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Posts Tagged ‘Franca’

Petit Champlain é um bairro da cidade de Quebec. Está localizado no bairro de La Cité-Limoilou, bem próximo da  Place Royale.

A rua principal, e a  mais importante,  é a Rue du Petit Champlain que fica ao pé de Cap Diamant.

É o mais antigo distrito comercial na América do Norte. Parece que você chegou na França!

É uma rua para pedestres, bem aconchegante, com várias lojinhas, boutiques,  designers de Quebec,  restaurantes e bistrôs. Aproveite para levar uns postais ou telas desse lugar encantador, além de muitas fotos!

No alto, penduradas por fios, estão figuras que dão um visual bastante alegre e complementam o cenário mágico!

Recanto acolhedor para  um  bate papo, um café ou para ler um livro…

… ou compras!

Ou simplesmente admirar a paisagem ao redor!

A arquitetura e as ruas estreitas nos remete ao passado. Habitações  estilo segundo império ou normando. É  uma oportunidade de aprender com a história.

As atrações  desse lugar são muitas: as escadarias, o mural pintado, a  igreja, e muito mais.

O acesso  pode ser pela  Cidade Baixa…

pelo  Dufferin Terrace  (no Funiculaire)…

ou escadaria…

Tem mais no próximo post.

à bientôt…

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Ao chegar na cidade de Versalhes percebe-se um frenesi de turistas caminhando em direção ao palácio.

Nosso amiguinho está pronto para levá-lo a um belo passeio  de traquitana.

Para quem vai de carro tem um estacionamento próximo à entrada. Dependendo da época do ano as vagas são bastante concorridas.

Aqui todos os caminhos levam a … fila! Isso mesmo, os guias já estão a postos  e seus seguidores aproveitam para fotografar a entrada do palácio.

Vista da Capela Real e do Portão Dourado, que substituiu o antigo gradeado.

Vista da entrada

A fila enorme não impediu que as garotas desanimassem! Chegamos até aqui e o melhor nos esperava lá dentro. A emoção era grande demais: Estávamos no Château de Versailles!!!

O tempo parecia que ia mudar, mas felizmente a chuva não caiu. Apenas um ventinho frio que não desanimou as recém chegadas.

Esculturas na parte interna do palácio

Tudo é muito grandioso! Belíssimo!

Jardins visto de uma das  janela. Imagine acordar com uma paisagem dessa todos os dias. Desestressa qualquer um!

O interior exibe o luxo da época do absolutismo.

Detalhe da porta

Muita ginástica para se livrar das máquinas fotográficas, dos braços… para enfim, conseguir uma foto! Mas esse “frisson” faz parte! rs

É muito luxuoso! Possui obras de arte, detalhes em ouro no teto e paredes, lustres de cristal e pisos de mármore.

Pintura e detalhes do teto

Os aposentos do rei – appartement du roi:

Le Salon de Mars – era utilizado como salão de dança. Salão de Marte –  Marte deus romano da guerra, associado ao planeta Marte.

Esse “sem noção”  acabou com minha foto, kkkk.

Salão de Mercúrio (Salon de Mercure) – deus romano do comércio; associado ao planeta Mercúrio. O salão servia para jogo de cartas.

Para refrescar a vista, uma olhadinha para o jardim. Lindo!

“A decoração do teto do grand appartement du roi descreve as ações heroicas de Luís XIV como alegorias de acontecimentos ocorridos na antiguidade, a decoração do grand appartement de la reine descreve heroínas da mesma época e harmoniza-as com o tema geral da decoração de cada sala em particular”. (Wikipédia)

Luís XIV (1638-1715)

Aqui chegamos ao grande salão dos espelhos, que fica para o próximo post.

 

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As capelas do palácio de Versalhes não são um exemplo isolado do patrocínio da arquitetura religiosa de Luís XIV. Como todos os seus grandes projetos arquitetônicos, Luís XIV patrocinou um ambicioso trabalho religioso e expressou a sua magnificência e gosto pessoal. Um dos mais curiosos aspectos de Versalhes é a sua sucessão de capelas. No reinado de Luís XIV, Versalhes viu não menos de cinco capelas.

A capela final, a quinta, do Palácio de Versalhes é uma obra-prima. Com início em 1689, a construção foi suspensa devido à Guerra da Liga de Augsburgo; Jules Hardouin-Mansart  retomou a construção em 1699, continuando a trabalhar no projeto até a sua morte em 1708, após o que este foi continuado e concluído pelo seu cunhado, Robert de Cotte.

Dedicada a São Luís, a capela foi consagrada em 1710. O modelo palatino da capela é tradicional; de qualquer forma, a colonata  Coríntia do nível da tribuna é de um estilo clássico que antecipa o Neoclassicismo  do final do  Séc. XVIII . O nível da tribuna é acedido pelo vestíbulo que foi construído ao mesmo tempo da capela.

O chão da capela é embutido com mármores multi-coloridos e nos degraus que levam ao altar está o monograma coroado de Luís XIV, com “L”s entrelaçados. Aderindo à decoração eclesiástica, a decoração da capela refere-se ao Velho e ao Novo Testamento: o teto da nave representa “Deus Pai em sua Glória trazendo ao Mundo a promessa da Redenção” e foi pintado por Antoine Coypel, a meia-cúpula da abside foi decorada com “A Ressurreição de Cristo” por Charles de LaFosse e, por cima da tribuna Real está “A Descida do Espírito Santo frente à Virgem e aos Apóstolos” por Jean Jouvenet.

Durante o Séc. XVIII, a capela testemunhou muitos eventos da Corte. Foram cantados Te Deums para celebrar vitórias militares e o nascimento de filhos dos Reis, também foram celebrados casamentos na capela, tal como o casamento do delfim — mais tarde Luís XVI — com Maria Antonieta em 1770. De qualquer forma, de todas as cerimônias realizadas na capela, aquela associada à Ordem do Espírito Santo  está entre as mais elaboradas.

Atualmente a capela, a qual foi re-consagrada, serve como local de concertos de câmara.

A primeira capela do palácio data da época de Luís XIII e estava localizada num pavilhão separado, a Nordeste do palácio (atualmente o local é ocupado por La pièce de la vaisselle d’or ou por le Cabinet de Mme Adélaïde, aproximadamente). Esta capela, a qual seguia o modelo palatino  — uma capela de dois pisos, o piso superior reservado ao monarca e membros da família Real, o piso inferior usado por membros da Corte e da casa Real — foi destruida em 1665  quando a Grotto de Thétis foi construida.

A segunda capela do palácio estava situada no grand apartment de la reine (formando correspondência simétrica com o salon de Diane no grand appartement du roi). Esta capela de modelo palatino teve vida curta. Quando Luís XIV iniciou a terceira campanha de construção, esta capela foi convertida em salle des gardes de la reine.

Localizada próximo da nova salle des gardes de la reine, a terceira capela foi transitória. Em 1682, esta sala foi convertida na grande salle des gardes de la reine (também conhecida como la salle du sacre).

Quarta capela – com a construção da ala Norte, foi construida uma nova capela em modelo palatino. A construção da ala Norte exigiu a destruição da Grotto de Thétis; foi neste local que se construiu a nova capela em 1682.  Esta capela permaneceu em uso pela Rei e pela Corte até 1710.

Fonte: Wikipédia

Como chegar até o palácio de Versalhes:

De Comboio – Estação ferroviária de Montparnasse (SNCF),  RER   C ,  compre um bilhete Paris-Versailles Rive Gauche, zonas 1-4. O trem tem um “V” , não tem como errar. A viagem leva 30 minutos e depois uma caminhada de uns 800 metros até o palácio.

De ônibus –  de Pont de Sèvres, linha  171 sentido RATP Versalhes place d’Armes.

De carro: pegue a auto-estrada A 13 sentido Rouen.

Horários: De 1 de Novembro a 31 de Março todos os dias exceto segundas-feira, de 09 às 17.30hs (última visita às 17:00hs)
De 1 de Abril a 31 de Outubro todos os dias exceto segundas, das 09:00 às 18.30 (última visita às 18h).

Até o próximo post.

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Finalmente a colina de Montmartre! A majestosa Basílica do Sagrado Coração – Sacre Coeur  para os franceses.

A Basílica do Sagrado Coração – Basilique du Sacré-Cœur  é um templo da Igreja Católica Romana, sendo também o símbolo do bairro de Montmartre.

A basílica  está localizada no topo da montanha de Montmartre, o ponto mais alto da cidade.

O estilo é marcado por influências românicas e bizantina. Muitos elementos da basílica são baseados em temas nacionais: o pórtico, com três arcos, é adornado por duas estátuas de Santa Joana D’Arc e do Rei São Luís IX; e o sino de dezenove toneladas (um dos mais pesados do mundo), refere-se à anexação de Savoy  em 1860. (Fonte: wikipedia)

O entorno da basílica possui jardins de meditação  e o topo da cúpula, aberto aos visitantes, oferece uma das mais belas vistas de Paris. Contudo, câmeras e outros aparelhos eletrônicos são proibidos em seu interior. (Fonte: wikipedia)

O Sacré-Cœur está construído em pedra de travertino  obtida no Château-Landon  (Seine-et-Marne), França. Esta pedra constantemente dispersa cálcio, o que garante a cor branca da basílica mesmo com as chuvas e a poluição. O mosaico  no ápice, chamado Cristo em Majestade, é um dos maiores do mundo. (Fonte: wikipedia)

Para chegar até a igreja você pode ir por escadas ou pelo funicular. Uma outra maneira  é subir por trás da colina, por  ruas curvas e bastante  inclinadas. Se preferir metrô: desça na estação Jules Joffrin, pegue o Montmartrobus (parada “place du Tertre”).Ou desça na estação Pigalle, pegue o Montmartrobus (parada “Norvins”). Ou ainda,  desça nas estações Anvers ou Abbesses e depois pegue o Funiculare.

Na Rue du Chevalier de la Barre, 35  tem um elevador para pessoas com necessidades especiais.

De ônibus: Linhas 30, 31, 80 e 85 – descendo  nos pés da colina.

Endereço da basílica:

Rue du Chevalier de la Barre, 35 /75018, Paris, França.

Estação do Funicular, ao lado os degraus

A cúpula central da igreja tem  80 metros de altura. Na ábside, uma torre enorme serve de campanário a um sino de 3 metros de diâmetro e mais de 26 toneladas.

A construção começou em 1875  e foi concluída em 1914, embora a consagração da basílica tenha ocorrido apenas após o final da Primeira Guerra Mundial. (wikipedia)

Você pode visitar a cúpula da igreja (das 9 às 19hs, no inverno 18 hs)  e a cripta. Confira os horários antes de ir.

A melhor forma de conhecer essa região é andando. Pegue o metrô só para chegar ou ir embora. Aproveite o clima sagrado, a belíssima vista  porque saindo daqui você vai conhecer o lado profano – o Moulin Rouge e suas ruas cheias de sex shops.

Quando estiver indo embora passe antes na Rue de Steinkerque para saborear um autêntico crepe francês  e aproveite para conferir as lojas de souvenirs.

No próximo post contarei minhas aventuras no Moulin Rouge!

À bientôt.

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Meu primeiro dia em Paris e as batidas do coração estavam aceleradas. Eu mal podia aguentar de tanta  emoção! Quem podia imaginar que  um  sonho de infância estava sendo realizado! Tudo que vi em filmes,  em livros e ficava “namorando” nas vitrines das agências de viagens  estava  ali na minha frente! Na minha cabeça passavam milhões de imagens e agora eu podia ver e tocar em todas elas.

O hotel onde fiquei com minha sobrinha ficava na  Rue d’ Avron juntinho da estação do metro – Porte de Montreuil. Nossos amigos foram para um albergue  próximo da Gare de Lyon. No hotel, um quarto com banheiro e café da manhã era tudo do que precisávamos depois de um dia percorrendo os quatro cantos de Paris. Na rua transversal (Davoult) encontramos um supermercado e tratamos de abastecer o frigobar  do hotel com a nossa alimentação. Pois é, viagem low cost  a comida em restaurante está  descartada.

Começamos visitando a Torre Eiffel e arredores para aproveitar o restinho do dia e esperamos até que a torre ficasse toda iluminada!

Fotografei  de todos os ângulos, cada pedacinho da majestosa torre. A fila para subir estava uma enormidade, aliás como sempre o número de turistas ávidos por uma foto lá no alto  não é brincadeira. Fila para comprar ingresso, outra para subir, outra para descer… o tempo é nosso rival.

Inaugurada em 30 de março de 1889, a torre de 10 mil toneladas ganhou uma antena de televisão passando a ter 320,75 m de altura.

Está localizada no Champ de Mars.

De um lado está a Escola Militar (Ecole Militaire), com a torre de Montparnasse ao fundo.

Do outro lado o palácio de Chaillot.

No meio o Rio Sena.

A galera reunida para a foto “mico” de todo turista que se preza. E não era só a gente!! rsrs. Muitas outras bandeirinhas marcavam  presença naquele momento solene!!

Enquanto a noite caía, mais fotos!

Aproveitamos para brincar, feito crianças, e mais fotos tipo essa aí foram acontecendo.

Assistimos a um show muito bacana e depois compramos alguns chaveirinhos da Torre Eiffel.

A iluminação da torre foi aumentando  e a platéia, em silêncio, não tirava os olhos do espetáculo. E mais fotos. Nota-se que eu estava completamente nas nuvens!

De repente a Torre ganha um tom dourado .

E fica maravilhosamente amarelo-ouro! Linda, linda, lindaaa!

Todo mundo surtado,  burburinhos em vários idiomas, flash  pra  todo lado. E muita emoção!

Meus companheiros de viagem, grata pela companhia e pela viagem fantástica!

No próximo post tem mais.

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Tarte Flambée Alsaciana – Delícia!!

Bem, chegou a hora do almoço e para recarregar a energia escolhemos  um prato típico da região.

Flambée Tarte é um  prato alsaciano composto de massa de pão fino enrolado em um retângulo (tradicional) ou um círculo, que é coberto com crème fraîche , em fatias finas cebolas cruas e lardons.  É uma das especialidades gastronômicas mais famosas da Alsácia.

Dependendo da região, este prato pode ser posta em alsaciano  flammekueche, em alemão  Flammkuchen, ou em francês  flambée tarte. Existem muitas variações da receita original, em termos da guarnição.

A lenda diz que os “criadores” deste prato foram  agricultores alemães da Alsácia, Baden ou do Palatinado, que costumavam cozer o pão, uma vez por semana ou a cada duas semanas.  Na verdade, a tarte flambée era originalmente um prato caseiro que fez a sua estreia urbana até a “mania da pizza” da década de 1960. A tarte flambée seria usada para testar o calor de seus fornos de queima de madeira. No auge de sua temperatura, o forno também teria as condições ideais para se assar uma tarte flambée. As brasas seriam deixadas de lado para dar espaço para a tarte no meio do forno e o calor intenso  seria capaz de cozê-lo em 1 ou 2 minutos.  A crosta que se forma na borda da tarte flambée seria quase queimada pelas chamas.  O resultado se assemelha a uma fina pizza .

O próprio nome vem deste método de cozimento, a  tradução inglesa do nome original da Alsácia é “chama-azedo” ou “inflamado pie” (assado no fogo).

Em partes do norte da Alsácia, no Palatinado e em Baden, a crème fraîche pode ser substituído por queijo branco (semelhante a Quark ), ou por uma mistura de metade de fromage blanc e crème fraîche metade.

(Wikipedia)


Segue a receita para quem desejar experimentar.

Receita de  Tarte Flambée
(Flammeküeche Elsässer)

Ingredientes:

500 g de massa de pão
250 g de queijo cottage
1/4  l de creme
2 cebolas grandes, 80 g de bacon (toucinho)
1 colher de sopa
sal, noz-moscada, pimenta

Instruções:

Corte o bacon em lardons. Pique as cebolas. Misture o requeijão e creme. Tempere com sal, pimenta e uma pitada de noz moscada ralada. Abra a massa  o  mais fina possível (muito importante), em assadeira untada. Espalhe a mistura sobre a massa de queijo-creme com uma espátula de madeira.
Polvilhe a superfície da massa com cebola e bacon. Regue com azeite. (Também é possível incorporar a mistura de cream cheese em óleo). Asse em forno quente (de preferência, forno de pão) 10 min. A Torta  é muito melhor quando cozida nas aldeias, como antes, em um forno de pão, pré-aquecido com os galhos que, além de introduzir a pá de madeira, onde o bolo é então ” lambido ” pelas chamas.

Mas para nós, o forno atual deve servir. rsrs

Outras iguarias alsacianas: Choucroute, Kugelhope, Bäckeofe, Torta de Damasco, Bretzel (Bratschtall).

Bom Apetite!

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A viagem até Strasbourg não estava no roteiro, mas acabou acontecendo. Sabe quando tudo dá certo e o inesperado aparece como um passe de mágica? Foi mais ou menos assim: voltei  de Viena para Basel, após uma semana maravilhosa na Áustria. Antes da partida para o Brasil surgiu a oportunidade de  conhecer Strasbourg e minha prima suíça conseguiu participar comigo dessa aventura. Foi a providência divina que colocou-a no trem comigo. Já contei que esqueci o passaporte em casa (digo, na casa dela em Basel). No troca troca de malas e bolsas, depois da chegada de Viena o passaporte ficou e eu fui!!

Apareceu um policial pedindo documentos (passaporte) e eu fiquei em maus lençóis. Minha prima explicou, com ótimo francês, que eu  estava fazendo turismo  acompanhada dela (cidadã européia, suíça, apresentou documentos,etc) e  não estava achando o passaporte na bolsa e que temia ter esquecido em outra bolsa. Ele disse que voltaria mais tarde. Felizmente o trem enorme tinha muitos vagões e ele não voltou. Chegamos na estação e, como ninguém  nos impediu, fomos embora. Por isso, NÃO esqueçam o passaporte,  nunca!!!

Passado o susto, lá estava a cidade  e  eu, ansiosa para conhecê-la!

O início da viagem:

Estação de trem em Basel.

O interior do trem. Valor da passagem, ida e volta, 50 francos.

No meio do caminho não tinha uma pedra, tinha um castelo no alto da montanha!

Tinha uma estação, entre muitas! Esta é a estação de Colmar. Estamos na região da Alsácia, na rota do vinho, França!! Vejam post sobre Colmar.

Um outro castelo. Essa região tem muitos castelos medievais.

No caminho tinha um  trem. Que treeemmm!

Depois de uma hora e meia de viagem chegamos na Estação de Trem de Strasbourg ou Estrasburgo.

A cidade é também conhecida como uma das capitais da Europa, devido às inúmeras instituições europeias que ela abriga, entre as quais o Conselho da Europa, o Parlamento Europeu (dividido com Bruxelas) e a Corte Européia de Direitos Humanos, sem esquecer a cadeia de televisão binacional franco-germânica Arte.(Wikipédia)

O centro histórico de Strasbourg foi classificado pela UNESCO como patrimônio mundial da humanidade.

Place de la Gare

Este mapa  dá uma visão geral da cidade de Strasbourg. O centro da cidade está situado na grande ilha, entre os braços do rio ILL, afluente do Reno. É bom comprar um mapinha ou pegar na internet para não esquecer de visitar nenhum ponto turístico.

Place de La Gare. Seguimos pela  Maire Kuss, uma das ruas que saem da praça.

Uma paradinha para foto na Pont Kuss. Aqui nessa ponte encontrei uma soteropolitana que nem eu!!Eita mundo pequeno!

Vista da Pont National.O dia estava lindo, as flores maravilhosas e meu coração  acelerado. Era muita emoção!

Fossée du Faux Rempart.

Igreja de St. Pierre , o Velho.

Vista da Barrage Vauban.

Quai Turckheim.

Pont de Abattoir.

A cidade pode ser visitada  à pé, em bateau-mouche, de bicicleta (aluga-se) ou de minitram (pequeno elétrico). Se for passar três dias vale comprar o Strasbourg Pass que dá direito a descontos em muitas das atrações. Pode ser adquirido nos pontos de informações para os turistas . Quem está  na capital francesa  pode fazer um bate e volta no TGV (Paris-Strasbourg-Paris).

Les Ponts Couverts – As Pontes Cobertas.

Grande Eclusa. Do alto tem-se uma visão panorâmica das Torres Medievais.

Museu de Arte Moderna e Contemporânea (Musée d’ Art Moderne et Contemporain).

Les Ponts Couverts – um dos cartões postais de Strasbourg. Ah! A telinha do início do post foi comprada na praça da catedral e em breve estará na parede da minha sala.

Vou ficando por aqui com esse cartão postal da cidade !

No próximo tem mais Strasbourg: La Petite France.

Au revoir.

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