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Archive for the ‘Portugal’ Category

Você tem mania de trazer uma ” lembrancinha” das suas viagens? Esse post vai tratar desses pequenos “objetos de desejos inconscientes”, mas nem tanto, rsrs.

A minha primeira viagem internacional  foi para  a cidade de  Toronto, no Canadá.

Trouxe uma caneca como souvenir e  a cada viagem mais uma caneca entra na coleção. Virou mania, rsrs.

Essa caneca  veio  de Quebec, a província francesa do Canadá, na mais recente viagem ao Hemisfério Norte.

A caneca que representa  Viena – Áustria  traz os principais pontos turísticos  em destaque. O castelo da “Sissi” , a catedral e até o Rio Danúbio (Donau).

Não podia faltar o meu querido Portugal, terra do meu avô materno. Todos  os encantos da terra  lusitana  não caberiam  na canequinha de Lisboa …

Por isso trouxe duas! A cidade de Sintra com seu famoso Palácio da Pena  não poderia  faltar.

Outra  caneca de uma das viagens ao Canadá coberta de folhas de Maple, o símbolo  estampado na bandeira do país.

Essa também veio de Toronto   representando o Alce (Moose) e o  Natal, com neve, muita neve!!!

Minha viagem para a Suíça foi um sonho que se tornou realidade e quando vi essa caneca  me encantei. Arrumei um lugar na bolsa e  aqui está ela!

Ainda em Toronto assisti ao espetáculo TOTEM no Cirque du Soleil e foi amor à primeira vista! Quem resistiria  a essa linda canequinha? Eu pirei quando vi! Mais umas gramas na mala, digo, na bolsa.

Mas essas canecas  não tem preço!!! Trouxe de Toronto, especialmente criadas para a vovó e o vovô!

As Princesinhas

Elena

 

Sophia

No  próximo post tem mais lembrancinhas de viagem!

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Quero agradecer a todos os visitantes do Ginapsi e, em  especial, aos portugueses que ocupam a primeira colocação em número de visitantes a  este  blog.

Eu amo Portugal  e fico muito contente que meus posts sejam tão bem recebidos por lá. Sempre desejei conhecer a terra do meu avô materno,  o Sr. José Antônio Rodrigues Júnior, carpinteiro, natural de Ilhavo-Aveiro. Por isso fui conhecer as  terras lusitanas.

O post mais visitado é o Zoológico de Lisboa. Em quase todos os países por onde andei  fiz questão de visitar o Zoo. Tenho um apego pelos animais e gosto de saber quando eles são bem tratados.

O teleférico do Zoo de Lisboa proporciona uma visão espetacular de toda a área.

Foto: Tuválkin @ Flickr

Espero que este blog, além de  distrair, sirva para trazer informações úteis aos viajantes e incentivem outras pessoas a viajar. Com uma renda curta, muito planejamento  e cia low  cost, me aventuro pelo mundo. Viajar é bom demais!

Até mais …

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Quando viajei para Lisboa fui convidada  a conhecer Évora, uma cidade que se destaca  pela sua história, arquitetura, universidade, artesanato e belas paisagens.

O mapa destaca o roteiro da parte antiga da  cidade.

Mapa: portugal-hotels.com

Na Praça do Giraldo os prédios e suas arcadas são testemunho do passado. Abrigam tanto da chuva quanto do Sol, encontram-se algumas lojas, cafés onde se pode saborear as queijadinhas de Évora, como o Café Arcada. Nessa praça desembocam 8 ruas.

Évora é a Capital do Alantejo. Possui um Centro Histórico bem preservado, com casario branco,  ruaelas estreitas, as arcadas em estilo árabe e as muralhas medievais e românicas são um convite para o visitante.

A cidade é aconchegante e alegre. A Universidade de Évora atrai jovens  de várias partes e uma infinidade de licenciaturas. Arquitetura, Arquitetura Paisagista, Artes Visuais, Física, Química, História, Educação, Engenharia (Mecatrônica, Civil, Química, Energias Renováveis, Agrícola, Alimentar), Sociologia, Medicina Veterinária, entre outras.

Claustros da Universidade de Évora.

Foto: http://clientes.netvisao.pt

O centro da cidade foi declarado  Patrimônio Mundial pela UNESCO, em 1986.

Os principais pontos de interesse em Évora são: o Templo Romano, a Sé Catedral, a Igreja de São Francisco e a Capela dos Ossos, o Palácio de D. Manuel, o Convento dos Lóios, a Praça do Giraldo, as Muralhas  antigas, mas o turista vai  descobrir que Évora tem muito mais. Andando pelas ruas estreitas deslumbram-se casários, praças, fontes e jardins fantásticos.

Palácio D. Manuel ou Paço Real de São Francisco – foi construído no Séc XVI  pela dinastia de Avis, em estilo gótico-manuelino-mujedar e da renascença.

Arqueduto

Palácio das Cinco Quinas ou Palácio da Casa de Cadaval

A cidade está situada numa planície a uma distancia de cerca de 130 km de Lisboa.

Catedral ou Sé de Évora- em estilo romano gótico, com três naves.

A cidade foi habitada no tempo dos romanos, tendo sido chamada Liberalitas Julia, e deste período restam inúmeros vestígios dos quais se destaca o templo romano conhecido por ”Templo de Diana”.

Capela dos Ossos, na Igreja de São Francisco .

Igreja de S. Francisco –  com arquitetura gótico-manuelina, foi  construída entre 1480 e 1510.

Ano Internacional do Planeta Terra

Ermida São Brás – fundada em 1483 pelo rei D. João II e o bispo de Évora D. Garcia de Menezes.

Fonte: http://clientes.netvisao.pt

 

Essa é Évora! Que encanta a quem a visita. Visite os post sobre esssa jóia do período medieval.

Até breve.

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Não poderia me despedir de Lisboa sem antes falar da majestosa estátua do Cristo Rei erguida na margem sul do Rio Tejo.

Com seus 28 metros de altura, a imagem descansa sobre um pedestal de 82 metros de altura. A idéia da construção  do monumento surgiu em 1934 inspirada no Cristo Redentor , do Rio de Janeiro.

Foi  inaugurada em 1959 e do terraço, ao qual se chega de elevador, tem-se uma vista maravilhosa da  cidade  de Lisboa num raio superior a 20 quilômetros.

Do terraço pode-se ainda avistar a Baía do Seixal, o Mar da Palha, assim como a Serra da Arrábida e o Castelo de Palmela. Em dias com pouca nebulosidade  pode-se ainda observar a Serra de Sintra, com o seu Palácio da Pena e a zona do Santuário do Cabo Espichel, em Sesimbra. Fonte: http://www.cristorei.pt

Para chegar ao Cristo Rei apanha-se o barco na estação fluvial do Cais do Sodré no sentido Cacilhas. Chegando à outra margem : Cacilhas , apanha o autocarro nº 101 da empresa TST. (Fonte: http://www.askmelisboa.com)

Horário de visitação: das 09h30 ás 18h00 – todos os dias, incluindo domingos e feriados. Valor: 4 euros.

Ponte Vasco da Gama – com os seus 17,3 km de comprimento, dos quais 10 estão sobre as águas do Rio Tejo. O vão (comprimento do tabuleiro) do viaduto central é de 420 m. Foi inaugurada em 4 de Abril de 1998.

Foto by Joice Galvão.

Foto: http://www.actiontur.selfip.com

Foto: http://www.strawberryworld-lisbon.com

Ponte 25 de Abril –  foi inaugurada em 1966 com o nome de Ponte Salazar. Tem 2.278  km de comprimento  e é muito parecida com a Ponte Golden Gate (São Francisco, na Califórnia). Vai de Alcântara a Almada, na margem sul.

Ponte 25 de Abril vista da Torre de Belém.

Ao me despedir de Lisboa  guardei  na memória lugares que marcaram minha estadia  e que deixaram  um  desejo muito grande de retornar à “Terra do Fado”.

Caravela

Castelo São Jorge

Padrão dos Descobrimentos

Oceanário de Lisboa

Pavão (visitante inesperado)

Fernado Pessoa                                                                                                                                                                 Show dos  Golfinhos

Foto: Wikipedia

Estátua  ao poeta Luís de Camões

Foto: wikipedia

Fonte na Praça D. Pedro IV

Foto: Wikipedia

Edifício da Assembléia  da República- Lisboa

O Palácio de São Bento também é conhecido como “Assembleia da República” ou “Parlamento Português”. O Palácio de São Bento teve origem no primeiro mosteiro Beneditino construído em Lisboa em 1598. Em 1834 foi instalado o Parlamento no Palácio de São Bento.

Foto: Wikipedia

A escadaria exterior foi construída em 1941 e encontra-se ladeada por dois leões, simbolicamente utilizados como sentinelas. Na fachada principal, no alto das escadas, encontra-se uma arcada onde se pode ler a palavra em latim ‘Lex’ – em alusão à função da Assembleia – e quatro estátuas alegóricas femininas – ‘Prudência’, ‘Justiça’, ‘Força’ e ‘Temperança’.

Foto: http://www.strawberryworld-lisbon.com

O frontão situado a cima da varanda tem 30m de comprimento e 6 de altura e o tímpano foi decorado pelo escultor Simões de Almeida, dentro de uma estética de acordo com o academismo vigente na Escola de Belas Artes, onde lecionava. Este tímpano representa o Estado Novo, com a Nação ao meio simbolizada pela insígnia latina ‘Omnia Pro Patria’ (Tudo pela Nação) e rodeada por 18 imagens que representam, entre outras, áreas como a Indústria e o Comércio. (strawberryworld-lisbon.com)

Estação de Telheiras

Foto: Wikipedia

Praça do Comércio

Clique na foto para ver os créditos.

E assim, com essas fotos maravilhosas, me despeço de Lisboa com um ….

Até breve !

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Palácio Real de Queluz – Galeria de fotos By Gina Moraes

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Os jardins do  Palácio Real de Queluz apresentam fortes influências francesas e italianas que perpassam o barroco, o rocaille e o neoclássico.

as obras de conservação e restauro nas esculturas, lagos e fontes que ornamentam os jardins, bem como no Canal dos Azulejos, foram realizadas em 2003 pela Associação World Monuments Fund  de Portugal. Paralelamente, os trabalhos de jardinagem e manutenção florestal dos dois percursos fundamentais de visita do jardim – entre o Pórtico da Fama e a Cascata Grande e entre o jardim Pênsil e o Lago de Neptuno -, assumiram importância central para permitir a circulação e fruição pública deste espaço“. (www.pnqueluz.imc-ip.pt)

As Esculturas em chumbo, de autoria de John Cheere (1709-1787) são peças relevantes nesse conjunto arquitetônico. A Primavera, de John Chesse (Foto: http://www.pnqueluz.imc-ip.pt)

Nos jardins do palácio: de Malta, de Netuno, entre outros, podemos encontrar várias  esculturas representativas da mitologia.

Fonte de Netuno

Além das estátuas em chumbo, que reforçou a imponência dos jardins, existe também um significativo número de escultura em pedra, a maioria vinda de Itália (Gênova) entre 1757 e 1765, constituída por figuras de mármore, estátuas, bustos e vasos,  fruto de encomendas feitas  através do italiano Nicolau Possolo, residente em Lisboa. (Fonte: pnqueluz)

As esculturas de Queluz oferecem um percurso mitológico, onde abundam os deuses e os heróis da Antiguidade Clássica, constituindo uma clara imagem da nostalgia pela Antiguidade que percorreu todo o século XVIII“. (Fonte: pnqueluz)

Os Jogos de Água dos Jardins do Palácio Nacional de Queluz, no Lago de Netuno (John Cheese, 1771) foram restaurados e aberto ao público a  partir  de 20 de outubro de 2010. Foto: pnqueluz.

Visite a galeria de fotos sobre o palácio, no  próximo post.

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Cheguei em Queluz  cheia de expectativa quanto ao palácio. Se o exterior  não tem o aspecto esperado, o interior do palácio e os jardins são testemunhos do  valor histórico e de afirmação do poder real.

O Palácio Real de Queluz, também conhecido por Palácio Nacional, é uma das obras mais notáveis da arquitetura portuguesa. Como antiga residência dos monarcas lusitanos do Séc. XVIII, abriga suntuosos salões com influência francesa, como podemos observar nas formas, interiores,  bem como  nos jardins.

No interior, merece ser salientada a Sala do Trono, em estilo Luís XV, dedicada ao seguimento de longas sessões de música e baile. As pinturas do teto, representando a Fé, o Sol, a Esperança (lado sul), a Justiça, a Guerra  e a Caridade (lado norte), foram executadas sob a orientação do pintor João de Freitas Leitão.

A Sala dos Embaixadores, igualmente belíssima,  tem paredes  revestidas com valiosos tecidos, mármores e espelhos. (Foto: Nuno Cardal-Quimera)

A Câmara do Rei, conhecida também como de D. Quixote, está decorada com pinturas que representam passagens da vida do cavalheiro espanhol. (Foto: Luís Pavão)

Para completar a excursão pelo interior do palácio é interessante visitar a Sala das Merendas com pinturas do Séc.XVIII; o Oratório das princesas Maria José e Maria Dorotéia; a Sala de Lanternem que contém um quadro do rei D. Miguel; e a Sala de Música com três magníficos candelabros de cristal de Veneza.

Sala das Merendas, por José Pessoa.

Passe  o mouse para ver os créditos das fotos.

A Capela

Sala da Música

Fiquei realmente encantada com o palácio  e seus tesouros.

A Casa das Mangas, com azulejos  nas paredes que representam cenas da epopéia marítima portuguesa,  é outra sala  a ser destacada nesta visita.

Também chamado de Corredor das Mangas. Vista de  outro ângulo.

Vaso de porcelana Chinês – A maioria das peças desta coleção pertencem ao período Quianlong e ao início do século XIX. Englobam-se na chamada “China de Exportação”, conhecida por  nós como  “Companhia das Indias”.

Esse trabalho em madeira me fez lembrar uma mesa feita pelo meu avô, também português, da cidade de Ílhavo, próximo a Aveiro.

Abrindo um parêntese, esta é a mesa feita pelo meu avô Rodrigues. Notem os detalhes de cada pedacinho de madeira colocados  para formar o desenho. Uma beleza!

No Palácio Real – Papeleira com Alçado, segunda metade do Séc. XVIII, que apresenta um rico trabalho de marchetado e embutidos.

Sala do Despacho (Foto: Luís Pavão)

A Sala do Conselho de Estado ou Sala dos Embaixadores – detalhes do teto.

Toucador da Rainha – foto Luís Pavão. Olha que assoalho maravilhoso!

Sinceramente não estava preparada para tirar tanta foto. As vezes é muito bom ter outra máquina com a bateria carregada. Ainda mais quando não tem uma Lan House por perto. Fiquei tão entusiasmada que fui clicando em tudo que via. Mas valeu  a pena ter essa recordação da viagem. Algumas fotos foram perdidas por pura inesperiência em fotografia.

Fiquei feliz em saber que obras de recuperação e conservação foram realizadas  em todo o palácio de Queluz.

Os jardins do palácio abrangem uma área de 16 hectares da antiga Real Quinta de Queluz, os quais visitaremos no próximo post.

Até.

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