essa bela tela do “Caminito”. Imagine ao vivo!

O tour-guiado foi muito rápido e nem deu pra fotografar muita coisa, mas serviu de prévia para o  que queríamos  ver, a localização, etc.

Passamos pelo Estádio do Boca Júnior – La Bombonera e lá estava a estátua de Maradona. Para entrar no estádio paga-se uma taxa. No local estão expostas medalhas, troféus, bolas, fotos e  uniformes do time de futebol argentino.

É  comum encontrar pintores e  seus trabalhos  expostos nas calçadas.

O “Caminito” está  localizado no bairro La Boca,  que é uma rua-museu.

As casas são construídas com tábuas de madeira, placas e telhas de metal  e pintadas com  cores vibrantes.  Os  imigrantes, principalmente italianos e espanhóis, usavam as tintas que sobravam dos navios do porto para pintá-las.

Autor: Rcidte – Wikipédia.

No lugar  se podem ver casais dançando o tango e um  mercado artesanal onde se vende pinturas, souvenirs, artesanato,  entre outras peças que encantam os turistas.
Caminito que el tiempo ha borrado,

que juntos un día nos viste pasar,
he venido por última vez,
he venido a contarte mi mal (…)

Tango Caminito
Coria Peñaloza e Juan de Dios Filiberto

Buenos Aires também é conhecida pelas suas galerias de arte. Vistamos uma dessas e nos encantamos pelas lindas telas.

Aliás, não é só nas galerias de arte que podemos apreciar  essas obras primas. Olhe o que encontramos no subte (metrô)!

Pinturas nas paredes subterrâneas do subte.

No próximo post  tem  muito mais Buenos Aires.

Hasta pronto!

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A distância  da antiga vila de pescadores até as ruínas é pequena,  3 km da entrada  até o castelo.

Chegando no marco “Mata de São João” , dobre a direita  e siga para  a  Praia do Forte.

Logo à frente está a entrada  para as majestosas ruínas do Castelo de Garcia D’Ávila, sede do maior latifúndio do mundo, no alto de Tatuapara.

A estrada é de barro e ao lado existe uma trilha pavimentada  para ciclistas. Quando chegar na guarita  pagará uma taxa de 10 reais por pessoa (2012), crianças não pagam. Estacione numa sombra e desfrute da paisagem!

Na entrada da propriedade dos D’Ávila está o Centro de Visitação , um grande salão com maquete do castelo, telas, salas para exposições e centro administrativo da Fundação Garcia D’ Ávila.

Maquetes do castelo

Pinturas

Depois  de uma subida avistará uma gameleira centenária e o anfiteatro.

Mais a frente um sítio arqueológico (vestígios de antigas construçõe)s e a linda vista do castelo com o mar, ao fundo.

Um castelo medieval em pleno nordeste  do Brasil! Um verdadeiro paraíso nos trópicos!

À direita a Capela de Nossa Senhora  da Conceição bem conservada levando em conta que esse patrimônio foi construído a partir de 1551.

Curiosidade: Capela sextavada e abobadada, em estilo medieval canônico, e salas contíguas recobertas por cúpula e abóbada de aresta com arcos diagonais, iguais às do Paço de Sintra, em Portugal. (www.casadatorre.org.br)

Curiosidade: As propriedades dos Ávilas se localizavam, da Bahia ao Maranhão, dentro de uma área de cerca de 800 mil quilômetros quadrados, equivalente a 1/10 do território brasileiro de hoje, o que equivale às áreas, somadas, de Portugal, Espanha, Holanda, Itália e Suíça.  (www.casadatorre.org.br)

Cúpula da  Capela

O castelo/fortaleza militar  “ foi construído em alvenaria de pedra e se desenvolve simetricamente em torno de um pátio de honra, em estilo renascentista, onde uma escadaria dupla conduzia ao primeiro pavimento”.(Casa da Torre)

Do alto avista-se o mar

No próximo post tem mais!

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Continuando a visitação  a Versalhes chegamos aos aposentos da rainha. Deixando de lado as futilidades dos seus antigos moradores, que levaram à revolução em 1789 e ao fim da monarquia absolutista, vamos sentir a atmosfera de um dos  maiores palácios que já existiu.

Os aposentos da rainha formam uma fila de salas paralelas às do grand appartement du roi.

Serviu como residência de três Rainhas da França: Maria Teresa de Espanha, esposa de Luís XIV;  Maria Leszczynska, esposa de Luís XV; e de Maria Antonieta, esposa de Luís XVI.

A decoração do grand appartement de la reine descreve heroínas daquela época .

Tanta coisa pra ver, que quase não dá tempo de “sentir o lugar”!

Enquanto escrevo sobre o palácio vou revivendo o momento, a emoção que senti e por incrível que pareça, observando os detalhes das pinturas, das esculturas (que na hora passam despercebidas, já que o foco é fotografar  o mais rápido possível antes que a multidão lhe atropele, rsrs) sinto tudo de novo. Agora sim posso admirar e me extasiar!

E assim, tropeçando no passado, se perdendo no labirinto da história, vamos sendo abduzidos pelo glamour de Versalhes.

E ainda tem mais, se perca nos bosques, perambule pelos jardins, tropece nas obras de arte e saia de lá com a alma plena. Tenho certeza  que não sairá ileso. Levará na memória as imagens da grandiosidade, da beleza, e até do exagerado luxo de Versalhes.

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A chegada a Paris foi uma festa! Ao chegarmos no Louvre a emoção transbordou. Tantos planos, tantos sonhos e eis que ele estava bem ali na nossa frente, alguns passos  apenas… Ali está a história da humanidade contada através de suas obras de artes.

Transpondo o corredor chegamos ao “cour carrée”.

A obra de Ieoh Ming Pei, na  área pública do museu, é o que mais chama atenção: a Pirâmide de Vidro, em meio aos prédios clássicos.

Não só em Paris como no Egito, a” Pirâmide” sempre despertou  a curiosidade das pessoas! Como foram feitas as pirâmides dos faraós ? Como a pirâmide de vidro se sustenta? Arquitetura, matemática, engenharia… nisso os  egípcios eram “feras”! Muitos séculos depois vem um arquiteto chinês com esse pensamento:

“O sólido é para os mortos, mas o transparente é para os vivos”. (I. M. Pei)

Dizem que ela foi construída com 673 painéis de vidro (603 losangos e 70 triângulos). Já se especulou que o número é 666, o número da besta.

Lendas à parte, a pirâmide do Louvre une o clássico ao ultra-moderno. Apesar de alguns acharem que a  idéia estava muito avançada e que não combinava com o lugar, a pirâmide agradou e atualmente  os visitantes apreciam a justaposição de estilos.

“A Pirâmide e o átrio subterrâneo, debaixo dela, foram criadas por causa de uma série de problemas com a entrada principal (original) do Louvre, que já não podia lidar com um número enorme de visitantes em uma base diariamente. Os visitantes que entram através da pirâmide podem descer ao átrio espaçoso, em seguida, voltar a subir para os principais edifícios do Louvre”. (wikipedia)

E pensar que em 1190 o Louvre era uma fortaleza construída para defender Paris, a oeste, contra os ataques dos Vikings. No subsolo estão as marcas da antiga fortaleza medieval. Minha companheira de viagem, agora arquiteta, registrava tudo no seu bloquinho, rs.

Chegando a ala das pinturas você pode admirar obras de célebres pintores. É a segunda maior coleção do mundo com quase 12 mil peças. Claro que não dá pra visitar todas elas de uma única vez. Nem fotografá-las, rsrs!  Estava com uma máquina digital e uma com filme APS. Mesmo assim não deu “pro gasto”! rsrs. Da próxima vez vou levar cartão de memória extra, pra não perder nenhum detalhe! Vale a dica pra você.

As tapeçarias são de uma riqueza e beleza, que ao visitante  só resta admirá-las.

Andar por esses suntuosos salões é viajar no tempo…

Vejam o Louvre numa sequência de fotos, que despertará o desejo de conhecê-lo  de perto!

O Jardim das Estátuas

Do Louvre seguimos para explorar os arredores. Até o próximo post.

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