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Galeria de Fotos – Old Quebec.

Que tal fazer um tour fotográfico para conhecer algumas das atrações da cidade de Quebec? Lugares por onde passei:

Tem muito mais Quebec no Ginapsi!

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A viagem  até Ottawa, de carro,  levou em média  cinco horas, pois  paramos algumas vezes por causa das crianças. De  Toronto a Ottawa  são 400 km e mais 190 km até Montreal.

Para chegar até Quebec  City  percorremos mais 255 km  – 3 horas (Autoroute 20 W). Seguindo pela  Autoroute 40 W  a viagem dura mais ou menos 3 horas e 15 min (263 km).

Mas vale a pena  conhecer o interior do Canadá, as cidades, as fazendas, a vegetação que vai mudando a medida que  seguimos para o norte…

Aparecem os pinheiros

O solo rochoso

Em todo o percurso encontramos postos com uma ótima infraestrutura: lanchonete, toilets, trocador para bebês, lojinha, mini mercado e até informação para turistas.

O Paralamento  de Ottawa e os preparativos para o Canada Day.

Área em torno do Parlamento

O que visitar em Ottawa?

Pontos turísticos e culturais da cidade:

– Parque Central
– Canal Rideau
– Galeria Nacional do Canadá
– Parque Confederação
– Palácio Laurier
– Memorial da Guerra Nacional
– Museu de Guerra canadense
– Centro Nacional de Artes
– Museu Canadense da Civilização – visita obrigatória: abriga a maior coleção de totens em ambiente fechado
– Museu Canadense da Natureza
– Museu da Ciência e Tecnologia
– Museu da Aviação
– Parlament Hill: visitas guiadas em francês e inglês.

Não deixe de ver a Catedral de Notre Dame, o  Byward Market  e  reserve um tempinho para passear ao longo do Canal Rideau. No inverno se transforma na maior pista de patinação do mundo, com quase 8 km.

Se der tempo vá visitar o Gatineau Park. Lá encontrará  as ruínas da velha English Abbey. Alguns prédios com arquitetura Gótica Revival preservam a história da cidade.

Atravessamos  a  Alexandra Bridge,  para Gatineau.

“A atual cidade de Gatineau é resultante da fusão de cinco cidades (Hull, Gatineau, Aylmer, Buckingham e Masson-Angers), ocorrida em 1 de janeiro  de 2002.  Gatineau está situado ao norte do Rio Ottawa.” (Wikipédia)

A antiga ponte, muito estreita, foi alargada para atender o movimento de carros.

Do outro lado do rio está o Museu  Canadense da Civilização. Ele conta a história do Canadá até os dias atuais. É muito interessante também conhecer o Parque à sua volta – Jacques Cartier.

Desse  museu temos uma vista muito bonita do Parlamento.

Outra forma de  conhecer um pouco  a respeito da cultura aborígene é visitar Experiências Aborígenes, localizada na Ilha Vitória, no centro de Ottawa. É possível visitar uma vila indígena tradicional, compartilhar canções e danças e desfrutar de um bufê de pratos das Primeiras Nações.

“Em Ottawa, os passeios turísticos assumem muitas formas. Existem ônibus de passeios turísticos que oferecem opções para “subir e descer” em pontos específicos do trajeto. No Canal Rideau e no Rio Ottawa é possível ter excelentes vistas da capital a partir dos conveses dos barcos de passeio. E os passeios turísticos a pé provam que Ottawa é uma das capitais mais fáceis para se caminhar do mundo, com passeios agradáveis de 2 horas que cobrem todos os principais pontos do centro da cidade.”(Ontariotravel)

No próximo post  tem mais!

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Montréal é uma cidade que soube preservar seu passado arquitetônico sem deixar, contudo,  de se  modernizar. Minha estadia na cidade foi rápida, mas intensa!

Vamos dar uma olhadinha em mais algumas  maravilhas que essa cidade tem para mostrar aos seus visitantes e, quem sabe, despertar a vontade de conhecê-las ao vivo!

Sede da Bolsa de Valores de Montréal.

Tour De La Bourse

Palácio do Congresso – localizado no Quarteirão Internacional de Montreal.

Palais des Congrès - Montréal

As cores do outono e a Marché-Bonsecours.

Marché Bonsecours e Foliage

Bairro Chinês – portal

Chinatown Gate

Place Jacques Cartier, no inverno.

Place Jacques Cartier

La Baie

La Baie sur la rue Sainte-Catherine

Um dos pavilhões da Expo 67, o Habitat.

Habitat - Montréal

A Biosfera

Centro de Ensino de Artes, na rua Mc Gill.

McGill - Arts Building

 Foule Illuminée (Multidão Iluminada) – O trabalho é de 65 caracteres localizado em quatro níveis, sugerindo a degradação da raça humana e simbolizando a fragilidade da espécie humana.

Ele inclui uma série de pessoas de todas as idades, raças, rostos e condições. Realizado em 1985 pelo escultor franco-britânico,  Raymond Mason. Foi instalado em 1986, na McGill College  Av.

Jacques-Cartier Bridge  ( Le pont Jacques-Cartier) – 2,82 km de extensão. Atravessa, majestosamente,  o rio  Saint-Laurent.

Champlain Bridge (le pont Champlain) – 3,46 km de extensão, tráfego intenso sobre o Rio São Lourenço.

O que visitar  em Montréal:

  • O centro financeiro da cidade, com seus vários prédios modernos. O edifício Place Ville Marie, um dos mais altos da cidade com seus 188 metros de altura, forma o núcleo da cidade subterrânea  de Montreal, onde está localizado o maior shopping center  subterrâneo do mundo (com mais de 1 600 lojas).
  • Vieux-Montréal (Velho Montreal), um centro histórico com atrações como o Porto antigo da cidade, o edifício Jacques-Cartier e a Basílica de Notre-Dame de Montréal.
  • O  Quartier International de Montréal, ou QIM (Quarteirão Internacional de Montreal), uma área no centro da cidade que foi revitalizada entre 2000 e 2001. Possui várias praças e é onde está localizado o centro de convenções da cidade.
  • Mont-Royal
  • Igrejas: Basílica de Notre-Dame,  Notre-Dame-de-Bonsecours, Oratório São José, Marie-Reine-du-Monde (réplica em pequena escala da Catedral de S. Pedro, em Roma), St George (anglicana, em estilo neogótico.
  • Estádio Olímpico
  • Jardim Botânico ( o Jardim Chinês, o Jardim Japonês).
  • O Parque Jean Drapeau (onda está a Biosfera, há 2,1 km da cidade).
  • A rue Sainte-Catherine é uma rua comercial  com shopping centers, grandes lojas, teatros e restaurantes.
  • A Boulevard Saint-Laurent, a principal avenida de Montreal, a rua corta o centro financeiro, Chinatown e a Pequena Itália (centro da comunidade italiana) da cidade.
  • A rue Sherbrooke, com suas lojas luxuosas e suas galerias de  arte.
  • Boulevard René-Levésque, o centro financeiro da cidade, onde a maior parte dos arranha-céus da cidade estão localizados.
  • A arquitetura de muitos dos prédios de apartamentos de dois a quatro andares da cidade caracteriza-se pela presença de  escadas  fora do edifício, com o objetivo de economizar espaço interno.

Essas são algumas atrações de Montreal, sem citar os museus que são muitos.

Fonte e fotos: Wikipédia.

Até o próximo post.

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Toronto é uma cidade que precisa de tempo para  ser descoberta, tamanha são as atrações!

Roy Thomson Hall– é uma sala de concertos localizada na esquina da King St com a 60 Simcoe Street. Foi inaugurado em 1982,  projetado pelos arquitetos canadenses Arthur Erickson  e Mathers e Haldenby.

O salão é um dos principais locais utilizados pelo Festival Internacional de Cinema de Toronto,  com muitas exibições de gala realizadas a cada ano. A sala de concertos foi usada nas cenas do filme X-Men.

Originalmente, a lagoa foi  concebida para ser utilizada no inverno como uma pista de patinação.

Para chegar  usando o metrô   desça na TTC St. Andrew Subway Station, ao sair da estação siga para oeste.

Interior da sala de concertos.

Photo by Cliff Spicer ( http://www.artec-usa.com)

Do outro lado da rua  (260 King St W) está o Royal Alexandra Theatre. Construído entre 1905 e 1907 é o mais antigo teatro em funcionamento contínuo, em estilo beaux-arts, típico teatro britânico do séc. 19.

St. Andrew’s Presbyterian Church –  em estilo Revival românica  (arcos redondos, arcos semi-circular nas janelas e cursos de cintos – camadas de pedras em uma parede). Fica na esquina da Simcoe St  com a King St, em frente ao Roy Thomson Hall. No porão da igreja  funciona o Museu do Regimento com uniformes, armas, fotografias, medalhas e outros artefatos.

Fachada principal da igreja

Foto: Wikipédia

Interior da igreja

Essa imagem impactante chama atenção de quem passa pela rua. O endereço é 299 Queen Street West, o prédio da CP 24 -CTV.  É a Cable Pulse 24 (CP24) emissora de TV local.  Muita gente passa por aqui para tirar foto desse carro e seguir para a Galeria  de Arte ou o Roy Thomson Hall.

Segui pela  John Street até o Grange Park,  que fica atrás da Galeria de Arte.

Cheguei na Galeria de Arte e antes de entrar tirei algumas fotos. Logo na entrada, da fachada norte,  uma escultura de Henry Moore, duas formas grandes.

Quem estiver  “turistando”  na cidade  reserve um tempinho para conhecer a Art Gallery of Toronto AGO, um museu de arte moderna muito interessante. O responsável pelo novo visual é o arquiteto Frank Gehry, o mesmo que incrementou o Museu Guggenheim de Bilbao, na Espanha, e o Disney Concert Hall.

Considerado o melhor museu do Canadá e um dos melhores do mundo reúne um acervo de mais de 68 mil peças, com destaque para os artistas canadenses, arte inuit e clássicos europeus. Inclui também a  coleção de Ken Thomson de pintura canadense e das Primeiras Nações.

Se prepare para um ” banho de cultura” num espaço físico de  45 mil metros quadrados de área!

Essa área pode ser fotografada, o mesmo não possso dizer do restante do museu. Nele encontrará uma coleção de arte africana, fantástica, com  “uma variedade de materiais que refletem as tradições de escultura em suas respectivas áreas, incluindo a cera de abelha, ligas de cobre, vidro contas, ferro, marfim pedra-sabão e madeira. Os tipos de trabalhos também variam, de máscaras e relicários a grande free-standing esculturas e uma decoração de arquitectura”. (Fonte: http://www.ago.net)

A Italia Galleria – que mede 180 metros (590 pés) ao longo Dundas Street, vidro ondulado e fachada de  madeira, para dar idéia de casco de navio. Visual perfeito!

Encontra-se também mais de mil obras de arte aborígene australiana, que vão desde a pré-história até meados de 1900.

No térreo tem uma loja de presentes (vende de tudo, de livros até jóias), um  restaurante e o café AGO.

Ainda no térreo encontra-se uma longa escada em espiral,  que ultrapassa o teto de vidro. Do alto tem-se uma linda  vista da cidade, com a CN Tower ao fundo. Confesso que faltou folêgo na subida!

Dentro do museu pode-se visitar ” The Grange”, a primeira casa da Galeria de Arte de Ontario, que  agora é um local histórico nacional. A exposição conta a história da casa e de seus habitantes.

Para maiores informações visite o site: http://www.ago.net/

Fachada vestida de azul de vidro e titânio, que dá para o  Parque Grange, lado sul, no inverno –  O titânio e vidro (autor: Pierre Vignau).

Vista noturna da AGO Toronto.

Aproveite e dê uma olhadinha no Ontario College of Art and Design, que fica na rua Mc Caul, pertinho do museu. O prédio é sustentado por  pilares de 30 metros de altura.

Outra atração imperdível é o Museu do Sapato (The Bata Shoe Museum) que exibe sapatos do mundo todo: dos esquimós  passando pelos egípcios, árabes, chegando a Marilyn Monroe, Elvis Presley, Elton John e muitos outros. Vou publicar um post sobre esse museu.

Até o próximo post sobre atrações em Toronto.

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Continuando a visitação  a Versalhes chegamos aos aposentos da rainha. Deixando de lado as futilidades dos seus antigos moradores, que levaram à revolução em 1789 e ao fim da monarquia absolutista, vamos sentir a atmosfera de um dos  maiores palácios que já existiu.

Os aposentos da rainha formam uma fila de salas paralelas às do grand appartement du roi.

Serviu como residência de três Rainhas da França: Maria Teresa de Espanha, esposa de Luís XIV;  Maria Leszczynska, esposa de Luís XV; e de Maria Antonieta, esposa de Luís XVI.

A decoração do grand appartement de la reine descreve heroínas daquela época .

Tanta coisa pra ver, que quase não dá tempo de “sentir o lugar”!

Enquanto escrevo sobre o palácio vou revivendo o momento, a emoção que senti e por incrível que pareça, observando os detalhes das pinturas, das esculturas (que na hora passam despercebidas, já que o foco é fotografar  o mais rápido possível antes que a multidão lhe atropele, rsrs) sinto tudo de novo. Agora sim posso admirar e me extasiar!

E assim, tropeçando no passado, se perdendo no labirinto da história, vamos sendo abduzidos pelo glamour de Versalhes.

E ainda tem mais, se perca nos bosques, perambule pelos jardins, tropece nas obras de arte e saia de lá com a alma plena. Tenho certeza  que não sairá ileso. Levará na memória as imagens da grandiosidade, da beleza, e até do exagerado luxo de Versalhes.

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As capelas do palácio de Versalhes não são um exemplo isolado do patrocínio da arquitetura religiosa de Luís XIV. Como todos os seus grandes projetos arquitetônicos, Luís XIV patrocinou um ambicioso trabalho religioso e expressou a sua magnificência e gosto pessoal. Um dos mais curiosos aspectos de Versalhes é a sua sucessão de capelas. No reinado de Luís XIV, Versalhes viu não menos de cinco capelas.

A capela final, a quinta, do Palácio de Versalhes é uma obra-prima. Com início em 1689, a construção foi suspensa devido à Guerra da Liga de Augsburgo; Jules Hardouin-Mansart  retomou a construção em 1699, continuando a trabalhar no projeto até a sua morte em 1708, após o que este foi continuado e concluído pelo seu cunhado, Robert de Cotte.

Dedicada a São Luís, a capela foi consagrada em 1710. O modelo palatino da capela é tradicional; de qualquer forma, a colonata  Coríntia do nível da tribuna é de um estilo clássico que antecipa o Neoclassicismo  do final do  Séc. XVIII . O nível da tribuna é acedido pelo vestíbulo que foi construído ao mesmo tempo da capela.

O chão da capela é embutido com mármores multi-coloridos e nos degraus que levam ao altar está o monograma coroado de Luís XIV, com “L”s entrelaçados. Aderindo à decoração eclesiástica, a decoração da capela refere-se ao Velho e ao Novo Testamento: o teto da nave representa “Deus Pai em sua Glória trazendo ao Mundo a promessa da Redenção” e foi pintado por Antoine Coypel, a meia-cúpula da abside foi decorada com “A Ressurreição de Cristo” por Charles de LaFosse e, por cima da tribuna Real está “A Descida do Espírito Santo frente à Virgem e aos Apóstolos” por Jean Jouvenet.

Durante o Séc. XVIII, a capela testemunhou muitos eventos da Corte. Foram cantados Te Deums para celebrar vitórias militares e o nascimento de filhos dos Reis, também foram celebrados casamentos na capela, tal como o casamento do delfim — mais tarde Luís XVI — com Maria Antonieta em 1770. De qualquer forma, de todas as cerimônias realizadas na capela, aquela associada à Ordem do Espírito Santo  está entre as mais elaboradas.

Atualmente a capela, a qual foi re-consagrada, serve como local de concertos de câmara.

A primeira capela do palácio data da época de Luís XIII e estava localizada num pavilhão separado, a Nordeste do palácio (atualmente o local é ocupado por La pièce de la vaisselle d’or ou por le Cabinet de Mme Adélaïde, aproximadamente). Esta capela, a qual seguia o modelo palatino  — uma capela de dois pisos, o piso superior reservado ao monarca e membros da família Real, o piso inferior usado por membros da Corte e da casa Real — foi destruida em 1665  quando a Grotto de Thétis foi construida.

A segunda capela do palácio estava situada no grand apartment de la reine (formando correspondência simétrica com o salon de Diane no grand appartement du roi). Esta capela de modelo palatino teve vida curta. Quando Luís XIV iniciou a terceira campanha de construção, esta capela foi convertida em salle des gardes de la reine.

Localizada próximo da nova salle des gardes de la reine, a terceira capela foi transitória. Em 1682, esta sala foi convertida na grande salle des gardes de la reine (também conhecida como la salle du sacre).

Quarta capela – com a construção da ala Norte, foi construida uma nova capela em modelo palatino. A construção da ala Norte exigiu a destruição da Grotto de Thétis; foi neste local que se construiu a nova capela em 1682.  Esta capela permaneceu em uso pela Rei e pela Corte até 1710.

Fonte: Wikipédia

Como chegar até o palácio de Versalhes:

De Comboio – Estação ferroviária de Montparnasse (SNCF),  RER   C ,  compre um bilhete Paris-Versailles Rive Gauche, zonas 1-4. O trem tem um “V” , não tem como errar. A viagem leva 30 minutos e depois uma caminhada de uns 800 metros até o palácio.

De ônibus –  de Pont de Sèvres, linha  171 sentido RATP Versalhes place d’Armes.

De carro: pegue a auto-estrada A 13 sentido Rouen.

Horários: De 1 de Novembro a 31 de Março todos os dias exceto segundas-feira, de 09 às 17.30hs (última visita às 17:00hs)
De 1 de Abril a 31 de Outubro todos os dias exceto segundas, das 09:00 às 18.30 (última visita às 18h).

Até o próximo post.

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