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Posts Tagged ‘Monumentos’

Bratislava by Gina Moraes.

Continuando a visita a Bratislava cheguei ao Portão de São Miguel.

Esse é o Marco Zero – está localizado embaixo do Portão  e nele estão as distâncias, em quilômetros, de várias cidades do mundo. Buenos Aires, por exemplo, está distante  apenas 11.835 km de Bratislava!

Bratislava by Gina Moraes

Igreja e Mosteiro dos Capuchinhos – dedicada a Santo Estêvão da Hungria, fica localizada próxima ao castelo.

Bratislava by Gina Moraes

Foi consagrada em 1717 e caracteriza-se pela sua decoração simples.  Uma estátua de Santo Estêvão está localizada acima do portal principal. Na frente da igreja está uma coluna praga dedicada à Virgem Maria,  desde 1723.

Bratislava by Gina Moraes

Interior da igreja.

Bratislava by Gina Moraes

Um das estátuas espalhadas pelo centro histórico de Bratislava. São atrações turísticas da cidade.

Bratislava by Gina Moraes

Praça Hviezdoslav.

Bratislava by Gina Moraes

O velho Teatro Nacional Eslovaco – edifício neo renascentista situado na cidade antiga, ao final da Praça Hviezdoslav.

Bratislava by Gina Moraes

Dentre outras esculturas, esse é outro personagem espalhado pelas ruas de Bratislava. Também disputado pelas máquinas fotográficas,rs! Chamava-se Schöne Nazi, provavelmente um débil mental que saudava as pessoas e seu gesto serviu de inspiração para mais uma estátua.

Bratislava by Gina Moraes

Para quem gosta de experiências novas…rs,  a proposta desse clube -bar é fazer um Baile de Máscaras, onde você se transforma em outra pessoa, com outra identidade, todo o pessoal com máscaras… e os visitantes também! Nome do lugar? Masquerade.

Bratislava by Gina Moraes

“Cumil” – esta estátua de bronze  representa o mais famoso personagem de Bratislava. Há várias hipóteses sobre quem é ele. Um soldado? Um espião? Outros dizem que representa um operário, no seu momento de descanso, observando a rua e as pessoas que passam. Há quem diga, que também aproveitava para “assistir as senhoras”  (olhar as pernas das mulheres)! O fato é que todo mundo quer tirar uma foto com essa figura!

Cumil

Você imagina que está frente a frente com um hotel? Pois esse é o Hotel Gallery Spirit.

Hotel Spirit - Minube.cpm

Hotel Spirit – Minube.com

Edifício da sede da Rádio Eslovaca – em forma de pirâmide invertida.

Approaching Bratislava Castle

Approaching Bratislava Castle

Vista da cidade a partir do restaurante, na Ponte Nova.

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Foto: wikimedia.org

Imagem: Chess.com

Imagem: Chess.com

Ao andar no centro da cidade você pode ser flagrado por um “paparazzi”!!!rs. Relaxe, este é mais um personagem que você vai encontrar em Bratislava!

photographer-statue-bratislava

photographer-statue-bratislava

O gigantesco Slavín,um  memorial de guerra, é visível de grande parte da cidade. Está situado em uma colina com vista para o castelo e  comemora a libertação da cidade pelo Exército Vermelho, em abril de 1945. É também um cemitério para 6.845 soldados soviéticos que morreram durante as batalhas para a cidade e região, que teve lugar nas semanas finais da II Guerra Mundial.

Slavin - the memorial and the graveyard of the Soviet Army

Slavin – the memorial and the graveyard of the Soviet Army.

A escala do memorial é impressionante: o obelisco central tem mais de 39 metros de altura, e é coberto por uma estátua de 11 metros de altura (por Alexander Trizuljak) de um soldado soviético vitorioso carregando uma bandeira. Em torno da base estão gravadas inscrições  das cidades eslovacas libertadas pelo Exército Vermelho durante o seu avanço para o oeste, em 1944 e 1945. Foi construído entre 1957 e 1960. Apesar de ficar um pouco mais afastado vale a pena uma visita.

Até o próximo  post!

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Imagine a cena: pessoas lendo no metrô, pessoas lendo nos shoppings,  nos cafés,  inúmeras livrarias… enfim, pessoas com livros nas mãos. Você pensa: estamos na Europa. Mas eu  estava aqui pertinho, em Buenos Aires!

Isso é Buenos Aires. Fiquei encantada e se não fosse o curto tempo de estadia, entrava numa livraria e me perdia lá dentro.

Mas a cidade oferece um mundo de possibilidades: monumentos, praças, shoppings, Zoo, Planetário, Jardim Japonês, passeios de barco no Tigre, espetáculo de Tango, compras e atrações para todos os gostos.

Obelisco – é um monumento histórico da cidade de Buenos Aires. Erguido na Praça da República,   nas proximidades das avenidas Corrientes e 9 de julho, por ocasião da  comemoração ao quarto centenário da fundação da cidade.

Apresenta  inscrições em suas fachadas e um poema  de Baldomero Fernandez Moreno inscrito na fachada sul.

A Casa Rosada – é a sede da presidência da República Argentina, abriga  também o Museu da Casa do Governo . Está localizada em frente à Praça de Maio.

Foto: Mario Banchik, Oscar Flores, Miriam Schvemer. (Escudo de Oro, S.A.)

O interior da Casa Rosada

Foto: Mario Banchik, Oscar Flores, Miriam Schvemer. (Escudo de Oro, S.A.)

Aspecto do Balcão

Foto: Mario Banchik, Oscar Flores, Miriam Schvemer. (Escudo de Oro, S.A.)

Foto: Mario Banchik, Oscar Flores, Miriam Schvemer. (Escudo de Oro, S.A.)

Detalhes da fachada posterior

Foto: Mario Banchik, Oscar Flores, Miriam Schvemer. (Escudo de Oro, S.A.)

Praça do Congresso Nacional – um bonito espaço verde com edifícios importantes e monumentos relevantes, como o Monolito do km 0, de onde partem todas as rotas do país,  cópia da escultura “O Pensador”, de Auguste Rodin, e o Monumento  a Los Dos Congresos (assembléia de 1813 que estabeleceu a formação nacional e a de 1816 que declarou a independência).

Fonte em frente ao Congresso Nacional

Monumento a Los Dos Congresos.

Fotos: Mario Banchik, Oscar Flores, Miriam Schvemer. (Escudo de Oro, S.A.)

Fotos: Mario Banchik, Oscar Flores, Miriam Schvemer. (Escudo de Oro, S.A.)

Próximo  ao Congresso encontramos a Estátua de Moreno .

O Pensador

Iglesia del Pilar – no bairro da Recoleta.

Cemitério da Recoleta – portal de entrada – aqui estão sepultadas personalidades de destaque como Evita Peron, um dos locais mais visitados.

Não é muito a minha praia. Preferi percorrer a feira de artesanato que acontece as sextas , na praça próxima ao cemitério. Isso fica para outro post.

Monumento ao General Alvear

Monumento A La Carta Magna y las Cuatro Regiones Argentinas – mais conhecido como Monumentos de los  Españoles, pois foi doado à cidade por esta  comunidade. Inaugurado em 1927 é composto de 4 grandes  esculturas representando  as regiões argentinas: os Andes, o Rio da Prata,  el Chaco e la Pampa. Além da escultura representando a República.

Teatro Colón – maior teatro lírico da América do Sul. Inaugurado em 25 de maio de 1908,  com  a  apresentação da ópera “Aída”, de Giuseppe Verdi.

Foto: Mario Banchik, Oscar Flores, Miriam Schvemer. (Escudo de Oro, S.A.)

E isso é apenas um pouquinho de Buenos Aires! Tem mais Recoleta, San Telmo…

Até o próximo post!

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Quando viajei para Lisboa fui convidada  a conhecer Évora, uma cidade que se destaca  pela sua história, arquitetura, universidade, artesanato e belas paisagens.

O mapa destaca o roteiro da parte antiga da  cidade.

Mapa: portugal-hotels.com

Na Praça do Giraldo os prédios e suas arcadas são testemunho do passado. Abrigam tanto da chuva quanto do Sol, encontram-se algumas lojas, cafés onde se pode saborear as queijadinhas de Évora, como o Café Arcada. Nessa praça desembocam 8 ruas.

Évora é a Capital do Alantejo. Possui um Centro Histórico bem preservado, com casario branco,  ruaelas estreitas, as arcadas em estilo árabe e as muralhas medievais e românicas são um convite para o visitante.

A cidade é aconchegante e alegre. A Universidade de Évora atrai jovens  de várias partes e uma infinidade de licenciaturas. Arquitetura, Arquitetura Paisagista, Artes Visuais, Física, Química, História, Educação, Engenharia (Mecatrônica, Civil, Química, Energias Renováveis, Agrícola, Alimentar), Sociologia, Medicina Veterinária, entre outras.

Claustros da Universidade de Évora.

Foto: http://clientes.netvisao.pt

O centro da cidade foi declarado  Patrimônio Mundial pela UNESCO, em 1986.

Os principais pontos de interesse em Évora são: o Templo Romano, a Sé Catedral, a Igreja de São Francisco e a Capela dos Ossos, o Palácio de D. Manuel, o Convento dos Lóios, a Praça do Giraldo, as Muralhas  antigas, mas o turista vai  descobrir que Évora tem muito mais. Andando pelas ruas estreitas deslumbram-se casários, praças, fontes e jardins fantásticos.

Palácio D. Manuel ou Paço Real de São Francisco – foi construído no Séc XVI  pela dinastia de Avis, em estilo gótico-manuelino-mujedar e da renascença.

Arqueduto

Palácio das Cinco Quinas ou Palácio da Casa de Cadaval

A cidade está situada numa planície a uma distancia de cerca de 130 km de Lisboa.

Catedral ou Sé de Évora- em estilo romano gótico, com três naves.

A cidade foi habitada no tempo dos romanos, tendo sido chamada Liberalitas Julia, e deste período restam inúmeros vestígios dos quais se destaca o templo romano conhecido por ”Templo de Diana”.

Capela dos Ossos, na Igreja de São Francisco .

Igreja de S. Francisco –  com arquitetura gótico-manuelina, foi  construída entre 1480 e 1510.

Ano Internacional do Planeta Terra

Ermida São Brás – fundada em 1483 pelo rei D. João II e o bispo de Évora D. Garcia de Menezes.

Fonte: http://clientes.netvisao.pt

 

Essa é Évora! Que encanta a quem a visita. Visite os post sobre esssa jóia do período medieval.

Até breve.

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A visita ao Palácio Nacional de Queluz me fez lembrar Paris. Ouvi dizer que o  palácio lembra Versailles e estava curiosa para conferir.

Menor em tamanho, o Palácio Real de Queluz (como é chamado) realmente lembra o Château de Versailles, no seu interior e jardins. Os belíssimos aposentos, a rica decoração interior e a arquitetura  em estilo neo-clássico, barroco e  rococó  testemunham toda a pompa do séc. 18.

Este palácio foi construído para ser o recanto de verão de D. Pedro de Bragança. Posteriormente, devido ao incêndio no Palácio da Ajuda, tornou-se residência oficial do príncipe regente, o futuro D. João VI e de sua família.

Esta é a Sala dos Espelhos do Palácio Nacional de Queluz, inspirada no Salão dos Espelhos de Versailles.Imagem: Paulo Batista.

A minha foto, infelizmente, ficou tremida. Acho que foi a emoção, rsrs.

Nessa outra foto vê-se mais claramente os detalhes das paredes, do teto e os imensos lustres.

Fonte: wikipédia

O Palácio guarda uma bela coleção de quadros, além do mobiliário.

A decoração de algumas salas é digna de realce, sendo constituída por pintura a fresco  (Sala das Açafatas), revestimento a  espelhos, estuques e talha dourada  (Toucador da Rainha, Sala do Trono), parquet  de madeiras exóticas (Sala D. Quixote) ou azulejos  (Corredor das Mangas). Os jardins são ornamentados por estátuas. (wikipédia)

A colecção de Cerâmica é parte significativa do acervo de Queluz, com cerca de 400 peças, abrangendo um período que vai dos inícios do século XVII até à primeira metade do século XIX, sendo constituída por Porcelana (europeia e chinesa) e Faiança. Na Porcelana Europeia ressalta-se a presença, para além da manufatura de Meissen – de que é exemplo uma Taça de c.1715-1720 -,  de manufaturas francesas da região parisiense, como é o caso de uma Terrina e Prato da manufatura de Marc Schoelcher (1822-1828),  assim como também de manufaturas inglesas e de Viena. (Fonte: pnqueluz.imc-ip.pt)

No acervo de Cerâmica tem ainda lugar o Azulejo, que tem em Queluz uma excelente representação e que está grande parte in situ, nomeadamente no Canal e no Corredor das Mangas.

África – Painel de Azulejos no Corredor das Mangas (1784).

Outro painel de azulejos com decoração que lembra o Novo Mundo (indígena e uma bananeira).

Traquitana – meio de transporte terrestre, de tração humana ou animal. Ao fundo os painéis de azulejos.

Na diversidade da coleção de Mobiliário se ilustra a rapidez da evolução dos estilos durante os séculos XVIII e XIX, integrando peças portuguesas, inglesas e francesas e alguns exemplares esporádicos de outros pontos da Europa e do Oriente.

No próximo post tem mais sobre o Palácio Real de Queluz.

Até.

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Panorama da Ribeira e da Ponte  Luis I. (Wikipedia)- Essa paisagem é tirar o fôlego!

Cheguei  em Porto durante a noite e fui direto para o aeroporto, pois tinha vôo low cost  rumo a Paris. Essa parte conto depois, porque a “cidade luz” merece uma  série de posts! Na verdade passei antes em Madrid e em seguida voltei ao Porto com uma passagem de  apenas 4,99 euros. Como poderia perder essa chance?

Na volta, com minha “malinha a tira-colo”  (como diz minha web-amiga Cel) fui explorar a cidade radiante de felicidade. Minha malinha resistiu bravamente. Nem liguei para as ladeiras e as pedrinhas que encontrei pelo caminho.  Mas quem liga para isso quando se tem uma cidade inteirinha para conhecer em tão pouco tempo?

Isso porque, no aeroporto, me desencontrei do amigo que ia me hospedar. Questão de horário: eu cheguei mais cedo e ele chegou um hora depois. Mudança de plano! Teria que voltar para Lisboa no último trem. Então foi uma corrida contra o tempo. Mas preciso  voltar a Portugal e essa encantadora cidade já está no meu roteiro.

Sempre acompanhada da minha malinha (lembrem-se: voo low cost) me dirigi à Estação São Bento uma vez que precisava garantir o bilhete de volta para Lisboa. De posse do meu lugarzinho no trem fui saborear uma iguaria típica da terra. Eram tantos doces e salgados que ficava difícil escolher.

Daí fui “bater perna” como se diz na Bahia. As origens do centro urbano da cidade do Porto, datam da antiga idade do bronze, aproximadamente oito séculos a.C.. Desde o início, o povoamento pré – histórico teve importantes ligações comerciais com a bacia do Mediterrâneo.

A cidade foi  denominada, primeiro de Cale e mais tarde de Portucale, de onde derivou o nome Portugal. Porto é  conhecida mundialmente  pelo seu vinho, pelas suas pontes, pelo seu centro histórico classificado como Patrimônio Mundial pela UNESCO e pela sua arquitetura antiga e contemporânea. (Wikipédia)

Esta é a Estação São Bento

Curiosidade: o autor da muito conhecida Carta da Descoberta do Brasil (1500), Pero Vaz da Caminha, nasceu no Porto, onde era funcionário da casa da moeda, tendo sido requisitado pelo Rei para se juntar à expedição de Pedro Alvares Cabral a fim de elaborar o diário de bordo.

Sé do Porto– A área em redor da Sé merece ser explorada, com os seus diversos monumentos, como a igreja renascentista de Santa Clara e o apinhado bairro do Barredo, que parece não ter mudado desde tempos medievais.

Estátua de bronze em pedestal de pedra, criada por Barata Feyo, em 1968, colocada na Calçada de Vandoma, junto da Sé. Representa um fidalgo  natural da Galiza,  nascido em 820, chamado Vímara Peres. No ano de 868,  Vímara Peres recebeu  o título de Conde de Portucale, dando assim início a uma dinastia condal que duraria até ao ano de 1071.

O Conde Vímara Peres, nesse mesmo ano  de  868 tomou  Portugal aos Mouros e teria sido morto, no ano de 873, na localidade de Guimarães.

Torre Medieval, próxima à Sé.

Sé do Porto e a Antiga Casa da Câmara – Um edifício de estrutura românica, dos séc. XII e XIII,  sofreu grandes remodelações  no período barroco. No exterior, conserva ainda o aspecto de uma igreja fortaleza, com ameias. Da Sé fazem parte as imagens da Nossa Senhora da Vandoma (séc. XIV), o “altar de prata”, importante claustro gótico, o “claustro velho”, a capela de S. Vicente, uma escadaria nobre que dá acesso ao pátio superior do claustro gótico, “casa do cabido”, onde estão expostas notáveis esculturas religiosas (séc. XIV e XVIII). (Wikipedia)

Palácio Episcopal

Vista da cidade e do Rio D’Ouro.

Estação São Bento – Construída no local de um antigo convento, foi completada em 1916. Atualmente, destina-se apenas a comboios regionais. No interior, os imensos painéis de azulejos de Jorge Colaço, representando cenas históricas, conferem-lhe uma rara beleza artística.

Interior da Estação São Bento

Praça da Liberdade  – é considerada o centro  da cidade do Porto. Esse nome foi adotado em 27 de outubro de  1910. Vista  da Avenida dos Aliados.

Igreja e Torre dos Clérigos – Obra de Nicolau Nasoni, construída durante o séc. XVIII, em estilo barroco. Destaca-se o interior da igreja decorada com talha barroca-rococó, o retábulo policromado de Manuel Porto e a imponente torre de 75,60 m.

Torre dos Clérigos à noite.

Foto: http://www.portugalvirtual.pt

Estátua equestre  de D. Pedro IV , no centro da Pç da Liberdade.

Vista noturna da Estação São Bento.

Foto: Wikipédia

Essa é uma das foto que gostaria de ter tirado : Ribeira do Porto. Em primeiro plano o Metro e a Ponte D. Luís I.

Foto: Wikipédia

Até o próximo post com mais surpresas.

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A Praça do Marquês de Pombal situa-se entre a Avenida da Liberdade e o Parque Eduardo VII. No centro ergue-se o magnífico monumento em honra do Marquês de Pombal, o homem que ficou à frente da reconstrução de Lisboa depois do terramoto de 1755. Neste monumento, pode ver o Marquês no topo, com a mão num leão (símbolo de poder), a olhar para a sua obra-prima: a baixa de Lisboa.

Diretamente ligado à sua vida, este monumento inclui referências às reformas introduzidas pelo Marquês nas áreas da educação, política e agricultura e, como não podia deixar de ser, ao momento que mudou a sua vida – o terramoto de 1755, representado por blocos de pedra partidos e ondas a simular a inundação da cidade.

O Parque Eduardo VII situa-se no extremo norte da Avenida da Liberdade, mesmo por trás da Praça Marquês do Pombal. Originalmente designado Parque da Liberdade, foi rebatizado com o nome do Rei de Inglaterra que veio a Lisboa em 1903 para reafirmar a aliança Anglo-Portuguesa. Detentor de excelentes vistas sobre a cidade, é frequentemente palco de exposições, concertos e da Feira Anual do Livro.

Durante minha estadia em Lisboa  pude conhecer as esculturas de Baltasar Lobo expostas nos jardins.

Essa escultura representa a “Maternidade”.

“Cara ao Vento” – 1977 , bronze.

Neste espaço pode encontrar o Pavilhão dos Desportos, construído em 1932 – hoje conhecido como “Pavilhão Carlos Lopes” em honra do atleta português com esse nome -, alguns lagos, estátuas, uma impressionante escultura concebida por João Cutileiro em honra da Revolução do 25 de Abril e o Clube VII com court de tênis, ginásio, piscina e restaurante.

Avenida da Liberdade

Lojas, hotéis, alguns dos melhores cafés, teatros, universidades… Encontra-se tudo  e muito mais! A Avenida da Liberdade é  sinônimo de elegância, moda e movimento… uma veia viva que faz a ligação entre a Praça do Marquês de Pombal e a baixa de Lisboa.

Esta é uma das mais (se não a mais) importantes avenidas de Lisboa e é também o ponto de eleição de escritórios, árvores centenárias, lojas de moda internacional e milhares e milhares de trabalhadores que por ali passam todos os dias.

É uma área bastante agradável para passear, olhe com atenção à sua volta e repare nas antigas lojas de alfaiates, seguidas de marcas internacionalmente conhecidas como Calvin Klein, Timberland, Massimo Dutti, Armani, Burberrys e Adolfo Dominguez. Caminhar na Avenida da Liberdade foi, em tempos, sinônimo de elegancia e ainda hoje é!

Se ” se sentir cansado”, faça uma “paragem” numa das esplanadas locais com cadeiras de ferro brancas e, enquanto desfruta da sua bebida, preste especial atenção ao magnífico trabalho que os calceteiros portugueses fizeram nesta zona.

Fonte: http://www.strawberryworld-lisbon.com

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LISBOA , sempre formosa a sorrir!

Castelo São Jorge ou Castelo dos Mouros.

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