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Posts Tagged ‘Arte’

Visita ao Museu Aga Khan

Na última  viagem  a Toronto fui visitar um museu  chamado Aga Khan. O museu apresenta arte islâmica, iraniana (persa) e muçulmana.

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Vista do exterior do Museu Aga Khan

Abriga coleções de arte e herança islâmica acrescentando um acervo de coleções particulares de Sua Alteza o Aga Khan, do Instituto de Estudos Ismaili em Londres, e do Príncipe e da Princesa Sadruddin Aga Khan, que apresentam contribuições  artísticas, intelectuais e científicas das civilizações muçulmanas.

Na entrada, a fachada do museu é refletida num espelho d’água, de granito preto. Na  área externa  tem uma lagoa de pedra preta,  refletindo a fachada do museu e o jardim.

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Pátio externo – Café

Esse museu foi projetado por  Pritzker Prize. Abrange uma área de 10 mil metros quadrados, com jardins e rodeado por um grande parque.

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Jardins

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O projeto foi criado pelo  arquiteto paisagista Vladimir Djurovic. O museu foi  inaugurado  em 18 de setembro de 2014.

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Na entrada tem uma loja do museu ( souvenir), um café, a Bilheteria  Desk (admissão) e um tapete pendurado no teto. Ele é todo  feito a mão. No pátio externo a entrada é free.

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 Bilheteria Desk (admissão)

Bilheteria Desk (admissão)

Tapete feito a mão. Atrás é todo vermelho.

Tapete feito a mão. Atrás é todo vermelho.

A coleção abrange 1.000 objetos: cerâmicas, metalurgia, pinturas, manuscritos, entre outros.

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O pátio interior é uma característica tradicional da arquitetura islâmica.

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Pátio interno

Nota do museu:

“Os visitantes são convidados a relaxar no pátio Aga Khan Park ou museu, ver as coleções no quarto Bellerive, ou navegar na Loja do Museu, sem compra de um bilhete Museu admissão.Os bilhetes são necessários para a entrada em galerias e para a participação na maioria das artes de palco e programas de educação e eventos.” Pode também ser comprado on-line.

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Pátio interno

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Piso do pátio

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Café

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Jardins

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O Sol iluminando a pirâmide!

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Onde fica:

77 Wynford  Dr,  Toronto, Ontário  M3C  1K1 , Canadá.

Os bilhetes são necessários para admissão nas galerias.

Funcionamento:

Aberto de terça a domingo das 10 horas – 18 horas, exceto às quartas-feiras, quando tiver horas estendida 10 horas – 20 horas.
Segundas-feiras fechados, exceto feriado estatutário segundas-feiras.

A entrada para o museu e todas as exposições é gratuita todas as quartas: 16 horas – 20 horas.

Nota do Museu:

“Os visitantes, por favor, note: carrinhos são geralmente permitido nas galerias. No entanto, durante os períodos de pico, especialmente quarta-feira noite de 4-6: 30 pm, a entrada de carrinho de criança pode ser restrito. Carrinhos estacionamento sem supervisão estará disponível neste momento.

O Museu não será responsável por qualquer perda ou dano à propriedade pessoal”

Admissão:

Adulto: $20

Criança (6-13): $10

Senior: $15

Student: $12  (14-17 ou a tempo inteiro pós-secundário com ID)

Grupo (10+): Adulto $15, Criança: $8, Senior: $12, Student: $10

Admissão membro: LIVRE

NOTA do MUSEU:

“Os visitantes, por favor:

  • não toque em nenhum dos artefatos ou obras de arte.
  • não consumir alimentos e bebidas nas galerias ou auditório.
  • transformar o seu telefone móvel para o ajuste nas galerias vibrar, e desligar o dispositivo no auditório.
  • não usar o flash no primeiro andar (coleções de museu) galerias.
  • não tirar fotos no segundo andar (Exposições Temporárias) galerias.
  • não use bastão de selfie no Museu.
  • verificar itens de grande porte (por exemplo, mochilas, guarda-chuvas, e tripés) no vestiário gratuitamente.
  • pergunte no Bilhetes de turismo antes de esboçar nas galerias.

O Museu é monitorado pela vigilância de vídeo.

Os visitantes com idade inferior a 14 anos devem ser acompanhados durante toda a duração da sua visita de um acompanhante que tenha pelo menos 14 anos de idade.”

 

 

 

 

 

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Oi Pessoal, tenho deixado o blog abandonado devido as contingências da vida. Tem uma fila de post para publicar. Em breve tem novidades!

Voltando a viagem na terra do Tio Sam…

A minha estadia em NY foi rápida, mas aproveitei ao máximo! Estava em Toronto e de lá fui passar uns dias em NY . O retorno para o Brasil seria Toronto – São Paulo. Por isso escolhi algumas atrações e deixei outras para a próxima viagem…rs.

Além dos pontos turísticos famosos fui aos dois museus mais interessantes, para mim. São tantos e todos maravilhosos que fica difícil visitar numa só viagem! Passei uma boa parte do dia, em cada um dos museus que visitei e se Deus quiser pretendo voltar para conhecer o restante.

Museu Americano de História Natural

Onde fica: Central Park West at 79th Street, New York, NY, 10024-5192

A taxa  custa 22 dólares, mas você pode pagar quanto quiser ou puder. Eles chamam de admissão sugerida.

O Metropolitan Museum of Art

Onde fica: 1000 Fifth Avenue, New York 10028 NY

A taxa fica a critério do visitante. Tem o preço recomendado ($25), mas pode ser admissão sugerida.

Ou pode optar pelo City Pass para entrada em várias atrações.

E ainda tem museu pra mais de ano: Madame Tussauds, Museu do Sexo, Museu de Arte Moderna, Museu  Guggenheim, Museu da Cidade de Nova Iorque, Museu da Polícia, da Fotografia, e por aí vai…

É bom lembrar que a taxa de admissão serve para trazer novas exposições e manter o museu em bom estado.

Vamos dar uma olhadinha no Museu Metropolitano de Arte:

O Museu conta com mais de dois milhões de obras de arte. Vamos dar uma espiadinha e ficar com vontade de “quero mais”?

DSC03979- Foto by GinapsiSaguão principal

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Idade Média – esta sala nos remete aos cavaleiros medievais: armas, brasões, armaduras…

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Pinturas

DSC04089-Foto by GinapsiPorcelanas

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Presidente Abraham Lincoln, 16º presidente dos Estados Unidos

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O nativo americano – primeiros habitantes

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Estátua da Liberdade

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Águia – símbolo nacional do país

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Diana

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São tantas maravilhas que o dia passa e a gente não sente.

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Cleópatra

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Egito

DSC04468 - Cópia, Foto by Ginapsi

No próximo post vamos dar uma olhadinha no Museu de História Natural.

Até lá!

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Ao passar pelo  Royal Ontario Museum – ROM,  localizado perto da Assembléia Legislativa do Ontário,  encontrei  uma espécie de estacionamento de bike. Mas o objetivo é  outro: empréstimo de bicicletas.

Toronto aderiu ao sistema já implantado por algumas  metrópoles como Paris, Montreal, Barcelona e São Paulo. O objetivo é incentivar o uso de transporte ecologicamente correto que não polui o meio ambiente. Além de ser um bom esporte para o corpo, rsrs.

Esse sistema é conhecido como BIXI, que é uma mistura de bicycle e taxi, e tem o objetivo de ser utilizado como transporte no centro da cidade. Em Toronto  foi adotado o  Public Bike System Company.

“O BIXI tem como vantagens inovações patenteadas nas próprias bicicletas, relativas ao design, à capacidade de carga e ao material utilizado nas mesmas.

Outra inovação é o sistema de trancas, alimentado por painéis solares, o que simplifica muito o uso: para travar, basta o usuário colocar a bike no local indicado e empurrar até que acenda a luz verde. Na hora de retirar a bicicleta também só é necessário colocar na máquina o cartão (que o biker cadastrado vai receber) e esperar também pela luz verde para que a bike seja liberada. O software criado pela empresa para esse sistema tem uma taxa de 99,7% de precisão”. (Fonte: http://www.oitoronto.ca)

Para saber como funciona clique aqui.

Mapas como estes estão espalhados pela cidade e auxiliam você a encontrar seu destino. É quase impossível  se perder em Toronto. Se esqueceu a aula sobre Pontos Cardeais faça uma revisão rápida e assim você saberá pra que lado está o Norte, o Oeste, o Sul e o Leste. A maioria das grandes avenidas estão denomidadas como West ou East , como por exemplo a Queen, a King, a Eglinton Ave , a Dundas St.  (W  e  E) .

Olha a caixa coletora de resíduos que encontramos! Moderninha! Ao pisar no pedal  abre-se a  portinhola, na parte superior, para colocar o lixo ou o reciclável. Na faixa  escura tem um furinho para colocar a baga do cigarro.

Arte no  metrô –  Apesar de ser um local onde as pessoas passam apressadamente, tem lugar para a arte e não custa dar uma espiadinha. Já vi em Buenos Aires, Lisboa e Paris vários painéis nas estações de metrô que vale a pena perder uns minutinhos para admirar. São verdadeiras obras de arte.

Esta foi na estação próxima ao ROM – Royal Ontario Museum.

Esculturas egípcias, entre outras.

Se perder o metrô, não há problema , o próximo passará em poucos minutos.

Tem mais Toronto nos próximos posts.

Até breve.

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As capelas do palácio de Versalhes não são um exemplo isolado do patrocínio da arquitetura religiosa de Luís XIV. Como todos os seus grandes projetos arquitetônicos, Luís XIV patrocinou um ambicioso trabalho religioso e expressou a sua magnificência e gosto pessoal. Um dos mais curiosos aspectos de Versalhes é a sua sucessão de capelas. No reinado de Luís XIV, Versalhes viu não menos de cinco capelas.

A capela final, a quinta, do Palácio de Versalhes é uma obra-prima. Com início em 1689, a construção foi suspensa devido à Guerra da Liga de Augsburgo; Jules Hardouin-Mansart  retomou a construção em 1699, continuando a trabalhar no projeto até a sua morte em 1708, após o que este foi continuado e concluído pelo seu cunhado, Robert de Cotte.

Dedicada a São Luís, a capela foi consagrada em 1710. O modelo palatino da capela é tradicional; de qualquer forma, a colonata  Coríntia do nível da tribuna é de um estilo clássico que antecipa o Neoclassicismo  do final do  Séc. XVIII . O nível da tribuna é acedido pelo vestíbulo que foi construído ao mesmo tempo da capela.

O chão da capela é embutido com mármores multi-coloridos e nos degraus que levam ao altar está o monograma coroado de Luís XIV, com “L”s entrelaçados. Aderindo à decoração eclesiástica, a decoração da capela refere-se ao Velho e ao Novo Testamento: o teto da nave representa “Deus Pai em sua Glória trazendo ao Mundo a promessa da Redenção” e foi pintado por Antoine Coypel, a meia-cúpula da abside foi decorada com “A Ressurreição de Cristo” por Charles de LaFosse e, por cima da tribuna Real está “A Descida do Espírito Santo frente à Virgem e aos Apóstolos” por Jean Jouvenet.

Durante o Séc. XVIII, a capela testemunhou muitos eventos da Corte. Foram cantados Te Deums para celebrar vitórias militares e o nascimento de filhos dos Reis, também foram celebrados casamentos na capela, tal como o casamento do delfim — mais tarde Luís XVI — com Maria Antonieta em 1770. De qualquer forma, de todas as cerimônias realizadas na capela, aquela associada à Ordem do Espírito Santo  está entre as mais elaboradas.

Atualmente a capela, a qual foi re-consagrada, serve como local de concertos de câmara.

A primeira capela do palácio data da época de Luís XIII e estava localizada num pavilhão separado, a Nordeste do palácio (atualmente o local é ocupado por La pièce de la vaisselle d’or ou por le Cabinet de Mme Adélaïde, aproximadamente). Esta capela, a qual seguia o modelo palatino  — uma capela de dois pisos, o piso superior reservado ao monarca e membros da família Real, o piso inferior usado por membros da Corte e da casa Real — foi destruida em 1665  quando a Grotto de Thétis foi construida.

A segunda capela do palácio estava situada no grand apartment de la reine (formando correspondência simétrica com o salon de Diane no grand appartement du roi). Esta capela de modelo palatino teve vida curta. Quando Luís XIV iniciou a terceira campanha de construção, esta capela foi convertida em salle des gardes de la reine.

Localizada próximo da nova salle des gardes de la reine, a terceira capela foi transitória. Em 1682, esta sala foi convertida na grande salle des gardes de la reine (também conhecida como la salle du sacre).

Quarta capela – com a construção da ala Norte, foi construida uma nova capela em modelo palatino. A construção da ala Norte exigiu a destruição da Grotto de Thétis; foi neste local que se construiu a nova capela em 1682.  Esta capela permaneceu em uso pela Rei e pela Corte até 1710.

Fonte: Wikipédia

Como chegar até o palácio de Versalhes:

De Comboio – Estação ferroviária de Montparnasse (SNCF),  RER   C ,  compre um bilhete Paris-Versailles Rive Gauche, zonas 1-4. O trem tem um “V” , não tem como errar. A viagem leva 30 minutos e depois uma caminhada de uns 800 metros até o palácio.

De ônibus –  de Pont de Sèvres, linha  171 sentido RATP Versalhes place d’Armes.

De carro: pegue a auto-estrada A 13 sentido Rouen.

Horários: De 1 de Novembro a 31 de Março todos os dias exceto segundas-feira, de 09 às 17.30hs (última visita às 17:00hs)
De 1 de Abril a 31 de Outubro todos os dias exceto segundas, das 09:00 às 18.30 (última visita às 18h).

Até o próximo post.

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O acervo do Musée du Louvre está dividido  em oito sessões: Antiguidades Gregas, Romanas e Etruscas; Antiguidades Egípcias; Antiguidades do Oriente Próximo; Arte Islâmica; Pinturas; Gravuras e Desenhos; Esculturas e Artes Decorativas.

Tanta beleza  merece ser compartilhada.

Venha ver “Psiquê revivida pelo beijo de Eros”, e muitas outras peças de um dos maiores museus do mundo.

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Finalmente chegou um dos  momentos mais esperado da viagem a Paris – conhecer o Museu do Louvre!

Lá estão obras do Oriente e do Ocidente, como a  Mona Lisa, a Vênus de Milo, a Vitória de Samotrácia, coleções do Egito, da civilização greco-romana, arte islâmica, etrusca, sumeriana, são tantas que  esse museu é uma das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas. São oito mil anos da cultura e da civilização Ocidental e Oriental num só lugar! Do antigo ao moderno  e contemporâneo.

E eu estava lá, realizando um sonho que parecia inatingível: Viajando na História!

Inúmeras obras-primas de grandes artistas como Rembrandt, Michelangelo, Ticiano, Goya, Rubens e outros nomes expressivos, que fazem a gente se perder no tempo e não desejar mais sair dali até ver  toda aquela riqueza cultural.

Eu e meus jovens companheiros  de viagem  chegamos na Place du Palais Royal e passamos pelo Le Louvre Des  Antiquaires, Hotel du Louvre  e entramos no museu com o coração  acelerado!

Quem desejar antecipar a visita poderá fazer um tour virtual em francês, inglês ou espanhol no site do museu (www.louvre.fr)  além de  adquirir,  antecipadamente, ingressos para entrada no museu. Poderá consultar o mapa do museu e ver fotos  de algumas obras.

Le Louvre Des Antiquaires

Hotel du Louvre

Na entrada é fornecido um mapa do museu em várias línguas indicando as direções aos visitantes: Denon, Sully e Richelieu correspondentes às três alas do museu. Existem quatro níveis: subterrâneo e mais três andares. O mapa indica as sessões:  Antiguidades Orientais, Egípcias , Gregas, Romanas, Esculturas e Louvre Medieval. (www.revistaturismo.com.br)

LOUVRE – poderíamos chamá-lo de Palácio da Artes tão grande é a coleção existente nesse museu, um dos mais  ricos do mundo!

Praça do Cour Carrée

No pátio Napoleão, área pública do Grand Louvre,  ergue-se a famosa Pirâmide de vidro, do arquiteto Ieoh Ming Pei. 

A pirâmide e seu átrio subterrâneo,  foi inaugurado em 15 de outubro de 1988.

La Pyramide Inversée  (A Pirâmide invertida) foi concluída em 1993 e faz parte do plano de expansão do Grand Louvre.

Antiguidades Egípcias

A pirâmide vista de uma das alas do museu.

Interior do museu destacando-se a rica decoração do teto, com pintura dourada e esculturas.

Quadro – Consagração do Imperador Napoleão I e Coroação da Imperatriz Josefina na Catedral de Notre-Dame de Paris, em 2 de Dezembro de 1804.

No próximo post tem  mais Louvre!

Até.

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