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Fale a verdade, quem nunca colocou no seu roteiro de viagem uma paradinha em Paris?

Paris  é objeto de desejo de todos os turistas que andam por esse mundo!

Paris é na verdade retrato da sua história. Seus monumentos refletem  a pompa da nobreza,  as lutas do povo por igualdade de direitos, os ideais do iluminismo,  tornando-se  uma cidade importante na história do mundo.

A grandiosidade de sua arquitetura, seus parques, suas avenidas e seus museus fazem de Paris uma das cidades mais visitada do planeta. Tem lá seus problemas como todos os lugares tem os seus, mas aos nossos olhos de “viajantes compulsivos”  é  o  gozo supremo! Essa cidade tem um charme, uma energia contagiante, uma história  que fascina! Eu estava em  êxtase total andando pela cidade numa ânsia de viver cada minuto, de ver tudo, como se aquela fosse a única e última vez. O meu  “coeur”  batendo a mil por hora!

Venha viajar comigo nessa ‘viagem”, rs!

A Conciergerie – parte do palácio controlada pelo porteiro-mor (“concierge”)  do rei, as torres gêmeas ladeando a antiga entrada (Torre de César e a Torre de Prata). Avista-se  também a Torre Bonbec (dos gritos e gemidos). Era lá que os prisioneiros eram torturados.

A torre quadrada, chamada Torre do Relógio, onde encontra-se o mais antigo relógio de Paris (1370).

Palácio da Justiça

A Torre de Saint-Jacques – com 52 m de altura, é o único  vestígio da antiga igreja de Saint-Jacques-la-Boucherie (1508 – 1522), a qual foi destruída  durante a Revolução.

Praça do Châtelet – Este nome vem da antiga fortaleza  chamada de Grand Châtelet – prisão sinistra que foi destruída após a revolução. No centro da praça está a Fonte da Palmeira.

Fonte du Palmier (Fonte da Palmeira) – a coluna central (1806) é ornamentada com folhas de palmeira. Nelas estão inscritos nomes das campanhas de Napoleão Bonaparte  no Egito e na Itália. No alto pode-se ver uma estátua da Vitória(de Bosio).

Música no metrô de Paris. Tem algo  mais  sensacional que você dar de cara com um  presente desse ?!

Fonte Saint-Michel – inaugurada em 5 de agosto de 1860, com 26 m de altura e 15 m e largura, tem 4 bacias sobrepostas, enquadradas por 2 dragões alados sentados.. No nicho central rodeado  por quatro colunas coríntias em mármore vermelho do Languedoc, ergue-se a estátua  em bronze de São Miguel vencendo o dragão (de Francisque-Joseph Duret). Por cima está ornamentado com quatro estátuas simbolizando a Força, a Justiça, a Prudência e a Temperança. No alto, um escudo heráldico ornado com um elmo  e ao lado,  pelas alegorias do Poder e da Moderação (de Auguste Debay). Fonte: Editions A. Leconte.

 

Sorbonne – Universidade de Paris, situada no Quartier Latin, de Paris.

Muitas personalidades famosas passaram por aqui, entre elas:  Marie e Pierre Curie –  físicos, Honoré de Balzac – escritor francês, São Tomás de Aquino – padre dominicano e teólogo, Claude Bernard – biólogo, Simone de Beauvoir – escritora, Jean-Luc Godard – cineasta, Jean-Paul Sartre – filósofo e escritor, Claude Lévi-Strauss – antropólogo, Papa Bento XVI, e alguns brasileiros como:  Oswaldo Penna Júnior – jurista conhecido  como ” velho lobo dos tribunais”, Fernando Henrique Cardoso, Paulo Evaristo Arns, entre outros.

Estátua em homenagem a Auguste Comte (Positivismo), em frente a Sorbonne.

Praça em frente ao Pantheon.  No edifício podemos ver as palavras Liberdade, Igualdade e Fraternidade!

Resolvemos subir os degraus do Pantheon para ver Paris do alto, já que na torre estava impossível. Mas isso fica para o próximo post.

Até lá.

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Ao chegar na cidade deparei com essa placa e claro que a emoção bateu forte!

Há controvérsias quanto a origem do nome  Queluz. Alguns acreditam que  deriva das junções das palavras árabes (fundo de vala apertado) e Llûs (amendoeira), que significa o Vale da Amendoeira (Qa Al Luz). Mas há quem atribua esse nome à montanha da luz, hoje chamada Monte Abraão, onde o Sol era adorado. E ainda há quem atribua a origem do nome à adoração local do deus Lu ou Lou dos antigos Lusitanos.

Inclusive  acredita-se que o nome Lusitânia tem por base as palavras Citânia de Lu. Com certeza a ocupação humana nessa área,  comprovadamente atestada por diversos monumentos e vestígios, remonta ao final do período Neolítico, há 3 ou 4 milênios A.C.

A cidade é banhada pelo Rio Jamor. (Fonte: wikipédia)

Considerado Monumento Nacional, o Palácio Nacional de Queluz é o terceiro mais visitado de Portugal. Está aberto a visitação nos seguintes horários:

Atualizado em 12 de Março de 2010
Palácio:
De 4ª feira a 2ª feira das 9.00 h às 17.00 hJardins:
De 4ª feira a 2ª feira das 9.00 h às 17.00 h (de Janeiro a Abril e de Outubro a Dezembro).
Das 9.00 h às 18.00 h (de Maio a Setembro)

Última admissão: 16.30 h
Encerra à terça-feira e seguintes feriados:
1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1º de Maio e 25 de Dezembro.

Tempo médio de visita ao Palácio e Jardim: 1h 30m

Ingresso: Palácio e Jardins: 5 €; Jardins: 3 €.

O Palácio  foi construído em 1747 por ordem do Infante D. Pedro III.

O corpo principal do Palácio só foi concluído após o casamento de D. Pedro com D. Maria Francisca, que mais tarde seria a rainha D. Maria I, em 1758. Tanto os salões do Palácio  quanto os seus jardins  foram  enfeitados com ornamentos barrocos, tornando-o um exemplar excelente  do estilo de vida da sociedade barroca setecentista.

Embora muito menor é comparado frequentemente  com o Palácio de Versailles (França).  O Palácio Nacional de Queluz , no entanto, preserva uma forte identidade portuguesa e continua a ser um dos cenários preferidos do Governo para recepções oficiais e reuniões de Chefes de Estado internacionais. (Fonte: http://www.guiadacidade.pt)

Além do palácio, a cidade possui vários pontos de interesse como fontes e chafarizes: Da Calçada da Bica da Costa, Carranca, D.Carlos I, Bicas e Fonte Chafurdo Massamá, Chafariz Mousinho Albuquerque, Bica do Anjo (Pendão), Chafariz do Pendão e Chafariz Mussamá.

Arcos no centro da cidade .

Placa indicando as direções do Monte Abraão, Belas e  Massamá.

Situada em frente ao palácio, a Pousada D. Maria I ocupa as instalações reservadas, antigamente,  para a guarda real da corte. O  edifício  chamado de  “Torre do Relógio”  servia de aposentos para o pessoal a serviço da Corte Real.

O Palácio Nacional situa-se logo à saída do principal eixo rodoviário da linha de Sintra, o IC 19, no desvio para Queluz.

Destaca-se ainda, para além do valor arquitetônico e patrimonial, a beleza dos jardins e larga extensão de mata que o cerca. Passe o mouse sobre a foto para ver os créditos.

Vista aérea do Palácio Nacional de Queluz – foto Luís Pavão.

Pavilhão Robillion – Escadaria dos Leões – Fonte:  wikipédia.

Jardim de Malta ou Jardim dos  Azereiros –  Foto Luís Pavão.

A designação dada a este espaço deriva do fato de D. Pedro III ter sido, como todos os senhores da Casa do Infantado, Grão-Mestre da Ordem de Malta. (Fonte: pnqueluz.imc-ip.pt)

Jardim Neptuno ou Jardim Grande – Foto Henrique Ruas.

Em 1758 era estruturado o sistema hidráulico, em 1765 eram desenhados os parterres de broderie em buxo que estruturavam este jardim. Da Holanda, eram importadas quinhentas árvores para o jardim e parque (castanheiros e ulmeiros, entre outras), bem como trezentas pirâmides de buxo e murta. (Fonte: pnqueluz.imc-ip.pt)

Vista ao fundo do Canal dos Azulejos.

Com 110 metros de extensão, as paredes interiores do Canal, bem como o arco de suporte e a escada de acesso ao rio, são revestidos por painéis de azulejos azuis e brancos, executados por João Antunes e pagos em 1756. Também Manuel da Costa Rosado pintou azulejos para o Canal em 1775 e 1776.

Canal dos Azulejos – Fonte wikipédia.

No próximo post continuaremos nossa visita ao Palácio Nacional de Queluz.

Até.

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Ao redor da Stephansdom, no coração de Viena, muitas atrações despertam o interesse do visitante como a Coluna da Santíssima Trindade (Coluna da Peste).

O fosso do castelo romano que existia nesse local foi coberto com terra e no lugar foi construída, inicialmente,  uma coluna de madeira em homenagem à Santíssima Trindade, como promessa do imperador Leoplodo I, em 1679,  por ocasião da epidemia da peste.  Em 1693  a coluna foi sbstituída por uma de mármore.

Nessa praça várias nacionalidades se encontram e compartilham da história de Viena.

Prédios de arquitetura antiga se misturam com a magnífica fachada da Casa de Haas.

Essas fontes estão situadas de cada  lado da coluna.

Ao lado do fosso ergue-se,  sobre os muros,  uma igreja barroca muito antiga e a mais rica de toda a  cidade de Viena, a Igreja de São Pedro (Peterskirche).

Andando um pouquinho até a  rua Weihburggasse  encontramos a Franziskanerkirche. Em frente à  igreja está a praça dos italianos com restaurantes, cafés e lojas de antiguidades.

Estava um pouco frio, mas aguentei firme para sair na foto, rsrs. Entrei na igreja  para agradecer mais uma vez pela realização de um sonho. A igreja  é  muito bonita.

Continuei nas  minhas andanças, com os pés acabados e se recusando a dar mais um passo. Contornando a igreja de Santo Estêvão segui pela Rotenturm-Strasse e encontrei esse  monumento a Gutenberg.

Como em cada esquina uma surpresa nos espera … lá estava mais uma !

A Igreja Ortodoxa.

Tschüss !!!

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O Palácio Belvedere ficou pronto em 1725.  O príncipe Eugênio de Sabóia (aquele que venceu as batalhas contra os Turcos) foi o responsável por essa residência, que depois foi vendida para os Habsburgos. O Imperador José II levou para lá a coleção de pinturas imperiais e o acervo do Palácio de Ambras, vindo da região do Tirol. Essas coleções foram posteriormente transferidas para o Museu de História da Arte, recém construído na circular Ring. Em outro post conheceremos esse museu.

Esta é a entrada principal do Belvedere, vista pelo lado de dentro.

Este é o portão visto de fora. Observem cada detalhe dos adornos do portão de entrada. Em seguida, os jardins que precedem o palácio.

Área que está em reforma.

Vista do Belvedere Superior.

O Belvedere Superior tinha um papel representativo, enquanto o Belvedere Inferior   serviu de  residência de verão.

Durante a minha visita, o  lago artificial que existia em frente ao Belvedere Superior foi retirado. O local estava em obras. Não sei o que será construído no local ou se vai ser apenas remodelado, pois as peças de concreto que contornavam o lago estavam empilhadas e devidamente enumeradas. Mesmo assim o lugar é lindo!  Vale a pena  visitar a Galeria de Arte do Séc. XIX e do Séc. XX (no Belvedere Superior) e o Museu Barroco Austríaco (Belvedere Inferior) que abriga artes plásticas e quadros dos Séc. XVII e XVIII. Na Orangerie (Estufa das Laranjeiras) do Belvedere Inferior encontramos o Museu de Arte Medieval Austríaca.

Seguindo em direção ao Belvedere Inferior temos um imenso jardim e uma fonte magnífica!

Até chegar ao Belvedere Inferior passamos por várias estátuas e mais jardins. No interior do Palácio encontra-se a Sala dos Espelhos e os aposentos do Príncipe Eugênio, além do Grande Salão de Mármore.

Na saída encontram-se várias esculturas que fazem parte do acervo do Palácio.

Saí encantada com a visita, a máquina entupida  de fotos  e  eu cheia de expectativa para  conhecer  mais sobre Viena. Afinal,  o dia  ainda estava longe de acabar!

Até o próximo post.

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