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Posts Tagged ‘Palácios’

Bratislava-Foto:Gina Moraes.

Essa viagem foi cheia de surpresas! Uma delas foi a inesperada oportunidade de conhecer  Bratislava, além de Veneza é claro!

Saí de Viena bem cedinho, no trem da OBB. Os trens para Bratislava partem, na sua maioria, da Südbahnhof (estação que vai ser transformada  na grande Estação Central (Haptbahnhof ),  em obras no momento). Previsão para término das obras, em 2014.

Para chegar nessa estação pega-se o metrô linha U1, na estação Südtiroler Platz. O tempo de viagem até Bratislava é menos de duas horas. São 62 km de Viena. Pela Rail Europe a passagem Wien HBF-Bratislava HLS custa R$58,00, duração 1h 06min (das 08:21hs às 09:27hs , direto). Retorno no mesmo dia ou no dia seguinte (dados obtidos no site da Rail Europe, para viagem em 6 de outubro de 2013). Pela OBB pode-se adquirir passagens em torno de 11 euros dependendo do dia e horário (consulte o site).

Bratislava é a capital da Eslováquia. Está situada  a 62 km de Viena sendo banhada, de ambos os lados, pelo Rio Danúbio.  É a única capital europeia situada na fronteira do seu país com outros dois, Áustria e Hungria.   
Cidade de muitos nomes: Anais de Salzburgo, Brezalauspurc (Castelo de Braslav), Pressburg (em alemão), Pozsony (em húngaro), Istropolis (Cidade do Danúbio), Presbourg (francês), Presburgo (italiano), e outros. Finalmente rebatizada como Bratislava, ou Blava na gíria da Eslováquia.

A viagem de trem  Viena – Bratislava é rápida e a paisagem ajuda a distrair. Essa é a estação central. Para chegar ao centro basta seguir a avenida em frente a estação. A distância dá para ser feita a pé e no caminho tem algumas atrações interessantes.

Foto: Gina Moraes.

Jardins do Palácio GrassalkovichAtrás do Palácio Presidencial (Grassalkovich Palace) em Hodžovo Square está um belo parque (originalmente os jardins do palácio) com árvores antigas e gramados. Ele foi originalmente criado como um jardim formal francês e ainda oferece um espaço tranquilo, longe da agitação da cidade. Ele contém uma estátua da imperatriz Maria Theresa, a cavalo, a Fonte da Juventude pelo proeminente escultor Eslovaca  Tibor Bartfay, e estátuas de vanguarda de artistas contemporâneos.

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Jardins do Palácio Grassalkovich.

By Gina Moraes.

Imperatriz Maria Theresa.

Palácio Grassalkovich, fachada que dá para os jardins internos.

By Gina Moraes.

Palácio Grassalkovich ou Palácio Presidencial, entrada principal. Residência do Presidente da Eslováquia, este palácio de verão em estilo rococó foi construído em 1760 para o presidente  húngaro da Câmara Real e assessor da imperatriz Maria Theresa, o conde Anton Grassalkovich. A casa suntuosa foi um local procurado para eventos da sociedade aristocrática. O palácio é hoje a residência oficial do Presidente da República Eslovaca.

By Gina Moraes.

Praça em frente ao palácio.

By Gina Moraes.

Interior da Igreja dos Trinitários (Trindade) – O interior da igreja tem abóbadas soberba e contém uma pintura de A. Galli Bibiena (1740). O projeto arquitetônico da igreja é semelhante à de São Pedro, em Viena.

Construída na primeira metade do século 18, originalmente para servir a ordem trinitária, esta igreja tem sido a igreja da paróquia da Santíssima Trindade desde 1854.

By Gina Moraes.

Fachada da Igreja da Trindade.

By Gina Moraes.

Portão de São Miguel – do alto da torre tem-se uma linda visão da cidade. O telhado da torre original gótico, construída em meados do século 14, foi modificado entre 1753 e 1758 para dar-lhe o seu atual estilo barroco. A torre de 51 metros tem sete andares.

No topo da torre está uma estátua do arcanjo Miguel  matando um dragão. A entrada para a torre é através do Museu de Armas (olhar para a réplica do canhão ao nível do solo).

Na rua que passa pelo portão é o chamado “quilômetro zero”. Existe uma placa dourada, listando as distâncias de 29 capitais do mundo em relação a Bratislava.

By Gina Moraes.

Rua que liga o Portão de S. Miguel à Praça das Armas. Muitas lojas, restaurantes e hotéis.

By Gina Moraes.

Praça das Armas e a Fonte Maximilian – a fonte foi construída em 1572 na oficina de pedra do austríaco Andreas Lutringer, com uma contribuição financeira da Hungria (Rei Maximiliano II). No entanto, ela é mais conhecida como Fonte de Roland. Trata-se de um enorme tanque circular de 9 metros de diâmetro. No meio do tanque representa uma coluna de 10,5 metros de altura, encimado por uma estátua de um cavaleiro de armadura, para representar o cavaleiro Roland, um lendário defensor dos direitos da cidade. Outros consideram que isso seja uma estátua de Maximiliano II.

By Gina Moraes.

Antiga Prefeitura, vista da Praça das Armas.

By Gina Moraes.

A torre com o relógio, detalhes no telhado e janelas  despertam o interesse do visitante. A  Capela de St Ladislav apresenta  pinturas de parede exclusivas a partir do século 15. Em 1581 foi adicionada uma galeria de renascimento. O edifício normalmente abriga o Museu da Cidade de Bratislava, o mais antigo da cidade (1868). Quando aberto, o museu apresenta uma exposição do sistema de justiça feudal, assim como o interior notável do edifício da Câmara Municipal e mobiliário originais do tribunal municipal.

By Gina Moraes.

Feira de Artesanato ao lado da Praça das Armas. Muitas lembrancinhas lindas!

Bratislava, Foto Gina Moraes.

Figura do Soldado, na Praça das Armas.

Bratislava. Foto Gina Moraes.

Ao redor da praça, restaurantes e lojas, além de uma fonte e muitos turistas deslumbrados como eu, clicandooo!! Estava louca para ir ao castelo, mas essa atração fica para depois.

Tem muito mais sobre Bratislava no próximo post.

Até breve!

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Quando viajei para Lisboa fui convidada  a conhecer Évora, uma cidade que se destaca  pela sua história, arquitetura, universidade, artesanato e belas paisagens.

O mapa destaca o roteiro da parte antiga da  cidade.

Mapa: portugal-hotels.com

Na Praça do Giraldo os prédios e suas arcadas são testemunho do passado. Abrigam tanto da chuva quanto do Sol, encontram-se algumas lojas, cafés onde se pode saborear as queijadinhas de Évora, como o Café Arcada. Nessa praça desembocam 8 ruas.

Évora é a Capital do Alantejo. Possui um Centro Histórico bem preservado, com casario branco,  ruaelas estreitas, as arcadas em estilo árabe e as muralhas medievais e românicas são um convite para o visitante.

A cidade é aconchegante e alegre. A Universidade de Évora atrai jovens  de várias partes e uma infinidade de licenciaturas. Arquitetura, Arquitetura Paisagista, Artes Visuais, Física, Química, História, Educação, Engenharia (Mecatrônica, Civil, Química, Energias Renováveis, Agrícola, Alimentar), Sociologia, Medicina Veterinária, entre outras.

Claustros da Universidade de Évora.

Foto: http://clientes.netvisao.pt

O centro da cidade foi declarado  Patrimônio Mundial pela UNESCO, em 1986.

Os principais pontos de interesse em Évora são: o Templo Romano, a Sé Catedral, a Igreja de São Francisco e a Capela dos Ossos, o Palácio de D. Manuel, o Convento dos Lóios, a Praça do Giraldo, as Muralhas  antigas, mas o turista vai  descobrir que Évora tem muito mais. Andando pelas ruas estreitas deslumbram-se casários, praças, fontes e jardins fantásticos.

Palácio D. Manuel ou Paço Real de São Francisco – foi construído no Séc XVI  pela dinastia de Avis, em estilo gótico-manuelino-mujedar e da renascença.

Arqueduto

Palácio das Cinco Quinas ou Palácio da Casa de Cadaval

A cidade está situada numa planície a uma distancia de cerca de 130 km de Lisboa.

Catedral ou Sé de Évora- em estilo romano gótico, com três naves.

A cidade foi habitada no tempo dos romanos, tendo sido chamada Liberalitas Julia, e deste período restam inúmeros vestígios dos quais se destaca o templo romano conhecido por ”Templo de Diana”.

Capela dos Ossos, na Igreja de São Francisco .

Igreja de S. Francisco –  com arquitetura gótico-manuelina, foi  construída entre 1480 e 1510.

Ano Internacional do Planeta Terra

Ermida São Brás – fundada em 1483 pelo rei D. João II e o bispo de Évora D. Garcia de Menezes.

Fonte: http://clientes.netvisao.pt

 

Essa é Évora! Que encanta a quem a visita. Visite os post sobre esssa jóia do período medieval.

Até breve.

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A visita ao Palácio Nacional de Queluz me fez lembrar Paris. Ouvi dizer que o  palácio lembra Versailles e estava curiosa para conferir.

Menor em tamanho, o Palácio Real de Queluz (como é chamado) realmente lembra o Château de Versailles, no seu interior e jardins. Os belíssimos aposentos, a rica decoração interior e a arquitetura  em estilo neo-clássico, barroco e  rococó  testemunham toda a pompa do séc. 18.

Este palácio foi construído para ser o recanto de verão de D. Pedro de Bragança. Posteriormente, devido ao incêndio no Palácio da Ajuda, tornou-se residência oficial do príncipe regente, o futuro D. João VI e de sua família.

Esta é a Sala dos Espelhos do Palácio Nacional de Queluz, inspirada no Salão dos Espelhos de Versailles.Imagem: Paulo Batista.

A minha foto, infelizmente, ficou tremida. Acho que foi a emoção, rsrs.

Nessa outra foto vê-se mais claramente os detalhes das paredes, do teto e os imensos lustres.

Fonte: wikipédia

O Palácio guarda uma bela coleção de quadros, além do mobiliário.

A decoração de algumas salas é digna de realce, sendo constituída por pintura a fresco  (Sala das Açafatas), revestimento a  espelhos, estuques e talha dourada  (Toucador da Rainha, Sala do Trono), parquet  de madeiras exóticas (Sala D. Quixote) ou azulejos  (Corredor das Mangas). Os jardins são ornamentados por estátuas. (wikipédia)

A colecção de Cerâmica é parte significativa do acervo de Queluz, com cerca de 400 peças, abrangendo um período que vai dos inícios do século XVII até à primeira metade do século XIX, sendo constituída por Porcelana (europeia e chinesa) e Faiança. Na Porcelana Europeia ressalta-se a presença, para além da manufatura de Meissen – de que é exemplo uma Taça de c.1715-1720 -,  de manufaturas francesas da região parisiense, como é o caso de uma Terrina e Prato da manufatura de Marc Schoelcher (1822-1828),  assim como também de manufaturas inglesas e de Viena. (Fonte: pnqueluz.imc-ip.pt)

No acervo de Cerâmica tem ainda lugar o Azulejo, que tem em Queluz uma excelente representação e que está grande parte in situ, nomeadamente no Canal e no Corredor das Mangas.

África – Painel de Azulejos no Corredor das Mangas (1784).

Outro painel de azulejos com decoração que lembra o Novo Mundo (indígena e uma bananeira).

Traquitana – meio de transporte terrestre, de tração humana ou animal. Ao fundo os painéis de azulejos.

Na diversidade da coleção de Mobiliário se ilustra a rapidez da evolução dos estilos durante os séculos XVIII e XIX, integrando peças portuguesas, inglesas e francesas e alguns exemplares esporádicos de outros pontos da Europa e do Oriente.

No próximo post tem mais sobre o Palácio Real de Queluz.

Até.

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Ao chegar na cidade deparei com essa placa e claro que a emoção bateu forte!

Há controvérsias quanto a origem do nome  Queluz. Alguns acreditam que  deriva das junções das palavras árabes (fundo de vala apertado) e Llûs (amendoeira), que significa o Vale da Amendoeira (Qa Al Luz). Mas há quem atribua esse nome à montanha da luz, hoje chamada Monte Abraão, onde o Sol era adorado. E ainda há quem atribua a origem do nome à adoração local do deus Lu ou Lou dos antigos Lusitanos.

Inclusive  acredita-se que o nome Lusitânia tem por base as palavras Citânia de Lu. Com certeza a ocupação humana nessa área,  comprovadamente atestada por diversos monumentos e vestígios, remonta ao final do período Neolítico, há 3 ou 4 milênios A.C.

A cidade é banhada pelo Rio Jamor. (Fonte: wikipédia)

Considerado Monumento Nacional, o Palácio Nacional de Queluz é o terceiro mais visitado de Portugal. Está aberto a visitação nos seguintes horários:

Atualizado em 12 de Março de 2010
Palácio:
De 4ª feira a 2ª feira das 9.00 h às 17.00 hJardins:
De 4ª feira a 2ª feira das 9.00 h às 17.00 h (de Janeiro a Abril e de Outubro a Dezembro).
Das 9.00 h às 18.00 h (de Maio a Setembro)

Última admissão: 16.30 h
Encerra à terça-feira e seguintes feriados:
1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1º de Maio e 25 de Dezembro.

Tempo médio de visita ao Palácio e Jardim: 1h 30m

Ingresso: Palácio e Jardins: 5 €; Jardins: 3 €.

O Palácio  foi construído em 1747 por ordem do Infante D. Pedro III.

O corpo principal do Palácio só foi concluído após o casamento de D. Pedro com D. Maria Francisca, que mais tarde seria a rainha D. Maria I, em 1758. Tanto os salões do Palácio  quanto os seus jardins  foram  enfeitados com ornamentos barrocos, tornando-o um exemplar excelente  do estilo de vida da sociedade barroca setecentista.

Embora muito menor é comparado frequentemente  com o Palácio de Versailles (França).  O Palácio Nacional de Queluz , no entanto, preserva uma forte identidade portuguesa e continua a ser um dos cenários preferidos do Governo para recepções oficiais e reuniões de Chefes de Estado internacionais. (Fonte: http://www.guiadacidade.pt)

Além do palácio, a cidade possui vários pontos de interesse como fontes e chafarizes: Da Calçada da Bica da Costa, Carranca, D.Carlos I, Bicas e Fonte Chafurdo Massamá, Chafariz Mousinho Albuquerque, Bica do Anjo (Pendão), Chafariz do Pendão e Chafariz Mussamá.

Arcos no centro da cidade .

Placa indicando as direções do Monte Abraão, Belas e  Massamá.

Situada em frente ao palácio, a Pousada D. Maria I ocupa as instalações reservadas, antigamente,  para a guarda real da corte. O  edifício  chamado de  “Torre do Relógio”  servia de aposentos para o pessoal a serviço da Corte Real.

O Palácio Nacional situa-se logo à saída do principal eixo rodoviário da linha de Sintra, o IC 19, no desvio para Queluz.

Destaca-se ainda, para além do valor arquitetônico e patrimonial, a beleza dos jardins e larga extensão de mata que o cerca. Passe o mouse sobre a foto para ver os créditos.

Vista aérea do Palácio Nacional de Queluz – foto Luís Pavão.

Pavilhão Robillion – Escadaria dos Leões – Fonte:  wikipédia.

Jardim de Malta ou Jardim dos  Azereiros –  Foto Luís Pavão.

A designação dada a este espaço deriva do fato de D. Pedro III ter sido, como todos os senhores da Casa do Infantado, Grão-Mestre da Ordem de Malta. (Fonte: pnqueluz.imc-ip.pt)

Jardim Neptuno ou Jardim Grande – Foto Henrique Ruas.

Em 1758 era estruturado o sistema hidráulico, em 1765 eram desenhados os parterres de broderie em buxo que estruturavam este jardim. Da Holanda, eram importadas quinhentas árvores para o jardim e parque (castanheiros e ulmeiros, entre outras), bem como trezentas pirâmides de buxo e murta. (Fonte: pnqueluz.imc-ip.pt)

Vista ao fundo do Canal dos Azulejos.

Com 110 metros de extensão, as paredes interiores do Canal, bem como o arco de suporte e a escada de acesso ao rio, são revestidos por painéis de azulejos azuis e brancos, executados por João Antunes e pagos em 1756. Também Manuel da Costa Rosado pintou azulejos para o Canal em 1775 e 1776.

Canal dos Azulejos – Fonte wikipédia.

No próximo post continuaremos nossa visita ao Palácio Nacional de Queluz.

Até.

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Este é um post  que resume os lugares de interesse em Innsbruck. Pretendo dar uma visão geral do que pode ser visitado, a depender do objetivo da viagem.

Arco do Triunfo - Triumphpforte, Foto By Ginapsi.

Coluna da Santa Ana-Annasäule, Foto By Ginapsi.

Torre da Cidade - Stadtturm, Foto By Ginapsi.

Fonte de Leopoldo V - Foto By Ginapsi.

Telhadinho de Ouro - Goldenes Dachl, Foto By Ginapsi.

Fonte de Rodolfo IV, Foto By Ginapsi

Casa de Helbling - Foto By Ginapsi.

Castelo Ottoburg - Foto By Ginapsi.

Teatro Regional-Landerstheater, Foto By Ginapsi.

Palácio da Corte - Hofburg, Foto By Ginapsi.

Goldener Adler - Águia de Ouro, Foto By Ginapsi.

Teleférico para Seegrube e Hafelekar - Foto By Ginapsi

Vista de Innsbruck - Foto By Ginapsi.

Vista do Trampolim Olímpico, ao fundo - Foto By Ginapsi.

Ponte do Funicular sobre o Rio Inn - Foto By Ginapsi.

Ponte de madeira sobre o Rio Inn, Foto By Ginapsi.

Igreja de São Nicolau - Innsbruck, Foto By Ginapsi.

Igreja de Santiago (Jakobsdom), Foto By Ginapsi.

E muitas outras atrações. Só para se empolgar aqui estão mais algumas:

Museu da Cidade – Museu de História da Cidade

Museu no Arsenal Zeughaus

Basílica de Wilten

Igreja da Corte

Museu Ferdinando

Palácio do Congresso

Jardim Imperial  – Hofgarten

Castelo Ambras

Igreja dos Jesuítas

Zoo Alpino

Hungerburg Station

Antigas Cortes

Estadio Olímpico

Mundos de Cristal de Swarovski

Museu da Farmácia

Museu de Arqueologia Clássica – Museu de Anatomia

Nordpark

Outros pontos de interesse:

Casino Innsbruck – Salurner Strasse 15. Horário: todos os dias a partir das 15 hs. Jackpot-Corner todos os dias a partir das 11 hs.

Cibercafés – Call Shop, Südtiroler Platz 1, todos os dias de 9 hs às 23 hs.

Cibercafé Call on me, Innrain 20, das 9 às 21 hs. Domingo das 11 às 21 hs.

Informações ao Turista: Burggraben 3, tel. 53 56

Auto bus Turístico –  The Sightseer. Verão 1.5 – 31.10, de 9 às 17:30 hs, a cada meia hora.

Inverno: 1.11 – 30.4, de 10 hs até 17 hs, cada hora.

Bilhetes: Innsbruck Information, tel. 53 56.

Atrações para o  Inverno:  Patinar sobre o gelo, esquiar, passear com raquetes de neve,  snowboard, tour com esqui.

Outras atividades interessantes  principalmente para o verão: asa-delta, ciclismo, parapente, fazer trilhas, mountain bike, que são desenvolvidas na trilha Zirbenweg ou no parque alpino Karwendel (Patscherkofel).

Mais informações e fotos de Innsbruck nos post.

Até.

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