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Posts Tagged ‘Arco do Triunfo’

É tanto  Arco do Triunfo que até confunde. Estive em Lisboa e Innsbruck e cada uma tem o seu Arco do Triunfo. Sem  contar com o de  Bruxelas, de  Pyongyang e até  o de  Caicó, no interior do Rio Grande do Norte – Brasil. Além do Arco de Tito, em Roma, que serviu de inspiração para todos os outros.

Mas  esse é especial!! Ele está em Paris, na “Cidade Luz”  do “Rei-Sol”: Arc de Triomphe  ou Arco do Triunfo da Étoile.

O nome Arco da Étoile , estrela em francês, vem do fato de estar num cruzamento de várias avenidas  formando uma estrela, dominando todo o eixo formado pelos  Campos Elísios. É considerado a obra prima da arquitetura neoclássica.


Com 50 metros de altura e 40 m de largura , foi construído por decreto de Napoleão I  em 18 de fevereiro de 1806.

O arquiteto responsável pela obra, Jean-François Chalgrin, concluiu em 1836, esse famoso monumento.

Foi erigido em glória dos exércitos imperiais e está apoiado em 4 pilares cujos altos-relevos são famosos: a Partida dos voluntários de 1792, também conhecido como a  “Marselhesa” (François Rude), o Triunfo de 1810 (Jean-Pierre Cortot), a Paz e a Resistência (de Antoine Etex).

Na pedra estão gravados os nomes  das vitórias mais importantes alcançadas no império e na república. Além dos nomes de 558 generais.

Soldado Desconhecido está sepultado alí, para lembrar para sempre os mortos da Grande Guerra. Sobre o túmulo uma chama arde e é reavivada todas as noites.

Visitando o site mochileiros .com  encontrei  a frase que melhor se aplica a quem deseja visitar essa magnífica cidade:

“Para conhecer a autêntica Paris, troque a pressa pelos cafés, o metrô pelas pernas e prepare o sorriso, pois ao contrário do que dizem, de mal-humorados os parisienses não têm nada”.

Dica legal: O melhor de tudo é que podemos subir no alto do Arco do Triunfo e vislumbrar uma visão panorâmica de toda Paris! Se vier de metro desça na estação Charles de Gaulle Étoile. Nem tente atravessar a rotatória, porque é missão  quase impossível!  (veja foto  no post o tanto de  carro!rsrs). Existe uma  passagem subterrânea que deixará você aos pés do Arco. Cobram ingresso para subir.

Depois desse programa amplie sua experiência: ande pela Champs-Élysées, sente numa das mesas existentes nas calçadas e peça um café ou um chocolate quente com croassaint, se quiser esnobar tirando foto para deixar os amigos babando, compre o Lê  Monde numa banca de revista, faça de conta que está lendo, e tire onda de parisiense! Que chique! rs

Até o próximo post.

À bientôt.


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O Arco do Triunfo do Carrossel do Louvre  (Arc de Triomphe du Carrousel)  fica na mesma linha que o Obelisco da Concorde, a Avenida dos Champs Elysées, o Arco do Triunfo dos Champs Elysées, a Avenida da Grande Armée e o Arco do Triunfo da Defesa.

No alto, coroando o arco, está a cópia dos Cavalos de Bronze de Constantino I  executada pelo escultor François Joseph Bosio, em 1828.

 

Foi construído em homenagem ao Grande Exército de Napoleão Bonaparte, entre 1807 e 1809. Está localizado diante do Louvre,  sobre a esplanada que precedia a ala do Palácio das Tulherias  (antes que o palácio fosse queimado, em 1817).

Celebrando a vitória dos exércitos franceses na Batalha de Austerlitz , o Arco do Triunfo, ilustra a campanha de 1805 e a capitulação de Ulm  em 1807. (Fonte: Wikipédia)


Seguimos para as Tulherias  e a Praça de La Concorde (já mostrei em outro post), depois  passamos no  Grande Palácio e no Pequeno Palácio.

As Tulherias

O Grand Palais, museu e local de exposição de obras de arte.

Le Petit Palais – O Pequeno Palácio, de Charles Girrault.

Estátua do General Charles de Gaulle – foi um dos personagens políticos mais importantes da França no século 20. Nascido em Lille, no norte do país, em 22 de novembro de 1890. A frase  “O Brasil não é um país sério”  foi atribuída a ele. rsrs

 

 

Olha o detalhe pintado na parede!

Avenida dos Campos Elísios – entre os mais de 600 edifícios que ladeiam as alamedas laterais, as boutiques de luxo, os cinemas, os restaurantes, os cafés, os bancos, as revendedoras de automóveis, as lojas das companhias aéreas, e muitas outras, conferem à avenida um  ambiente luxuoso com fama internacional, que tanto orgulha  os parisienses.

Avenue des Champs-Élysées – Avenida dos Campos Elísios – constitui a imagem de prestígio da cidade de Paris. Também denominada a “mais bela avenida do mundo”.

O Arco do Triunfo da Étoile visto a partir da avenida.

No próximo post  conto a história desse outro  “Arco do Triunfo”.

Até lá.

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A viagem para Innsbruck  de trem, apesar de toda expectativa, foi tranquila. Deixei meus primos em Viena e  fui sozinha nessa aventura! O problema era a barreira da língua. Será que meu inglês  daria pro gasto?

Consegui sobreviver. Faz todo sentido pra mim a frase “Vim, vi e venci!” rsrs

São quatro horas de viagem de Viena até Inn (como vou chamar Innsbruck, já que nós estamos íntimas!). No caminho fui apreciando a paisagem, observando  e  fotografando TUDO!

O trem da OBB por dentro, muito confortável, ar condicionado, parece até um avião. A paisagem lá fora belíssima, muitas montanhas, rios, plantações, cidadezinhas… De repente lá estava!

Quando cheguei na capital do Tirol avistei um castelo e o Rio Inn. A palavra Innsbruck significa “ponte sobre o Inn“. O rio  que atravessa a cidade chama-se INN.

O primeiro passo seria encontar o hotel, guardar a malinha e cair na gandaia! Só que tinha um problema, o check-in  seria às 14 horas e eu teria que arrastar a mala comigo. Cheguei às 11 hs. Minha prima  disse que na estação tinha um lugar para guardar a mala. Eu não encontrei o tal lugar. Ok! Tudo sob controle, levei o mapa da cidade comigo (peguei na internet , claro). Localizei a rua do hotel que ficava pertinho da estação de trem … Encontrei a rua Wilhelm-Greil e o Hotel Zach, beleza! Daí fui fazer o reconhecimento da área.

Logo a frente avistei o Arco do Triunfo (Triumphpforte), que fica na Maria Theressien Strasse. Essa rua é o centro da vida comercial e o segundo símbolo da cidade. O Arco se encontra no limite sul da cidade. Foi construído em 1765 por ordem da imperatriz Maria Teresa na ocasião do casamento do seu filho Leopoldo com Maria Luíza, da Espanha, filha de Carlos III.

O Arco do Triunfo de Innsbruck  é o único que não comemora batalhas, lutas, nem triunfos militares. Expressa os sentimentos de uma grande imperatriz. As esculturas presentes no Arco são de Balthasar Moll. Foi a porta de entrada da cidade na época de Leopoldo e atualmente faz limite entre a  Rua Maria Teresa e a Rua Leopoldo.

Esta casa ao lado do Arco do Triunfo é a única decorada no estilo Arte Nova (Jugendstil).

Quando cheguei nessa rua, com um mapa na mão, uma senhora se aproximou para me orientar de  que lado ficava o centro da cidade. Eu sabia, mas mesmo assim agradeci a gentileza. Atravessei a sinaleira e fui seguindo a  Rua Maria-Teresa, em direção a Coluna de Santa  Ana.

Esse prédio branco, no alto, é o Servitenkloster (Mosteiro dos Servitas) e a Servitenkirche (Igreja).

As fachadas dos prédios são lindas.

A Coluna de Santa Ana (Annasäule) foi construída entre 1704 e 1706 pelos governos regionais do Tirol, em agradecimento à retirada das tropas bávaras durante a guerra de sucessão espanhola, em 26 de julho de 1703 (dia de Sta Ana). Cristoforo Benedetti Trento criou a coluna coríntia sobre a qual domina a estátua da Virgem Imaculada. Na base se encontram  quatro figuras barrocas, Santa Ana, Santo Casiano, Santo Virgílio e São Jorge. É um dos monumentos mais importantes da Maria-Theresien-Strasse, junto com o Arco do Triunfo.

Continuando a caminhada encontrei vários restaurantes, lojas e cafés. A malinha me seguia por todos esses lugares. Já estava quase na hora de voltar para fazer o check-in no hotel.

Mas quem resiste a uma paisagem belíssima como esta?

Ao fundo podemos ver as montanhas, que no inverno ficam cobertas de neve e se transformam em pistas de esqui.

Lá adiante está a rua Graben e seguindo em frente a Torre da Cidade (que ficará para o próximo post). Notem que os nomes das ruas são os mesmos que em Viena.  Pode-se alugar  bicicletas para o passeio na cidade! Eu preferi mesmo foi andar, o centro da  cidade  não é tão grande assim.

Até lá.

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Existe coisa mais prazerosa que uma viagem depois de um ano de trabalho, para repor as energias? Pois é , e viajar rumo ao velho mundo, conhecer pessoas e lugares  cheios de história e de outras culturas, é sensacional!

Conhecer Paris, a Cidade Luz, é uma experiência única. Todas as direções levam a lugares pitorescos, transbordando história e cultura. Da Torre Eiffel , do Pantheon ou do Arco do Triunfo pode-se ter uma  vista panorâmica da cidade de Paris. A mistura de povos e línguas, nos pontos turísticos, não é uma dificuldade para os visitantes, ao contrário. Todos conseguem se entender.

Saborear um crepe numa esquina da rua d’Avron, passear por  Montmartre- bairro boêmio, visitar os Jardins de Luxemburgo, os museus do Louvre e Versailles, esperar a noite chegar para admirar a Torre Eiffel iluminada, sentar-se num dos cafés espalhados pela cidade… são recordações que jamais esqueceremos. Não esquecer de levar alguma tela que pode ser adquirida às margens do Sena, ao lado da Igreja  de Notre Dame. Há telas de vários pontos turísticos da cidade. É difícil escolher , dá vontade de  levar todas. Uma visita ao Moulin Rouge é obrigatória. Em francês significa Moinho Vermelho, é um cabaret  tradicional , construído em 1889.

Outra visita imperdível, a Basílica do Sagrado Coração (Basilique du Sacré Coeur) situada no ponto mais alto da cidade, a montanha de Montmartre. A basílica tem arquitetura em estilo romano-bizantino. Prepare-se para andar na Av des Champs Elysées, passear nos Jardim das Tulherias e na esplanada dos Invalides. E isso não é tudo! Com certeza o visiante encontrará uma ruazinha, um café, um jardim,  um cantinho da cidade de Paris que levará no coração e na máquina fotográfica.

Torre Eiffel

Notre Dame

Pantheon

Sacre Coeur

Moulin Rouge

Torre iluminada

Louvre

Invalides

Versailles

Rio Sena

Moulin Rouge

Palácio de Versailles

Arco do Triunfo

Monalisa        

Louvre

Louvre

Louvre

Notre Dame

Sorbone

Até breve, com mais histórias pra contar.

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