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Posts Tagged ‘Alpes’

A idéia da blogagem coletiva das nossas fotos “jacu”  foi da Silvia, do blog  Matraqueando.

Como todo mundo tem alguma foto engraçada, ou várias como é o meu caso, resolvi entrar na brincadeira.

Vamos às “pérolas” como disse a  Livi, do blog  Baianos no Polo Norte!

Essa foi na CNE – Canadian National Exhibition, em Toronto. O  gentil  cavalheiro  da Polícia Montada do Canadá  aceitou aparecer na foto conosco.  Olha o orgulho e a satisfação dele! O  oficial à esquerda é de papelão!

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Outra  jacuzice que todo mundo já fez um dia… Vai dizer que nunca  abraçou um homem de lata?!rsrs.

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Casa Loma, castelo estilo medieval – Toronto.

E um amigo urso?

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Amigo Urso , no Eaton Centre – Toronto.

Ah! Olha o alce da CN Tower, Toronto. Tão fofinho!

City 15 (CNT-Gina e o  Alce)

Olha o “mico” ! Esses canhões estão espalhados por toda a  Quebec City. Relembram a história de lutas pela conquista da terra. Fui lá conferir!

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Aqui com meu amigo “Homem da Neve”, o Mascote de Québec.

Montmorency - Mascote de Québec.

Montmorency – Mascote de Québec.

Eu ao lado das famosidades  Samuel de Champlain e, logo atrás,  o Alphonse Desjardins,  no grande painel de Quebec.

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Painel em Québec.

Foto clássica:  como uma autêntica quebequense! Estrelando, minha filhota!

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Fotos “jacu”… Em Paris! Nem acredito!

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Mais outra… aff!

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Torre Eiffel iluminada.

Segurando pra não cair, na escada rolante “enooorme”  do metrô em Viena!

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Essa foi pura crocodilagem!! Me pediram pra segurar os sorvetes! Quando vi já era tarde, mais uma  foto “jacu” pra coleção! kkkkk

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Essa foi em Buenos Aires, no Jardim Japonês, tirando uma de gueixa:

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Foto jacu nos Alpes Suíços: quase levantando vôo!!

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Segurando a neve…ui!

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Essas… sem comentários! kkkkkkkkkkk

Colossus 11

No Colossus (cinema) em Vaughan, próximo a Toronto.

Colossus 10

Cadê a coragem para patinar? kkkkkk

Patinação 10

City Hall – Toronto.

Não podia faltar essa jacuzice: Eu,  Elvis Presley e Michael Jackson!

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Sim, já fui até astronauta! rsrs

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Museu em Toronto.

Por que mesmo, a gente faz essas coisas?! Aff, surtei!!!

DSC_8889 - Cópia

Collingwood, Ontário – Lago Huron, próximo a Blue Mountain e Wasaga Beach Provincial Park.

Innsbruck – Áustria . Foto porta-retrato, não resisti! Tinha uma fila de candidatos esperando a vez para  tirar foto, rsrs. E no meio da turistada toda  pedi logo a quem para fotografar? Um casal  brasileiro. Só percebi depois.

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Foto jacu com a realeza! Turista não perde uma dessa, né? rsrs. Ainda leva a neta pra disfarçar!!kkkk

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Num shopping em Toronto.

E  em primeiro lugar… a foto “jacu” mais hilária de todas!! Em pleno Moulin Rouge!!! Todo mundo sentadinho, de repente…Pra que fui subir ali? Quando saiu o ar  vindo  debaixo… olha o que aconteceu!

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Moulin Rouge – Paris.

Foto “jacu”  com direito a  strip-teaser, ninguém merece… kkkkk.

Turista tem cada uma …

E você, tem alguma foto ” jacu” pra mostrar pra gente?

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Ao atravessar a ponte sobre o rio segui pela Innstrasse. Passei pelas casas coloridas e segui  a margem do rio em direção ao Alpenzoo. Logo percebi as esculturas em madeira espalhadas pelo parque.

Esse parque pode não  constar do roteiro turístico, porém é muito interessante pela criatividade das  esculturas que estão expostas nos jardins. Encontrei no meio do parque, a estátua de um grande trovador chamado Walter von der Vogelweide oriundo do Sul do Tirol, que dá nome ao parque.

Ao fundo  dá pra ver a fileira de casas coloridas.

A outra estátua encontrada no Walter Park é de um bombeiro – Denkmal Franz Thurner ( foto acima).

As crianças e também os adultos interagem com as esculturas.

Catedral de Innsbruck.

Servitenkloster (Mosteiro dos Servitas) – Servitenkirche (Igreja dos Servitas)

Innsbruck Railway Station.

Sudtiroler platz.

A próxima foto é do Museu Regional Tirolês Ferdinandeum –  ele abriga objetos da época romana até o período moderno.

Interior da estação de trens  – Hauptbanhnhof.

Depois de tanta emoção no Tirol segui viagem para conhecer a terra de Mozart e da fortaleza no alto da montanha. Salzburg – A cidade dos festivais e seus charmosos arredores. Sem falar nos bombons de chocolate!!

Me acompanhem nessa aventura!

Até breve.

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Continuando minha aventura em Inn estava curiosa para conhecer a parte antiga da cidade. Já tinha deixado a malinha no hotel e estava pronta para explorar a cidade.

Seguindo em direção ao centro  nota-se um grande número de restaurantes e hotéis. Outra coisa que chama atenção é a grande quantidade de letreiros, artisticamente decorados, espalhados ao longo das ruas.

Tinha tanta coisa  pra registrar que ficava “doidinha” e maravilhada!

O dia estava maravilhoso e convidativo para  uma boa caminhada. A minha lista de pontos turísticos era enorme, portanto, precisava aproveitar bem o tempo.

Olhando em  frente lá estava o Telhado de Ouro! As ruas cheias de turistas e  suas máquinas fotográficas.

Construída em torno de 1440, a Torre com telhado renascentista do Séc. XVI possibilita uma vista sobre os telhados de Inn e dos alpes.

O Altes Rathaus e a Torre da Cidade (Stadtturm) representam o centro arquitetônico da rua do Duque Frederico (Herzog-Friedrich-Strass). A Torre da Cidade  tinha a função de vigiar a cidade e marcar as horas, além se ser um símbolo da burguesia de Innsbruck.

No alto da torre, de 56 m de altura,  tem uma plataforma que pode ser visitada.

Horário: junho a setembro – todos os dias das 10 às 20 horas; outubro a maio – das 10 às 17 horas.

De lá se tem uma vista espetacular da praça principal. Na fachada pode-se ver o escudo de Inn, em destaque entre as janelas.

Essa moça e o seu cãozinho aguardavam os turistas para fotos e algumas moedas!

Ao fundo as montanhas que ficam cobertas de neve no inverno.

Notem os letreiros, alguns datam do Séc. XV.

O edifício foi construído em 1420 por Frederico IV como residencia (Nova Corte) dos príncipes do Tirol.

O Telhado de Ouro (Goldenes Dachl) que se encontra na fachada principal da antiga residência real é o símbolo da cidade de Innsbruck. Foi construído no ano de 1494, por ocasião das bodas do Imperador Maximiliano com sua segunda esposa Blanca Maria Sforza de Milán, e terminado em 1500 pelo arquiteto Niklas Türing.

É considerada uma das obras mais importantes da arquitetura profana gótica tardia na Europa. O balcão era usado pela corte durantes os torneios, jogos e festivais, além de representar o poder do imperador e dos Habsburgo. O telhado apresenta 2657 telhas de cobre douradas. Foi inaugurado no edifício, um museu dedicado ao imperador Maximiliano (Maximilianeum).

Nesse prédio funciona também o Museu do Telhado de Ouro. A Câmara do Tesouro do Imperador Maximiliano com obras originais tais como retratos, armaduras, medalhões, entre outras raridades.

Horário de visitação:  todos os dias, das 10 às 17 horas.

Linda essa fachada toda florida!

Durante séculos a praça foi o centro da vida cotidiana da antiga cidade e ponto de  encontro depois da missa na Igreja de Santiago (St. Jakob).

Depois de tanta contemplação fui fazer um lanche, que ninguém é de ferro e depois segui em frente.

No próximo post outras maravilhas de Inn.

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Esse post  já deveria ter sido publicado, mas faltava  o principal: a foto de uma cruz em madeira colocada no alto de uma montanha, nos alpes suíços, por um alpinista que não por acaso é meu primo! Finalmente agora ele será postado!

Admiro a coragem desses jovens que se aventuram em escalar os picos das montanhas  mais altas do mundo. A busca por mais adrenalina, mais aventura  e o gostinho pela missão alcançada, com sucesso, movem esses bravos aventureiros das alturas! Enfim: a montanha foi vencida!

A cruz foi levada até o alto da montanha por Edward e um amigo, montada e depois fixada no solo rochoso da  montanha. Lá tem um livro guardado na base da cruz  para aqueles que alcançarem essa montanha,  também registrem seus nomes.

Sem dúvida foi um grande empreendimento escalar uma montanha levando consigo uma cruz desmontada e as ferramentas necessárias para executar o trabalho de fixá-la.

A inscrição na cruz registra a data do feito, além de  uma inscrição entalhada por minha prima, mãe do alpinista. Ela também escalou a montanha e escreveu seu nome  no livro.

Nela está escrito o seguinte: Der Herr Kennt Den Weg“! Este é um Salmo que diz mais ou menos isso: “O Senhor conhece o caminho”! (salmo 1:6)

Esta é  a montanha onde está a cruz! Do lado esquerdo da foto. Na região de Susten Pass.

Para aqueles que desejarem escalar a montanha , Boa Sorte! E para os que lá chegarem meus sinceros Parabéns e Sucesso na empreitada.

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Chegou finalmente a hora de conhecer as geleiras. Eu e minha prima, companheira de viagem, seguimos em direção aos Alpes. Percorremos a autoestrada em direção a Grimsel Pass.

A vista é deslumbrante quando chegamos ao vale e avistamos, no alto, as montanhas cobertas de neve. Não resisti e parei para fotografar.

Passamos por várias cidadezinhas e depois começamos a subir a montanha até uns 2.168 metros.

Alpes Suíços

Estrada sinuosa

Alpes suíços no verão

Alguns picos ainda estavam cobertos de neve apesar de estarmos no verão. A estrada, muito sinuosa e estreita, é um espetáculo à parte. Demos muitas voltas até chegar no alto da montanha.

Atravessamos  montanhas por túneis imensos.

Para logo deslumbrar paisagens belíssimas! Nessa paradinha tinha um mirante que dava para ver a neve, dos picos mais elevados, descongelando e formando quedas d’água.

Paramos para apreciar a vista e eu tive o meu primeiro “contato imediato” com o gelo alpino!

Alpes – parada para explorar a montanha

Subi numa pequena elevação para tirar fotos e, na descida…. plaft! Escorreguei até embaixo! Pena que dessa parte não tenho foto. Foi muito hilário! Curti bastante e fiquei com os fundilhos gelados! Andar no gelo não é fácil como parece! Primeira lição.

Lá do alto dá para ver os picos de várias montanhas, inclusive a que meu primo escalou e colocou uma cruz de madeira bem no alto. De onde eu estava não dava para ver a cruz, mas a vi em fotos. A cruz está fincada do lado esquerdo da foto, no alto da montanha. Na base da cruz de madeira, tem um livro guardado para registro do nome de quem conseguir escalar essa montanha. O nome do primo já está lá, juntamente com o do amigo que o ajudou a levar as toras de madeira para formar a cruz.

Seguindo adiante chegamos ao mirante de Sustenpass.

Sustenpass

Só para ter uma ideia da altura das montanhas: 2.000 metros, a maioria acima de  3.000  e  4.000 metros! Quando olhamos lá embaixo o vale de onde começamos a subida é que temos  noção da coisa!Agora já estamos há mais de 2.500 metros de altura. E olha a geleira (glacier) aí!

Postal

Da  pra se sentir quase no topo do mundo! rsrs

A aventura ainda estava começando. Encontramos muitas surpresas pelo caminho, como um pequeno engarrafamento na montanha!! Carros enfileirados, motoristas encostados nos seus respectivos automóveis, esperando… O que? – pensei.

Ah! Logo a frente um grupo de homens estavam “limpando” a montanha!! Essas coisas só acontecem aqui? Pois é, eles retiravam as pedras soltas, que rolavam montanha abaixo, para que não caíssem nos carros que passavam. É que com a alternância do frio e calor, as rochas se partem e rolam morro abaixo. Para evitar acidentes os “garis” (não sei com se chamam lá) retiram essas pedras soltas e depois limpam a estrada. Essas pessoas maravilhosas correm risco ao subir nesses paredões para executar esse trabalho. São muito corajosos!

Aqueles pontinhos alaranjados são os limpadores. Dá pra ver algumas pedras no meio da pista. Resta esticar as pernas, beber uma aguinha e esperar. Pronto, após alguns minutos recomeçamos a subida rumo a Furka!

Seguindo o caminho passamos por uma represa, uma hidrelétrica e o Parque das Marmotas.

Visitamos também uma capela  feita de pedras, no alto da montanha.

Capela de Pedra

Essa capela é muito bonita por dentro, os vitrais deixam passar a luz do Sol para o  interior. No alto da montanha os visitantes tem a oportunidade de parar, contemplar, refletir e agradecer a Deus pelo belíssimo  presente que a natureza nos deu.

Lá em cima uma visão incrível! Sem a neve para cobri-las as montanhas parecem despidas. O calor do verão derrete uma boa parte da neve, mas ainda podemos ver lagos parcialmente congelados.

De lá seguimos por outra estrada para Furkapass. Descendo a montanha, passamos por um lago semi-congelado e um restaurante. Paramos para esticar as pernas e fotografar algumas flores  típicas dos Alpes.

Estacionamento

Subimos essa ladeirinha para procurar  as flores dos Alpes, só encontradas nessa região, claro! São lindas e delicadas, encravadas na rocha, aparecem na primavera e verão para alegrar a paisagem.

Não encontramos a “flor dos Alpes” mais famosa: a Edelvais ou Edelweis  (Leontopodium alpinum), conhecida como “pé-de-leão”. Essa flor foi usada como título numa canção do filme A Noviça Rebelde (The Sound of Music), como um símbolo da pátria, na época da invasão nazista. É uma planta protegida por lei.

Simbolismo:

  • Surge nas moedas de euro austríacas (0,02 €)
  • É a flor nacional da Áustria e Suíça
  • Os generais suíços exibem edelvais em vez de estrelas para assinalar o seu estatuto
  • É considerada o “supremo talismã do amor”
  • Palavra alemã que significa “branco nobre”.
Edelweis - foto Wikipédia)

Edelweis – foto Wikipédia)

Existem muitas lendas relacionadas à flor: numa delas, por exemplo, a flor nasceu das lágrimas de uma jovem virgem.

Dizem as lendas da Áustria ser uma prova de amor quando o rapaz sobe os Alpes para buscar a linda flor para sua amada, pois é um percurso muito perigoso e somente com muito amor para se arriscar dessa maneira. (Fonte: Wikipédia)

Encontramos também uma casa que estava enterrada no gelo. Com o verão parte do gelo derreteu e a casa apareceu!

Chegando em Furkapass, compramos os bilhetes para visitar a geleira. Então entrei literalmente numa fria, ou melhor, numa gelada!!! É uma emoção enorme andar dentro de um túnel de gelo, ouvindo a água derretida escorrer montanha  abaixo formando uma cachoeira. O assoalho é feito de tiras de madeira e as paredes tem iluminação. O ambiente, que  fica azulado por causa da água congelada,  é pior que um freezer! Saí de lá com o rosto todo vermelho. Foi emocionante! Vejam nesse postal como começou a construção da geleira.

Furka – Geleira

Glacier du Rhône

Percorremos os arredores e um centro comercial para turistas comprarem lembrancinhas. Ganhei da minha prima um cristal de rocha.  Depois seguimos viagem. Mas antes deixei minha assinatura no gelo para  ser encoberta pela neve do próximo inverno. Na minha blusa estava escrito “Salvador-Bahia” e vários pontos turísticos da cidade estavam estampados na frente. Muitos  olhavam para a camiseta  com curiosidade .

Paramos para almoçar num lindo chalé.  A comida estava uma delícia! Uma macarronada com molho de queijo e doce de maçã (para colocar na comida se quiser, experimentei e gostei!) . Para beber, chá gelado.

Restaurante – Chalé

De lá percorremos outra montanha e descemos para o Lago dos Quatro Cantões, que em alemão chama-se    “Vierwaldstättersee”, ou seja,  Lago dos Quatro Cantões Florestais. Esse lago  tem 38 quilômetros de extensão  e está situado 433 metros acima do nível do mar. Seus mais de 113 km quadrados têm uma profundidade de 214 metros no local mais fundo. É possível circular de carro em volta do lago,  no caminho tem muitos túneis e curvas. Em volta do lago, próximo a Gersau, estão alguns dos montes mais visitados: o Monte Pilatus e o Monte Rigi. Aliás falando em túneis, encontrei um com extensão de 3,2 km, outro de 9 km e até maiores.

Essa é a vista do Lago dos Quatro Cantões, da janela do nosso quarto no hotel. Linda!

Encontram-se muitos hotéis e restaurantes à beira do lago. Passeamos no local, com muitas  flores e jardins bem cuidados. A cidade de Gersau  é passagem obrigatória para quem vai ao Monte Rigi. Num desses  hotéis passamos a noite (Krone ou Hotel da Coroa). Estilo chalé,  aconchegante e muito organizado. Depois de saborear um delicioso jantar admirando o pôr do Sol em Gersau, cidadezinha agradável às margens do lago, fomos descansar. Nada como uma boa noite  de sono para repor as energias.

Ao amanhecer rumamos para Lucerna,  passando por Brunnen, Vitznau, Weggis, Greppen, Altdorf, Flüelen, Sisikon e Tellskapelle (a capela do lendário Guilherme Tell).

Foto: Wikipédia

Foto: Wikipédia

Considerado um herói nacional,  Guilherme Tell é tido como um herói bem sucedido que atirou uma flecha, com uma besta, numa maçã que estava na cabeça de seu filho. Porém ele é apenas um arquétipo que aparece em vários mitos  da cultura germânica. O nome desse herói aparece ligado a libertação da Suíça do império Habsburgo da  Áustria.

No caminho para Lucerna passamos pela Capela da Rainha. Essa capela foi  construída a beira do Lago Luzern, na cidade suíça de Küssnacht perto do local onde a rainha Astrid da Bélgica faleceu devido a  um acidente de carro.

Capela da Rainha

Em breve  contarei minhas aventuras em Lucerna.

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Essa foi uma viagem muito desejada,  esperada durante anos! Conhecer parentes que só conhecia por cartas sempre foi um sonho distante, mas que se tornaria realidade em breve. O primeiro contato foi com uma prima que morou em São Paulo e depois foi embora para a Suíça. Ela conseguiu através de uma amiga, localizar o restante da família na Bahia. Fez contato  por cartas e finalmente veio ao Brasil conhecer a família do lado paterno. Agora era a vez da família baiana conhecer o “povo da Suíça”.

A viagem até Lisboa, primeira escala da viagem,  foi tranquila apesar de pequenas turbulências. A ansiedade era tanta que não tirava os olhos da janelinha do avião. Deu pra ver as Ilhas Canárias,  Madeira e a cidade de Lisboa vista do alto. A  foz do rio Tejo, as Pontes e a cidade  eram um convite para uma futura viagem à terra de meu avô materno.

Madeira

Lisboa vista do avião

Lisboa

Lisboa

A chegada ao aeroporto  de Lisboa foi sem problemas. A viagem durou umas oito horas. Fiquei esperando o voo para Zurique, assistindo TV e conversando com uma brasileira que ia visitar filha e netos na Suíça.

Aeroporto de Lisboa

O tempo passou rápido e pegamos o voo para Zurique, que não tinha muitos passageiros. Foi ótimo o voo! O céu estava limpo e deu pra ver  áreas com    muita seca,  um rio que apresentava muitos bancos de areia, as plantações na Espanha e na França. Avistei os Pirineus cobertos de neve, algumas cidades, rios, e finalmente, os Alpes Suíços! Os picos altos e cheios de neve, lá embaixo pequenas cidades e lagos. Muitos lagos! Que emoção!

Vista dos Alpes Suíços

O céu em Zurique estava com algumas nuvens, mas o avião aterrissou sem problemas. Eu é que estava preocupada, pois só via montanhas e não localizava o aeroporto!! rsrs. Por sinal o aero é  enorme e muito bonito.

Aeroporto de Zurique

Depois de passar pela imigração,  alfandega e todos  esses procedimentos legais, avistei minha prima e o marido. Eles viajaram uma  hora de carro para ir ao meu encontro. Eu e minha amiga de viagem nos despedimos e fui ao encontro dos meus parentes. Quanta emoção e expectativa! Abraços, sorrisos, carinho,  acolhimento, tudo de bom! Levamos as malas para o estacionamento e seguimos viagem para Basel. Mas antes, uma surpresa! Paramos num restaurante para almoçar. Observei tudo, passeamos no local que era um mini shopping com várias lojas. Percebi logo a maneira das pessoas, muito educadas e solícitas.

Pegamos a estrada para Muttenz. A cidade fica num vale, como quase todas na Suíça, próxima a uma serra. Muito aconchegante, ruas ajardinadas, assim como as casas. Todas com  floreiras! Lindas!

Hospedei-me  num típico chalé suíço,  muito lindo e aconchegante. À tardinha, depois de desfazer as malas, fui convidada a saborear uma deliciosa  torta de abricó. Sentamos no jardim, conversamos um pouco, ela mostrou-me as flores  e visitei a horta caseira. À noite após o jantar ( chá, pão feito em casa, geleias variadas, queijos, um verdadeiro manjar!)  tomei uma ducha e fui dormir às 20:30 hs. O fuso horário me derrubou! São 5 horas a mais que no Brasil e durante o voo não preguei o olho. E no dia seguinte muitas aventuras me aguardavam! Isso fica para o próximo post.

Abricó

Flores do Jardim

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