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Posts Tagged ‘Esculturas’

Seguindo em direção  sul da cidade está o bairro de San Telmo. Saindo da Praça de Maio e percorrendo a Av. Paseo  Colón chega-se ao bairro mais pitoresco da cidade de Buenos Aires.

É caracterizado pelo estilo colonial de suas casas e pelas ruas empedradas. É um bairro muito fácil de se percorrer a pé.

Foto: Mario Banchik, Oscar Flores, Miriam Schvemer.

No caminho passamos pela Faculdade de Engenharia construída  durante o segundo governo do General Juan Domingo Perón.

Foto: buenosaires.travel

Em frente a faculdade há um monumento chamado “Canto ao Trabalho”, do escultor Rogelio Yrurtia (1879-1950), com 14 esculturas desnudas distribuídas em  dois grupos:” O Esforço Comum” e “O  Triunfo”.

Foto: Mario Banchik, Oscar Flores, Miriam Schvemer.

Um gentil senhor me explicou o  que a escultura representa. Os dois grupos carregam um pesado fardo e são guiados pela ” fortaleza e a esperança da mulher”.

Devem ter notado  a autoria das fotos. Nessa viagem ainda não tinha blog e não registrei alguns monumentos porque a máquina já estava cheia e  eu só descarregava no hotel, à noite, enviando por e-mail.

Vale a dica: se prepare para guardar as fotos da viagem munido de todo recurso tecnológico que existe na atualidade. O que não  deve é perder o momento do “click”! rsrs.

Bem, continuando nosso passeio, San Telmo  está  ligado a história da cidade.  A Praça  Dorrego  é o coração do bairro. Aos domingos acontece  uma feira de antiguidades, que vai desde livros, pratarias, esculturas a roupas e discos antigos. Aos domingos, de 10 às 17h.

Foto: Mario Banchik, Oscar Flores, Miriam Schvemer.

Perto  da praça  Dorrego está a igreja que  deu origem ao nome  do bairro. A Igreja de San Telmo ou  Igreja de Nossa Senhora de Belém, na Calle Humberto I. Em estilo barroco pertence a ordem de San  Ignacio de Loyola.

Foto: buenosaires.travel

Por muitos anos San Telmo  foi o bairro das  famílias aristocráticas de Buenos Aires, mas  um surto de febre amarela matou muitos habitantes e fez com que as famílias mais ricas fossem para o norte e oeste da cidade.

Atualmente é um bairro com muitos restaurantes, cafés, galerias de arte, antiguários  e locais onde se pode ouvir e dançar o tango. É um bairro com atmosfera  boêmia e o preferido pelos artistas.

Lá na esquina  da Calle Chile com Defensa está a estátua da Mafalda!

Foto: Beatrice Murch – Wikipedia

A escultura está em frente ao prédio que o quadrinista  Quino, seu criador, morou durante muitos anos. Que tal tirar uma foto com ela? A  inauguração aconteceu depois da minha estadia em Buenos Aires. Que pena! Mas na próxima viagem à capital argentina estarei lá.

Seguindo a Avenida Paseo Colón,  no sentido sul,  chega-se  ao Parque Lezama. Com muitas esculturas espalhadas pelo parque, entre elas o “Mirador de las barrancas” , vale uma visita ao Museu Histórico Nacional (antiga moradia da família Lezama) e a Igreja Ortodoxa  Russa,  semelhante a encontrada em Moscou, na Praça  Vermelha. Tem peças de grande valor doadas pelo Czar Nicolás II.

Mirador de las barrancas, Buenos Aires.
Foto: Mario Banchik, Oscar Flores, Miriam Schvemer.

Igreja Ortodoxa Russa, em Buenos Aires.
Foto: Mario Banchik, Oscar Flores, Miriam Schvemer.

Igreja Dinamarquêsa em Buenos Aires – A torre e os tetos da igreja correspondem ao estilo neogótico.

Foto: buenosaires.travel

Outra atração é  A casa mínima, na  San Lorenzo 380.
É uma construção da segunda década do século XIX. Sua fachada mede 2,17 metros de largura. Antigamente era comum que estes tipos de complementos às casas fossem ocupados pelos escravos da família. Outros acreditam que foi uma má distribuição de terreno que deixou esse “pedaço inútil”.

Foto: Mario Banchik, Oscar Flores, Miriam Schvemer.

Outra dica:

Para os viajantes de primeira viagem ou para quem ainda não foi a Buenos Aires  o site abaixo tem informações detalhadas (e preciosas!) sobre  turismo em Buenos Aires. Vale conferir:

http://wikitravel.org/pt/Buenos_Aires

Como chegar a feira de San Telmo:

Linhas de ônibus: 22, 24, 28A, 28B, 29, 33, 54, 61, 62, 74, 86, 93, 126, 130, 143, 152 e 159.

Até  o próximo post.

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A Casa Loma, em estilo  gótico Revival, foi construída entre 1911-1914. Tem 5 hectares de jardins e a visita com auto-guia dura em média 2 horas.

Apesar das escadas, as pessoas com  dificuldade de locomoção podem utilizar  o  elevador  operado por  funcionários.

Os jardins da Casa Loma estão do lado do restaurante, próximo a  escarpa. Além de uma fonte,  há várias esculturas .

Por que retornar à Casa Loma…  Primeiro,  fazia muito tempo desde a última visita e gosto de visitar castelos, sem contar que com máquina  digital  as fotos têm outra qualidade, não é mesmo?

Essa mansão tem nada menos que 98 cômodos  decorados com requinte e foi a maior  residência da América do Norte, naquela época.

Foi aberta ao público como atração turística, em 1937.

Outra curiosidade da Casa Loma – a casa tinha 59 telefones e, naquela época, o operador de linhas de telefones do castelo completava mais ligações que toda a cidade de Toronto. A comunicação com os empregados era feita através dos telefones, o que justifica a quantidade de ligações. (Fonte: Wikipedia)

Jardim Secreto

Depois de uma boa caminhada para chegar  na Casa Loma e subir os degraus  da torre, um jardim para descançar  e ficar admirando a arquitetura desse lindo castelo não é nada mal.

As suítes são ricamente  decoradas com obras de arte de diversas partes do mundo.

O mobiliário e objetos de decoração são originais, transportando o visitante para um cenário real do início do século passado.

Próximo à Casa Loma está o Sir Winston Churchill Park, com quadra de tênis, uma ravina, bosques, área para piquenique e parquinho para as crianças.

Hora da despedida, ainda  tem muitas atrações  nos próximos posts.

Até breve.

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Voltando a CNE  de Toronto para mostar mais atrações. Em cada lugar que entrava tinha uma boa surpresa. Passei horas me divertindo!

Esse trenzinho percorre toda a área da feira, mas preferi andar para explorar cada cantinho.

Na entrada  do pavilhão The Farm encontra-se  essa escultura   – “Homem  acima da matéria” (1965) por Arthur Price.

No interior do  prédio estão máquinas agrícolas e uma grande variedade de animais da fazenda.

As crianças tem a chance de se familiarizar com a vida rural, incluindo os animais de quintal.

Produtos fabricados  com mel de abelha dão água na boca!

E as esculturas com mel, feitas na hora por uma artista! Lindas!

Esculturas de animais em areia

Áreas especiais para as crianças se divertirem, com triha para carrinhos.

“National Soccer Stadium no Exhibition Place” – conhecido como BMO Field, é um estádio de futebol com capacidade para aproximadamente 20 mil pessoas.

Prédio dos Alimentos (FOOD) –  encontra-se lanchonete de comida do mundo inteiro:  grega, chinesa, e por aí vai…

Essa figura  apareceu de repente  deslizando no meio da multidão, cantando e dançando com as pessoas. Teve seu momento de “Star” !

Exposição de figuras em areia. Fantástica! Aliás foi uma competição entre vários artistas.

Esse é espetacular. Olha o que ele está fazendo com essas pedras! Chama-se Daryl Maddeaux, artista visual, com seu trabalho “Rock on Rock”. As peças são sobrepostas sem cola ou qualquer outro material. Fantástico!

Mas o engraçado foi o encontro com dois ídolos. Não pensei duas vezes, pedi para ser fotografada! kkkkkkk

Ainda tem mais CNE. Aguardem!

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Continuando a visitação  a Versalhes chegamos aos aposentos da rainha. Deixando de lado as futilidades dos seus antigos moradores, que levaram à revolução em 1789 e ao fim da monarquia absolutista, vamos sentir a atmosfera de um dos  maiores palácios que já existiu.

Os aposentos da rainha formam uma fila de salas paralelas às do grand appartement du roi.

Serviu como residência de três Rainhas da França: Maria Teresa de Espanha, esposa de Luís XIV;  Maria Leszczynska, esposa de Luís XV; e de Maria Antonieta, esposa de Luís XVI.

A decoração do grand appartement de la reine descreve heroínas daquela época .

Tanta coisa pra ver, que quase não dá tempo de “sentir o lugar”!

Enquanto escrevo sobre o palácio vou revivendo o momento, a emoção que senti e por incrível que pareça, observando os detalhes das pinturas, das esculturas (que na hora passam despercebidas, já que o foco é fotografar  o mais rápido possível antes que a multidão lhe atropele, rsrs) sinto tudo de novo. Agora sim posso admirar e me extasiar!

E assim, tropeçando no passado, se perdendo no labirinto da história, vamos sendo abduzidos pelo glamour de Versalhes.

E ainda tem mais, se perca nos bosques, perambule pelos jardins, tropece nas obras de arte e saia de lá com a alma plena. Tenho certeza  que não sairá ileso. Levará na memória as imagens da grandiosidade, da beleza, e até do exagerado luxo de Versalhes.

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A chegada a Paris foi uma festa! Ao chegarmos no Louvre a emoção transbordou. Tantos planos, tantos sonhos e eis que ele estava bem ali na nossa frente, alguns passos  apenas… Ali está a história da humanidade contada através de suas obras de artes.

Transpondo o corredor chegamos ao “cour carrée”.

A obra de Ieoh Ming Pei, na  área pública do museu, é o que mais chama atenção: a Pirâmide de Vidro, em meio aos prédios clássicos.

Não só em Paris como no Egito, a” Pirâmide” sempre despertou  a curiosidade das pessoas! Como foram feitas as pirâmides dos faraós ? Como a pirâmide de vidro se sustenta? Arquitetura, matemática, engenharia… nisso os  egípcios eram “feras”! Muitos séculos depois vem um arquiteto chinês com esse pensamento:

“O sólido é para os mortos, mas o transparente é para os vivos”. (I. M. Pei)

Dizem que ela foi construída com 673 painéis de vidro (603 losangos e 70 triângulos). Já se especulou que o número é 666, o número da besta.

Lendas à parte, a pirâmide do Louvre une o clássico ao ultra-moderno. Apesar de alguns acharem que a  idéia estava muito avançada e que não combinava com o lugar, a pirâmide agradou e atualmente  os visitantes apreciam a justaposição de estilos.

“A Pirâmide e o átrio subterrâneo, debaixo dela, foram criadas por causa de uma série de problemas com a entrada principal (original) do Louvre, que já não podia lidar com um número enorme de visitantes em uma base diariamente. Os visitantes que entram através da pirâmide podem descer ao átrio espaçoso, em seguida, voltar a subir para os principais edifícios do Louvre”. (wikipedia)

E pensar que em 1190 o Louvre era uma fortaleza construída para defender Paris, a oeste, contra os ataques dos Vikings. No subsolo estão as marcas da antiga fortaleza medieval. Minha companheira de viagem, agora arquiteta, registrava tudo no seu bloquinho, rs.

Chegando a ala das pinturas você pode admirar obras de célebres pintores. É a segunda maior coleção do mundo com quase 12 mil peças. Claro que não dá pra visitar todas elas de uma única vez. Nem fotografá-las, rsrs!  Estava com uma máquina digital e uma com filme APS. Mesmo assim não deu “pro gasto”! rsrs. Da próxima vez vou levar cartão de memória extra, pra não perder nenhum detalhe! Vale a dica pra você.

As tapeçarias são de uma riqueza e beleza, que ao visitante  só resta admirá-las.

Andar por esses suntuosos salões é viajar no tempo…

Vejam o Louvre numa sequência de fotos, que despertará o desejo de conhecê-lo  de perto!

O Jardim das Estátuas

Do Louvre seguimos para explorar os arredores. Até o próximo post.

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Os jardins do  Palácio Real de Queluz apresentam fortes influências francesas e italianas que perpassam o barroco, o rocaille e o neoclássico.

as obras de conservação e restauro nas esculturas, lagos e fontes que ornamentam os jardins, bem como no Canal dos Azulejos, foram realizadas em 2003 pela Associação World Monuments Fund  de Portugal. Paralelamente, os trabalhos de jardinagem e manutenção florestal dos dois percursos fundamentais de visita do jardim – entre o Pórtico da Fama e a Cascata Grande e entre o jardim Pênsil e o Lago de Neptuno -, assumiram importância central para permitir a circulação e fruição pública deste espaço“. (www.pnqueluz.imc-ip.pt)

As Esculturas em chumbo, de autoria de John Cheere (1709-1787) são peças relevantes nesse conjunto arquitetônico. A Primavera, de John Chesse (Foto: http://www.pnqueluz.imc-ip.pt)

Nos jardins do palácio: de Malta, de Netuno, entre outros, podemos encontrar várias  esculturas representativas da mitologia.

Fonte de Netuno

Além das estátuas em chumbo, que reforçou a imponência dos jardins, existe também um significativo número de escultura em pedra, a maioria vinda de Itália (Gênova) entre 1757 e 1765, constituída por figuras de mármore, estátuas, bustos e vasos,  fruto de encomendas feitas  através do italiano Nicolau Possolo, residente em Lisboa. (Fonte: pnqueluz)

As esculturas de Queluz oferecem um percurso mitológico, onde abundam os deuses e os heróis da Antiguidade Clássica, constituindo uma clara imagem da nostalgia pela Antiguidade que percorreu todo o século XVIII“. (Fonte: pnqueluz)

Os Jogos de Água dos Jardins do Palácio Nacional de Queluz, no Lago de Netuno (John Cheese, 1771) foram restaurados e aberto ao público a  partir  de 20 de outubro de 2010. Foto: pnqueluz.

Visite a galeria de fotos sobre o palácio, no  próximo post.

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